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Review: As Séries de Super-heróis que Não Podem Faltar na sua Lista

Se existe um gênero que se recusou a “voltar para a caverna” nos últimos anos, é o das séries de super-heróis. Do sucesso estrondoso de “The Boys” ao fenômeno pop de “WandaVision”, os últimos anos transformaram aquele nerd quietinho da sala no líder do grupinho, e, convenhamos, a gente agradece por isso! Pensando nisso, preparamos uma lista de séries de super-heróis que simplesmente não podem faltar na sua watchlist em 2026 – seja você o fã raiz de capas e colantes ou só alguém buscando ação, drama, risadas e até existencialismo embalados por trilhas sonoras épicas.

Começando pelo topo do hype, “The Boys”, da Amazon Prime Video, já está na sua quinta temporada e segue subvertendo tudo o que você achava saber sobre super-heróis. Baseada nos quadrinhos de Garth Ennis, a série mostra o lado mais podre e corrupto dos supers, numa sátira ácida às grandes franquias e à cultura de celebridades. Explosiva, exagerada e repleta de comentários sociais, “The Boys” é o prato principal para quem cansou de heróis certinhos. E por falar em sátira, o spin-off “Gen V” surpreendeu com sua mistura de humor ácido, dramas adolescentes e superpoderes caóticos. Vale maratonar!

Ainda no universo Marvel, “WandaVision” foi um divisor de águas. Além de expandir brilhantemente o MCU na TV, trouxe conceitos inovadores ao misturar sitcoms clássicas com reviravoltas dignas de novela mexicana, tudo embalado pelo carisma de Elizabeth Olsen e Paul Bettany. Sem spoilers, mas se prepare para teorias, memes e aquela vontade de reassistir tudo só pra entender os easter eggs.

E por falar em Marvel, “Loki” e “Cavaleiro da Lua” (“Moon Knight”) também merecem estar no seu radar. “Loki” levou o caos multiversal a outro nível, combinando viagens no tempo, versões alternativas e o charme inegável de Tom Hiddleston. A série rendeu debates filosóficos (e fanarts maravilhosas), enquanto “Cavaleiro da Lua” apostou em drama psicológico e mitologia egípcia, com Oscar Isaac entregando múltiplas personalidades com maestria.

Mas não só de Marvel vive o herói! A DC acertou em cheio com “Peacemaker”, spin-off de “O Esquadrão Suicida”. John Cena mostra que sabe, sim, atuar (e dançar!), e entrega uma mistura de humor sarcástico, ação insana e críticas sociais. Sério, se você não cantarolou a abertura, assista de novo. “Titãs” (“Titans”) também segue como escolha certeira para fãs de equipes e dilemas adolescentes, apostando numa pegada mais sombria e realista. Já “Doom Patrol” vai além do bizarro, misturando drama, comédia e personagens que você nem sabia que precisava conhecer – alguém disse Homem-Negativo?

E como esquecer “Invincible”? A animação da Amazon explodiu cabeças (literalmente) com suas cenas gráficas, roteiro inteligente e reviravoltas chocantes. Baseada na HQ de Robert Kirkman, essa série é perfeita para quem quer fugir um pouco do tradicional e gosta de ver super-heróis em situações… digamos… desconfortáveis.

Entre as novidades, “X-Men ‘97” ganhou destaque ao resgatar o espírito da animação clássica dos anos 1990 com nova roupagem e temas atuais, e “Sweet Tooth”, da Netflix, aqueceu corações com sua mistura de fantasia, esperança e crítica social em meio a um mundo pós-apocalíptico (e veados fofinhos).

Claro, não dá para citar tudo – séries como “Gavião Arqueiro”, “Falcão e o Soldado Invernal”, “Jessica Jones”, “Umbrella Academy” e “Stargirl” também merecem espaço, cada uma com seu charme e abordagem única. A verdade é que nunca foi tão fácil achar um super-herói (ou anti-herói) para chamar de seu.

Então, prepare a pipoca, ajuste o sofá e mergulhe nesse universo que vai muito além do “bem contra o mal”. E sabe aquele momento em que a trilha sonora faz toda a diferença? Dá uma passada no Soundz (https://soundz.com.br), a plataforma de streaming de música grátis onde você pode escutar suas músicas favoritas, criar playlists épicas para suas maratonas e ainda aproveitar uma revista digital cheia de dicas, curiosidades e tendências sobre entretenimento, cultura pop e muito mais. Porque, convenhamos, herói bom é herói bem acompanhado – de uma boa trilha sonora!

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