Música

Top 10 Letras Polêmicas Entre Jovens e Pais

Quando o assunto é música, não existe geração que não tenha tido aquela canção “proibida” – o tipo de som que faz os adolescentes vibrarem enquanto os pais levantam as sobrancelhas, suspiram ou, no caso dos mais dramáticos, cogitam esconder os fones de ouvido. Afinal, se tem algo que une todas as épocas, é o poder da música de provocar, questionar e até chocar. E cá para nós: nem sempre isso é ruim. Às vezes, é justamente a música polêmica que abre debates, faz pensar e aproxima diferentes pontos de vista – nem que seja para discordar com força no grupo da família. Bora conhecer as 10 letras mais polêmicas entre jovens e pais em 2025? Segura esse top e prepare-se para concordar, discordar ou, quem sabe, até cantarolar baixinho…

Abrindo a lista, não tem como ignorar Anitta com “Envolver”. Desde que lançou o hit, a poderosa causou rebuliço com versos ousados e uma coreografia que virou febre no TikTok. Enquanto jovens amaram a liberdade e sensualidade explícita, muitos pais torceram o nariz para frases como “Eu vou te envolver, fazer você esquecer”. Polêmica? Sim. Sucesso? Também.

Na sequência, “Malvadão 3” do Xamã. O refrão chiclete – “Ela é malvadona, ela é safadona” – foi eleito hino de festas e baladas, mas gerou debates acalorados sobre objetificação. Jovens defendem o empoderamento por meio da letra, enquanto pais prefeririam ouvir uma musiquinha do tempo deles, tipo aquela do Legião Urbana.

É impossível não citar “Verdinha” da Ludmilla, onde a cantora fala abertamente sobre o consumo de cannabis. Apesar do tom descontraído, a letra “Eu fiz um pé lá no meu quintal, tô vendendo a grama da verdinha a um real” fez muitos pais questionarem os limites da liberdade artística versus apologia. A juventude, por sua vez, viu apenas mais um hit divertido.

No universo internacional, Billie Eilish segue sendo campeã de polêmicas com a faixa “Therefore I Am”. O tom irônico e a crítica às expectativas sociais agradaram jovens que se sentem pressionados pela aparência e pelo sucesso, mas pais ficaram de cabelo em pé com a rebeldia embutida em versos como “I’m not your friend or anything”.

“Bola Rebola”, parceria de Tropkillaz, Anitta, J Balvin e MC Zaac, também está sempre em pauta nas discussões familiares. Enquanto os versos sensuais e duplo sentido fazem a alegria dos jovens, tem adulto que não vê diferença entre esse funk e a “dança da garrafa” – ambos, no fim, acabam proibidos nas festinhas de família.

Falando em proibições, “Gaiola é o Troco” de MC Kevin o Chris causou furor em 2023 e segue rendendo debates em 2025. A música, com suas referências ao estilo de vida ostentação e liberdade sexual, é amada nas favelas, mas divide opiniões nos lares mais tradicionais.

Já “Montero (Call Me By Your Name)” de Lil Nas X foi um verdadeiro divisor de águas. A letra fala sobre sexualidade de maneira direta e sem pedir desculpas, algo que inspirou muitos jovens LGBTQIA+, mas gerou desconforto em pais mais conservadores. O videoclipe, com cenas consideradas polêmicas, só aumentou o burburinho.

Em território nacional, Matuê com “Máquina do Tempo” também não passou batido. O rapper aborda temas como drogas, ostentação e relacionamentos tóxicos, e enquanto jovens veem reflexão e representatividade, pais enxergam um possível estímulo ao “caminho errado”.

Outro hit que sempre entra nas discussões é “WAP” de Cardi B e Megan Thee Stallion. Diretamente do inglês, a letra ousada e sem papas na língua causa discussões acaloradas sobre liberdade sexual feminina e a exposição dos corpos. Jovens elogiam a coragem, mas muitos pais preferem nem traduzir.

Por fim, mas não menos importante, “Faz Gostoso” na voz de Anitta (e Madonna, na versão internacional) mistura batida envolvente e letra descarada. O verso “Quando você senta, eu perco a linha” virou meme, trend e motivo de bronca, dependendo de quem está ouvindo.

Entre provocações e reflexões, essas músicas mostram que polêmica e sucesso costumam andar de mãos dadas. E tem mais: cada geração tem sua lista de escândalos musicais – talvez, daqui a alguns anos, essas canções sejam consideradas clássicos inofensivos. Afinal, nada mais vintage que um hit escandaloso do passado, não é mesmo? Enquanto isso, aproveite para escutar todos esses sons, criar sua playlist e, claro, debater à vontade (com respeito, hein?) no Soundz (https://soundz.com.br) – a plataforma de streaming de música grátis, onde você pode escutar músicas, criar playlists e ainda se atualizar com uma revista digital completíssima sobre tudo o que está bombando. Bora dar play na polêmica?

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