Se você já passou horas enfrentando chefões impossíveis, gritando de frustração para a tela ou até mesmo jogando o controle longe (calma, ninguém aqui vai te julgar!), sabe que existem vilões nos games que são simplesmente inesquecíveis – seja pelo grau de desafio, pela crueldade ou pelo puro carisma do mal. Mas afinal, quais são os piores vilões dos games de todos os tempos? Prepare-se para uma viagem pelo universo dos antagonistas mais detestáveis, temidos e, acredite, até admirados do mundo dos videogames.
É impossível falar de vilões sem mencionar Bowser, o famigerado inimigo do Mario. Desde 1985, o Rei Koopa já sequestrou a Princesa Peach mais vezes do que podemos contar nos dedos das mãos e dos pés juntos. E mesmo quando parece que ele vai se redimir, lá está ele de novo, soltando fogo, pisando forte e inventando planos mirabolantes para acabar com o nosso encanador favorito. Bowser se tornou praticamente o símbolo do antagonismo nos games, e não é à toa: ele conseguiu conquistar gerações inteiras, seja pelo desafio ou pelo seu jeitão caricato, meio assustador, meio carismático.
Agora, se você curte um vilão mais sombrio, provavelmente já perdeu algumas noites de sono por causa de Sephiroth, de Final Fantasy VII. Considerado um dos antagonistas mais complexos e icônicos da história dos videogames, Sephiroth não apenas aterrorizou jogadores com sua Masamune gigante, mas também chocou o mundo gamer em 1997 ao protagonizar uma das cenas mais marcantes de todos os tempos: a morte de Aerith. Sua trilha sonora, sua motivação profunda e aquela aura de mistério fazem dele um vilão amado e odiado na mesma medida – uma façanha digna de nota.
E falando em personagens que dão arrepios, como não citar Albert Wesker, de Resident Evil? O ex-chefe dos S.T.A.R.S. e rosto por trás de tantas tragédias em Raccoon City é o tipo de vilão que nunca morre (literalmente). Sua capacidade de manipular, sua frieza calculista e as reviravoltas em sua história tornaram Wesker o pesadelo de muitos jogadores desde 1996. Além disso, o cara simplesmente não cansa de inventar vírus para destruir o mundo – talvez ele só precise de um hobby mais saudável, como criar playlists no Soundz, quem sabe?
Mas não é só de vilões clássicos que vive o universo gamer. Recentemente, The Last of Us Part II colocou Abby e Joel no centro de uma discussão intensa sobre moralidade. Há quem veja ambos como vilões em diferentes pontos da história, levantando uma questão: até que ponto um vilão é realmente “mau”, ou apenas alguém com motivações diferentes? Em 2020, o jogo dividiu opiniões e mostrou que, às vezes, o pior vilão pode ser o próprio jogador – ou pelo menos nossas escolhas dentro do game.
Claro, não podemos esquecer do lendário Ganondorf, de The Legend of Zelda. O Rei do Mal (ou Gerudo mais famoso de Hyrule) já tentou dominar o mundo e destruir Link de todas as formas imagináveis. Sua presença imponente, poderes mágicos e aquela risadinha de canto de boca fazem dele um dos maiores vilões já criados pela Nintendo. Não importa quantas vezes você o derrote: Ganondorf sempre volta, renovado e mais perigoso.
Para fechar com chave de ouro, que tal citar o vilão mais inesperado de todos? Quem já jogou Portal jamais esquece da inteligência artificial GLaDOS. Ela começa como uma assistente aparentemente inofensiva, mas logo revela seu lado sádico e irônico – tudo embalado por uma trilha sonora deliciosa e piadas ácidas. GLaDOS não quer apenas testar suas habilidades: ela quer ver você se perder, enlouquecer e, claro, ser “queimado vivo” – tudo com humor britânico de primeira.
Fato é: os piores vilões dos games marcam nossas memórias não só pela maldade, mas por nos desafiarem a superar limites, repensar escolhas e, no fim das contas, contar ótimas histórias para os amigos. Seja você #TeamBowser, #TeamSephiroth ou #TeamGanondorf, uma coisa é certa: sem esses antagonistas, nossos jogos favoritos seriam muito mais sem graça.
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