Os Integrantes Mais Icônicos do Pagode Brasileiro

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Quando pensamos em trilha sonora para churrasco, romance, sofrência ou até mesmo aquela faxina caprichada de domingo, é impossível não lembrar do bom e velho pagode brasileiro. E que tal fazermos uma viagem por alguns dos integrantes mais icônicos desse gênero tão amado? Prepare seu coração (e o tantã, se quiser entrar no clima), porque relembrar esses nomes é quase uma sessão nostalgia com direito a refrão chiclete e muito carisma.

Começando pelo carismático Alexandre Pires, que despontou nos anos 90 como vocalista do Só Pra Contrariar, ficou impossível não se apaixonar pela voz aveludada e pelo sorriso irresistível do mineiro. Alexandre é praticamente patrimônio cultural: vendeu mais de 10 milhões de discos só no Brasil, ganhou Grammys Latinos, levou “Domingo” e “Depois do Prazer” para o mundo todo e ainda teve pique para carreira solo de sucesso, transitando entre samba, pagode, bolero e até parcerias internacionais. Se existe realeza no pagode, Alexandre é, sem dúvida, rei.

Outra estrela que não poderia faltar é Péricles, inconfundível tanto pelo vozeirão quanto pelo carisma sem limites. O “Pericão” ganhou o Brasil à frente do Exaltasamba, grupo que colecionou hits como “Tá Vendo Aquela Lua” e “Livre Pra Voar”, elevando o pagode a outro patamar nos anos 2000. Depois, em carreira solo, Péricles mostrou que quem é bom nunca sai de moda: suas lives na pandemia viraram evento nacional, as músicas nunca deixam as paradas e ele virou referência para uma nova geração de pagodeiros.

Falando no Exaltasamba, não dá para esquecer Thiaguinho, que entrou para o grupo em 2003 e ajudou a revolucionar o estilo. O carisma, a energia e o talento como compositor fizeram de Thiaguinho um dos maiores fenômenos do pagode contemporâneo. “Fugidinha”, “Sou o Cara Pra Você” e “Tá Vendo Aquela Lua” são apenas algumas faixas que marcaram época. Fora do grupo, Thiaguinho brilhou ainda mais: são milhões de seguidores, parcerias com nomes de peso, turnês internacionais e sucessos como “Ousadia & Alegria” e “Caraca, Muleke!”.

Quem é bom nunca sai de moda, mas também nunca está sozinho. Belo é outro nome que representa a resistência do pagode romântico. Lançado à fama com o Soweto na década de 1990, Belo conquistou multidões com sua voz potente e seu estilo sentimental. Canções como “Derê”, “Farol das Estrelas” e “Tua Boca” são hinos de sofrência, mas sempre com aquele balanço que só o pagode sabe dar. Apesar das polêmicas pessoais, Belo permanece relevante, lotando shows e sendo figurinha carimbada nas rádios até hoje.

E por falar em tradição, o grupo Raça Negra merece destaque especial. Liderado por Luiz Carlos, a banda se tornou pioneira do pagode romântico nos anos 90, popularizando o gênero e levando-o para além das periferias. Com mais de 35 anos de estrada e hits como “Cheia de Manias” e “É Tarde Demais”, o Raça Negra é unanimidade nas playlists de todo brasileiro que se preze. Luiz Carlos, aliás, com seu jeito tranquilo e voz inconfundível, é daqueles líderes eternos.

É impossível não lembrar também de Krigor, vocalista original do grupo Art Popular, outro gigante do pagode. Com Krigor à frente, o grupo emplacou sucessos como “Temporal” e “Pimpolho”, conhecidos por misturar ritmos e inovar nos arranjos. O Art Popular ajudou a romper barreiras, levando o pagode para festas universitárias e trilhas sonoras de novelas, mostrando que o ritmo é versátil e para todos os públicos.

Não podemos esquecer Ferrugem, representante da nova geração com um pé fincado na tradição. Ferrugem conseguiu, com seu estilo romântico e letras acessíveis, conquistar todas as idades, ressuscitando o pagode no mainstream e garantindo multidões em shows. Seu álbum “Prazer, Eu Sou Ferrugem” (2018) foi um divisor de águas, e músicas como “Pirata e Tesouro” e “Sinto Sua Falta” são trilhas obrigatórias para corações apaixonados.

O pagode brasileiro é uma verdadeira constelação onde cada estrela brilha à sua maneira, seja pelo timbre único, pelas composições que grudam na mente ou pela presença de palco marcante. Dos veteraníssimos do Raça Negra aos “novatos” como Ferrugem, passando por lendas como Alexandre Pires, Péricles, Belo, Thiaguinho e Krigor, o pagode segue renovando sua magia e conquistando novas gerações. E se você ficou com vontade de escutar um desses clássicos, já sabe: é só dar o play no Soundz (https://soundz.com.br), plataforma de streaming de música grátis, onde você monta sua playlist, escuta tudo do pagode e ainda fica por dentro de uma revista digital recheada de conteúdos de variedades. Pagode bom é pagode compartilhado—e memória boa é aquela que toca no repeat!

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