Plano de Saúde

Vale a Pena Contratar um Plano de Saúde Para Crianças?

Quando o assunto é saúde infantil, não existe espaço para brincadeira (apesar de as crianças serem especialistas no assunto!). Pais, mães, avós, tios e até vizinhos de porta ficam com o coração na mão diante de qualquer resfriado, queda no parquinho ou dor de barriga misteriosa. E aí surge aquela dúvida que inquieta qualquer responsável: vale a pena contratar um plano de saúde para crianças em 2025? Spoiler: a resposta não é tão simples quanto parece, mas vamos destrinchar tudo com fatos, dados e um toque de leveza, porque ninguém merece mais preocupação do que as já causadas por brinquedos espalhados pela casa.

Para começo de conversa, o Brasil está entre os países com maior número de atendimentos em hospitais públicos por causas infantis, segundo dados recentes do DataSUS. Só em 2024, mais de 9 milhões de crianças entre 0 e 12 anos passaram por atendimentos na rede pública. O SUS, nosso Sistema Único de Saúde, é universal e gratuito, mas enfrenta desafios como tempo de espera para consultas com especialistas, dificuldade de encaixe para exames e, em alguns casos, carência de estrutura. Sabemos que criança não espera: uma febre que começa à noite, um machucado no fim de semana — tudo se resolve melhor com agilidade.

É aí que entra o plano de saúde, que promete (e muitas vezes entrega) um tempo de resposta mais rápido, maior acesso a especialistas, realização de exames em clínicas conveniadas, internações em hospitais privados e, claro, aquela tranquilidade para as noites em claro dos pais. O custo, claro, é uma variável importante: segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos infantis em 2025 variam de R$ 150 a R$ 450 por mês, dependendo da faixa etária, cobertura e região do país. Parece caro? Pode até ser, mas há que se colocar na balança os custos de consultas particulares, exames emergenciais e, principalmente, a paz de espírito.

Outro ponto relevante: crianças são, estatisticamente, campeãs de idas ao médico nos primeiros anos de vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, uma criança faz em média 12 visitas por ano ao pediatra até os 5 anos de idade. Isso considerando apenas consultas de rotina, sem contar intercorrências como viroses, alergias, quedas e afins. Ter um plano de saúde pode facilitar esse acompanhamento regular, o que impacta diretamente em diagnósticos precoces e, consequentemente, em tratamentos mais simples e eficientes.

Não podemos esquecer dos imprevistos. Acidentes domésticos, por exemplo, são uma das principais causas de atendimentos emergenciais entre crianças, de acordo com o Ministério da Saúde. Ter acesso rápido a pronto-atendimento faz toda diferença — e ninguém quer esperar quando o assunto é a saúde dos pequenos. Planos de saúde costumam oferecer redes de emergência 24h, algumas com atendimento pediátrico especializado, o que pode ser um divisor de águas em situações delicadas.

Mas, nem tudo são flores no jardim dos planos de saúde. É preciso ficar de olho em carências (o período de espera para usar alguns serviços após a contratação), cobertura geográfica, exclusões contratuais e reajustes anuais — temas que merecem a mesma atenção dada à escolha do brinquedo favorito na loja. Também existem opções interessantes no mercado, como planos familiares, que podem sair mais em conta, e a possibilidade de negociar valores ou buscar alternativas de acordo com a faixa de uso.

Resumindo: vale a pena? Se você busca segurança, agilidade e quer fugir do sorteio de senhas em postos de saúde, um plano de saúde infantil faz bastante sentido — principalmente nos primeiros anos, fase de maior demanda médica. No entanto, é fundamental analisar o orçamento familiar, pesquisar opções e ler muuuito bem o contrato antes de assinar. Afinal, cuidar dos pequenos é coisa séria — mas ninguém precisa perder o bom humor (ou a sanidade) no caminho.

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