Prepare-se para segurar o queixo porque ele pode cair a qualquer momento! Se você acha que já viu de tudo no mundo dos videogames, talvez seja hora de repensar. Existem jogos que vão muito além do esperado, entregando finais tão surpreendentes que deixam qualquer filme de Hollywood no chinelo. E, claro, nada de spoilers gratuitos aqui – mas já deixe o controle por perto, porque talvez você se inspire a jogar algum deles logo após esta leitura.
Começando com um clássico: Bioshock. Lançado em 2007, esse jogo parecia “só” mais um FPS com uma ambientação subaquática incrível e uma trama distópica de perder o fôlego. Mas nada preparava o jogador para a reviravolta monumental: a famosa frase “Would you kindly?” (“Você seria tão gentil?”) se transforma no maior plot twist dos games, revelando que toda sua jornada foi manipulada desde o início. Bioshock redefiniu como jogos podem brincar com a percepção do jogador e se tornou referência em narrativa surpreendente.
E quem nunca ouviu falar de The Last of Us? O primeiro jogo já era carregado de emoções, mas The Last of Us Part II, lançado em 2020, inovou ao colocar o jogador no controle não só da protagonista Ellie, mas também de Abby, a “vilã” da história. O final, longe do preto no branco tradicional, expôs o ciclo interminável de vingança e trouxe debates acalorados na internet. Muita gente jurou que terminaria chorando – e cumpriu. Segundo dados da Naughty Dog, o jogo vendeu mais de 4 milhões de cópias na primeira semana, e o final foi tema de análises profundas em canais de games e fóruns de todo o mundo.
Não dá para falar de reviravoltas sem mencionar Red Dead Redemption. O primeiro jogo, lançado em 2010, parecia caminhar para a redenção (desculpe o trocadilho) do protagonista John Marston. Mas, num golpe de mestre, o final transforma o herói em mártir – e deixa o jogador com aquele vazio existencial que só os melhores roteiros conseguem entregar. O impacto foi tão grande que, até 2025, o game ainda aparece em listas de melhores finais de todos os tempos feitas por sites como IGN e Polygon.
Se você gosta de um terrorzinho, Silent Hill 2 é aquele jogo que começa estranho e termina… ainda mais bizarro. Lançado em 2001, ele surpreende ao revelar que tudo não passa de uma manifestação do subconsciente do protagonista, James Sunderland. O final, dependendo das escolhas do jogador, pode variar de surpreendente a completamente insano – incluindo finais alternativos com direito até a invasão alienígena. Isso mesmo, em 2025 ainda tem gente discutindo teorias sobre Silent Hill nos fóruns da internet.
Vamos para algo mais recente: Undertale, lançado em 2015, conquistou uma legião de fãs graças à sua mecânica inovadora de “paz ou violência”. O final do jogo depende totalmente de como você trata os personagens – e alguns desfechos são tão inesperados que viraram memes e lendas na cultura pop gamer. O criador, Toby Fox, declarou em entrevistas que se inspirou em RPGs clássicos para subverter todas as expectativas possíveis, e conseguiu!
E, claro, não podemos esquecer de Portal. No final do primeiro jogo, de 2007, o jogador descobre que a IA GLaDOS não estava tão “desligada” quanto parecia. A música tema “Still Alive” virou hit instantâneo na comunidade geek, e o plot twist garantiu Portal em todas as listas de finais mais geniais da história dos games. Em 2025, ainda é comum ver cosplays e piadas sobre “bolos que são mentira” em eventos de cultura pop.
Falando em finais que explodem cabeças, Metal Gear Solid 2 merece destaque. Lançado em 2001, o jogo foi um dos primeiros a brincar com a ideia de que tudo, inclusive o próprio jogador, estava sendo manipulado. O enredo metalinguístico, cheio de camadas e teorias da conspiração, deixou a galera tão confusa quanto maravilhada – e até hoje, fãs trocam ideias sobre o que Hideo Kojima realmente queria dizer com tudo aquilo.
Se você achava que só jogos estrangeiros tinham finais surpreendentes, é bom lembrar de Horizon Chase Turbo, brasileiro, lançado em 2018. O jogo de corrida homenageia clássicos dos anos 90, mas surpreende com um final nostálgico, capaz de emocionar até os jogadores mais durões com sua homenagem ao legado dos videogames.
E então, já está com vontade de revisitar algum desses títulos? Os finais desses jogos mostram que o universo gamer é muito mais do que apenas gráficos bonitos e gameplay viciante: é também sobre narrativas capazes de mexer com a cabeça e o coração do jogador. Se você curtiu essa viagem pelos maiores plot twists dos videogames, compartilhe nas redes sociais e chame os amigos para a conversa. E lembre-se: na próxima vez que alguém disser que “final de jogo é tudo igual”, já sabe que dá para surpreender – e muito!
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