“Top 10 Coreografias Icônicas do Axé”

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Se você sobreviveu aos anos 90 e 2000 sem se arriscar em pelo menos uma coreografia de axé, parabéns: você provavelmente era o DJ da festa ou o parente tímido que fugia para a cozinha na hora da dança. Seja qual for o seu caso, é impossível negar o impacto das coreografias do axé na cultura pop brasileira. Mais do que simplesmente músicas animadas, o axé nos legou verdadeiras aulas de aeróbica coletiva, com movimentos coordenados, refrões chiclete e muito, mas MUITO, suingue. Hoje, em 2025, essas coreografias continuam vivas, seja nas festas retrô, nos desafios do TikTok ou nos reels que pipocam nas redes sociais. Pronto para relembrar (e talvez até arriscar uns passinhos)? Então vem com a gente conferir o Top 10 Coreografias Icônicas do Axé!

Começamos, claro, com “Dança da mãozinha”, do Harmonia do Samba. Lançada no final dos anos 90, era impossível ouvir o refrão sem colocar as mãos pra frente e balançar de um lado pro outro, sentindo-se praticamente parte da banda. O movimento simples mas empolgante conquistou crianças, adultos e até quem jurava que não tinha coordenação motora.

Falando em axé contagiante, “Onda Onda (Olha a Onda)” do Tchakabum merece destaque especial. Lançada em 1998, a música trouxe uma coreografia digna de salva-vidas do axé: braços ondulando para um lado e para o outro, simulando a tal onda. Difícil era sair da pista sem ter ouvido pelo menos três repetições seguidas em qualquer festa de aniversário ou casamento.

Já “Dança do Vampiro”, da Asa de Águia, mostrou que axé também sabe brincar com o Halloween. Com direito a dancinhas de mãozinha no pescoço e passos de vampiro, a música virou queridinha das festas infantis e ganhou espaço no repertório de qualquer resenha animada. Afinal, quem é que nunca quis ser vampiro por um minuto, só pelo prazer de fazer a famosa “mordidinha” de mentira?

Se o assunto é energia, “Bate Lata”, do grupo Timbalada, merece destaque. A coreografia que mistura batucadas imaginárias com movimentos de pernas e braços fez sucesso no Carnaval e se tornou quase um ritual para muitos foliões. Era só ouvir a batida que o corpo já sabia o que fazer.

A lista não estaria completa sem “Dança do Quadrado”, do É o Tchan. Lançada em 2004, ela foi um verdadeiro fenômeno, com letras que iam indicando os movimentos: “Sai do chão, entra no quadrado, pula de lado, agora vai pro outro lado”. Difícil mesmo era não se perder no meio do caminho, mas ninguém nunca se importou muito com isso quando a diversão era garantida.

Falando em É o Tchan, impossível ignorar “Segura o Tchan”. Talvez a mais emblemática de todas, essa coreografia foi literalmente um divisor de águas: quem sabia dançá-la era rei na pista, quem não sabia… aprendia rapidinho – ou fingia que sabia, o que também valia! Os passinhos sincronizados e as batidas de quadril à la Compadre Washington marcaram época e continuam animando multidões.

Para quem gosta de desafios, “Ragatanga”, do Rouge, embora seja tecnicamente pop, recebeu forte influência do axé e não poderia ficar de fora. Lançada em 2002, a música trouxe uma coreografia cheia de movimentos de braços cruzados e pulinhos coordenados que virou febre nacional. Se você nunca dançou “aserehe ha dehe”, está na hora de começar.

Voltando ao axé raiz, “Eva”, da Banda Eva (com a voz inesquecível de Ivete Sangalo), conquistou multidões não só pelo refrão nostálgico, mas também pelos movimentos de braços abertos, simulando aquele desejo de liberdade plena. Basta ouvir o “Quando o sol se for…” pra todo mundo levantar os braços em uníssono.

Não podemos esquecer de “Na Boquinha da Garrafa”, outro hit do É o Tchan que foi responsável por muita polêmica, mas também por muita diversão. A coreografia icônica, que simulava o agachar em direção a uma garrafa (de mentirinha, claro!), foi imitada à exaustão e virou sinônimo de ousadia e irreverência.

Encerrando o nosso Top 10, “Vem Neném”, do Harmonia do Samba, que misturava balanço de quadril com movimentos de braços e pernas, literalmente convocando todo mundo pra pista. Lançada em 2001, a música continua sendo um convite irresistível para qualquer geração que queira extravasar.

O axé não é apenas um estilo musical; é uma celebração coletiva, uma forma de expressão corporal que aproxima as pessoas e faz história. Suas coreografias dominaram galpões, clubes, casas e ruas, ajudando a criar momentos inesquecíveis de alegria. E, se você ficou com vontade de relembrar esses passos (ou aprender do zero), aproveite para ouvir esses e muitos outros hits lá na Soundz (https://soundz.com.br), a plataforma de streaming de música grátis onde você pode criar suas playlists, descobrir novidades e curtir uma revista digital cheia de conteúdos variados. Bora dançar?

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