Se tem um tema que rende papo entre papais, mamães, tias, avós e curiosos em geral é a boa e velha amamentação. Parece que todo mundo tem uma história, uma dica ou uma superstição sobre o assunto. A verdade é que, ao redor do peito materno, surgem mitos dignos de novela mexicana — tem até quem diga que tomar canjica aumenta o leite! Mas, antes que você corra para o fogão ou para o Google, vamos separar o joio do trigo e falar sobre os principais mitos e verdades sobre a amamentação do bebê, usando informação baseada em fatos, ciência e um pouco de leveza. Porque, convenhamos, esse papo merece ser sincero, acolhedor e, claro, gostoso de ler.
Primeiro, vamos ao ponto-chave: o leite materno é considerado o alimento mais completo para o bebê nos primeiros meses de vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação exclusiva é recomendada até os 6 meses de idade, sem necessidade de chás, sucos ou água. Sério, pode confiar nessa informação: nem água precisa! O leite materno possui tudo o que o bebê necessita nesse comecinho de vida, incluindo água suficiente para saciar a sede.
Agora, hora de derrubar alguns mitos que rondam os bate-papos de família. Um dos campeões é aquele de que algumas mulheres “não têm leite suficiente” ou que “seu leite é fraco”. Eis a verdade nua e crua: na imensa maioria dos casos, todas as mães produzem a quantidade adequada de leite para o seu bebê. O que pode acontecer é uma pega incorreta, ou seja, o bebê não está mamando direito, dificultando a extração do leite e, consequentemente, a produção. Mas o leite “fraco”? Isso não existe, viu? O que pode variar é o aspecto do leite durante a mamada: no começo, ele é mais líquido para matar a sede; no final, mais encorpado e cheio de gordurinhas do bem para saciar a fome. Moral da história: todo leite materno é potente!
Outro mito que merece o troféu de “fake news” é o que diz que amamentar dói. A verdade é que, no início, pode haver um certo incômodo enquanto o corpo se adapta, mas dor constante não é normal e geralmente indica problema na pega, fissuras ou até infecção. Então, se estiver doendo, procure auxílio de um profissional capacitado — bancos de leite e consultoras de amamentação estão aí para ajudar.
E tem mais: muita gente acredita que alguns alimentos podem aumentar a produção de leite, aquela velha história da canjica, cerveja preta ou qualquer outra receita de vó. O que realmente faz diferença é a frequência das mamadas e a boa hidratação. Quanto mais o bebê mama, mais leite a mãe produz. É a famosa lei da oferta e da procura, versão mamadeira-free. Então, aquela desculpa para tomar cerveja preta durante a amamentação pode ser deixada só para o churrasco do fim de semana — e, de preferência, sem álcool, já que o consumo de bebidas alcoólicas não é recomendado para mães que amamentam.
Ah, e não podemos esquecer aquele conselho que passa de geração para geração: “Se o bebê mama no peito, ele não pode usar chupeta nem mamadeira”. Olha, tem um fundo de verdade aí. O uso desses itens pode, sim, atrapalhar a amamentação, pois confunde o padrão de sucção do bebê, podendo levar ao desmame precoce. No entanto, cada família tem sua rotina e necessidades, então o importante é informação e acompanhamento profissional.
“Amamentar emagrece”, já ouviu essa? Pois é, não é só papo de influencer fitness! Durante a amamentação, o corpo da mulher gasta energia para produzir leite — cerca de 500 calorias extras por dia. Mas calma lá: perder peso depende de vários fatores, incluindo alimentação e genética. Não vá começar a dieta dos comerciais só contando com o peito, hein?
Agora, uma verdade que merece ser celebrada: amamentar fortalece o vínculo emocional entre mãe e bebê, além de proteger contra doenças, alergias e até obesidade. Para a mãe, ainda reduz o risco de câncer de mama e ovário. É praticamente um superpoder materno, só que real.
No fim das contas, amamentar é um ato natural, mas não necessariamente fácil. Cada mãe e bebê têm sua história, seus desafios e vitórias. O mais importante é informação de qualidade, apoio e, claro, muito carinho. E, entre uma mamada e outra, que tal relaxar ouvindo aquela playlist favorita? No Soundz (https://soundz.com.br), você curte músicas grátis, cria playlists e ainda se informa com uma revista digital cheia de dicas, curiosidades e temas variados. Porque, afinal, a vida com bebê merece trilha sonora e informação boa de verdade!
































