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Pagode dos Anos 90 ou Atual: Qual é o Melhor? Vote Aqui!

Pagode dos Anos 90 ou Atual: Qual é o Melhor? Vote Aqui!

Você já se pegou cantando “Me Apaixonei Pela Pessoa Errada” em pleno metrô ou abrindo um sorriso ao ouvir um refrão de Dilsinho na rádio? Pois bem, se você é como a maioria dos brasileiros, o pagode é trilha sonora de pelo menos um capítulo da sua vida. Mas aí surge a pergunta que não quer calar: pagode dos anos 90 ou pagode atual, qual é o melhor? Prepare-se, porque vamos mergulhar nessa disputa amigável — ou quase!

Para começar, é impossível falar de pagode sem lembrar dos anos 90. Aquela época dourada em que grupos como Só Pra Contrariar, Raça Negra, Exaltasamba, Art Popular e Katinguelê dominavam as paradas (e as festas de família!). Com letras românticas, refrões pegajosos e muito suingue, o pagode noventista virou fenômeno nacional. Em 1997, por exemplo, Só Pra Contrariar lançou o álbum “Depois do Prazer”, que vendeu mais de 3 milhões de cópias, consagrando Alexandre Pires como um dos maiores nomes da música brasileira. Já o Raça Negra fez história com “Cheia de Manias”, que se tornou uma das músicas mais tocadas de todos os tempos no país!

Não é exagero dizer que o pagode dos anos 90 criou uma legião de fãs fiéis. Era aquele momento em que as coreografias surgiam de improviso, os shows lotavam ginásios e a cada esquina tocava um hit diferente. O pagode daquela época era democrático: falava de amor, de sofrência, de festas e de superação, sempre com bom humor e aquela batida inconfundível.

Por outro lado, o pagode atual vem mostrando fôlego de sobra. Novos nomes como Ferrugem, Dilsinho, Sorriso Maroto, Thiaguinho e Menos é Mais trouxeram modernidade ao gênero, misturando referências do pop, do R&B e até do rap. As letras ganharam contornos mais urbanos, com temas que vão desde relacionamentos até autoestima e empoderamento. E, claro, a tecnologia mudou tudo: hoje, uma música pode viralizar no TikTok antes mesmo de tocar no rádio, e playlists de pagode ocupam o topo do Spotify Brasil com frequência.

Só para ter uma ideia, Ferrugem foi o artista de pagode mais ouvido no streaming em 2023, segundo relatório da Pro-Música Brasil. Já Menos é Mais, com seu “Pagodeira” lançado em 2024, reuniu milhões de visualizações no YouTube e ajudou a renovar o público do gênero, conquistando até quem nunca tinha colocado um tantã na playlist. E não dá pra esquecer das colaborações: o pagode atual adora um feat, já teve parcerias com Ivete Sangalo, Léo Santana, Pabllo Vittar e até Anitta — é diversidade musical elevadíssima!

Mas e aí, onde essa disputa nos leva? O pagode dos anos 90 tem aquela nostalgia gostosa, um sentimento de pertencimento e memória afetiva que faz qualquer coração bater mais forte. Já o pagode atual é inovador, antenado, conversa com a nova geração e prova que o gênero nunca para de se reinventar. Não é à toa que, segundo pesquisa do Datafolha, o pagode segue entre os cinco estilos preferidos do brasileiro em 2025, independentemente da década.

Agora queremos saber: para você, qual é o melhor? O pagode raiz dos anos 90 ou o pagode moderno que embala as playlists de hoje? Comenta, compartilha e, claro, vote! E para entrar ainda mais no clima, acesse o Soundz (https://soundz.com.br), a plataforma de streaming de música grátis onde você pode escutar todos esses clássicos, montar sua playlist personalizada e ainda conferir uma revista digital cheia de conteúdos legais sobre música, cultura e muito mais. Bora fazer barulho nessa disputa, porque pagode bom é pagode que a gente sente no coração!

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