Sertanejo Sofrência Raiz: 15 Clássicos Que Nunca Saem de Moda

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Sertanejo Sofrência Raiz: 15 Clássicos Que Nunca Saem de Moda

Prepare o lencinho, afine a viola e prepare o coração porque vamos embarcar em uma viagem nostálgica pelo universo da sofrência raiz do sertanejo! Sabe aquelas músicas que, não importa a idade, continuam embalando as festas de família, os karaokês, os encontros de amigos e até o churrasco de domingo? Pois é, elas nunca envelhecem, só melhoram com o tempo – e, curiosamente, parecem ficar ainda mais verdadeiras quanto mais a gente vive.

O sertanejo sofrência raiz é um fenômeno que atravessa gerações. Quem nunca se pegou cantando “Evidências” em pleno engarrafamento ou gritou um “Fio de cabelo” com aquela pontinha de drama? Esse repertório carrega mais do que melodias marcantes: são histórias de amor, desilusões, reencontros e partidas que fizeram e ainda fazem muita gente sorrir, chorar, rir de si mesmo e, claro, brindar à vida.

Separamos 15 clássicos desse universo que seguem firmes e fortes em 2025, aparecendo em trilhas de novelas, listas de reprodução e memes nas redes sociais. Prontos para reviver (ou descobrir) esses hinos?

1. “Evidências” – Chitãozinho & Xororó
Impossível começar sem ela. Lançada em 1990, “Evidências” é praticamente o hino nacional dos corações partidos. Vai dizer que você nunca cantou o refrão a plenos pulmões? A música virou tema de casamentos, separações, reconciliações e até memes – e, 35 anos depois, continua um verdadeiro fenômeno.

2. “Fio de Cabelo” – Chitãozinho & Xororó
Outra da dupla lendária, “Fio de Cabelo” (1982) fala do drama de encontrar um fiozinho revelador na roupa do amado. A faixa impulsionou o sertanejo a um novo patamar nacional, vendendo mais de 1,5 milhão de cópias. Até hoje, é referência em sofrência clássica.

3. “Telefone Mudo” – Trio Parada Dura
Composta por Franco em 1980, essa canção virou símbolo da sofrência sertaneja. Quem nunca ficou na esperança de receber aquela ligação e acabou com o telefone mudo? O Trio Parada Dura eternizou o drama com letras e timbre inconfundíveis.

4. “Ainda Ontem Chorei de Saudade” – João Mineiro & Marciano
Lançada em 1988, essa música traduz o sentimento de quem não consegue superar um grande amor. Com versos doloridos e uma melodia marcante, ela segue sendo trilha sonora de muita gente.

5. “Boate Azul” – Joaquim & Manuel
Apesar de ganhar fama nacional na voz do cantor Benedito Seviero, foi Joaquim & Manuel que lançaram a música. Composta por Benedito Seviero e Vicente Dias, “Boate Azul” é sinônimo de madrugada, dor-de-cotovelo e copo sempre cheio.

6. “Pense em Mim” – Leandro & Leonardo
Nos anos 90, Leandro & Leonardo deram voz a esse clássico, que fala sobre o desejo de ser lembrado por um antigo amor. O refrão é daqueles que grudam e nunca mais saem da cabeça, perfeito para o karaokê.

7. “Página de Amigos” – Chitãozinho & Xororó
Mais uma vez, a dupla mostra seu poder em músicas de sofrência. “Página de Amigos” (1997) mistura nostalgia, amizade e amor perdido, com uma melodia inconfundível.

8. “Dormi na Praça” – Bruno & Marrone
No início dos anos 2000, Bruno & Marrone explodiram com essa música. A letra narra a saga de alguém expulso de casa pela amada e que, sem rumo, acaba dormindo na praça. O drama é tanto que virou meme e continua atual!

9. “Frio da Solidão” – Gian & Giovani
Com melodia envolvente, essa música dos anos 90 fala da solidão de quem perdeu o amor. Gian & Giovani sempre foram mestres na arte de embalar corações partidos.

10. “Menino da Porteira” – Sérgio Reis
Originalmente lançada nos anos 1950, “Menino da Porteira” ficou eternizada na voz de Sérgio Reis nos anos 1970. Fala de saudade e despedida, temas centrais na sofrência raiz.

11. “Chora, Me Liga” – João Bosco & Vinícius
Já quase no fim dos anos 2000, essa música entrou pra lista dos hinos modernos da sofrência, com refrão chiclete e muita emoção. Mesmo jovem, já é um clássico.

12. “Dama de Vermelho” – Trio Parada Dura
Mais uma do Trio Parada Dura, que sabe como ninguém falar de desilusão amorosa. “Dama de Vermelho” é a trilha perfeita para quem busca um pouco de drama – e quem não gosta de um pouco de drama, né?

13. “Espinheira” – Matogrosso & Mathias
Lançada nos anos 80, representa bem o estilo voz e violão, falando dos espinhos do amor e das dores de quem ama demais.

14. “Estrada da Vida” – Milionário & José Rico
A dupla Milionário & José Rico, conhecida como “As gargantas de ouro”, marcou gerações com essa canção de 1977, que fala sobre as batalhas e aprendizados da vida.

15. “Não Aprendi Dizer Adeus” – Leandro & Leonardo
Finalizando a lista com mais um sucesso da dupla, essa música de 1991 fala da dificuldade de deixar partir quem se ama. Se você nunca chorou ouvindo essa, talvez só esteja escondendo o jogo!

Esses clássicos não só resistiram ao tempo como serviram de inspiração para novas gerações de sertanejos. Prova disso é que muitos desses hits vivem sendo regravados ou viralizados em challenges nas redes sociais. E, claro, são figurinhas carimbadas nas playlists de sofrência, seja para lembrar de um amor antigo, seja para curtir aquele momento introspectivo.

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