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Os Maiores Fails da História dos Games

Se você é gamer, provavelmente já viveu aquela experiência amarga de esperar meses (ou anos) por um lançamento, só para descobrir que o jogo era um verdadeiro desastre. Prepare-se para relembrar, rir (ou chorar) e compartilhar: vamos falar dos maiores fails da história dos games – aqueles momentos épicos em que tudo deu tão errado que só nos restou o meme.

Quem aí se lembra de E.T. para Atari 2600? Lançado às pressas em 1982 para aproveitar o hype do filme, o jogo era praticamente impossível de entender e jogar. O fracasso foi tão retumbante que milhões de cartuchos acabaram enterrados no deserto do Novo México, uma história que virou até documentário (“Atari: Game Over”). E a lenda é verdade, viu? Em 2014, encontraram mesmo as relíquias soterradas. Clássico fail raiz, que quase afundou a indústria dos videogames inteira.

Avançando algumas décadas, impossível não citar o lançamento de Cyberpunk 2077. Depois de quase uma década de hype, marketing agressivo e promessa de revolução, o jogo chegou em dezembro de 2020 todo bugado. Personagens atravessavam paredes, carros voavam do nada, e a performance nos consoles da geração passada era de chorar no banho. O caos foi tamanho que a Sony removeu o título da PlayStation Store e a CD Projekt Red precisou reembolsar geral. O patch veio, o jogo melhorou, mas a mancha ficou. Lição aprendida: hype demais pode ser o vilão final.

E as microtransações polêmicas de Star Wars: Battlefront II em 2017? O sistema de loot boxes era tão injusto que você precisava jogar centenas de horas (ou gastar uma fortuna real) para liberar personagens clássicos como Darth Vader. A comunidade fez tanto barulho que a EA tomou um dos maiores dislikes do Reddit e precisou mudar o sistema inteiro. Esse fail virou exemplo de como não tratar seus fãs – e de como gamers unidos jamais serão vencidos.

Agora, vamos falar de No Man’s Sky. Prometido como uma experiência de exploração quase infinita, com planetas únicos e multiplayer de verdade, o jogo chegou em 2016 como um planeta de expectativas frustradas. Bugs, recursos prometidos e não entregues e um universo mais vazio do que a geladeira depois do fim de semana. O estúdio Hello Games correu atrás do prejuízo e transformou o jogo nos anos seguintes, mas o lançamento foi um fail de proporções galácticas.

E tem outro clássico: SimCity 2013. A franquia era amada, mas o reboot chegou com servidores instáveis, DRM obrigatório e bugs que impediam até de jogar offline. Imagina: um jogo de simulação de cidade onde você não consegue nem entrar na sua própria cidade? O povo ficou tão revoltado que a Maxis, estúdio por trás do game, nunca mais foi a mesma.

Sem esquecer da Konami ao lançar e logo cancelar Silent Hills PT em 2015. O teaser jogável fez tanto sucesso que, quando o projeto foi cancelado, o público ficou órfão. Até hoje, PT é cultuado e disputado em consoles que ainda possuem o demo instalado – virou relíquia digital e meme eterno da “grande promessa que não veio”.

Ah, e para fechar com chave de ouro: Anthem, da BioWare, lançado em 2019. O jogo prometia ser a resposta ao Destiny, mas entregou uma experiência repetitiva, cheia de problemas de design e bugs. O fracasso foi tão grande que a BioWare cancelou os planos para a grande reformulação (chamada de “Anthem NEXT”) e basicamente abandonou o projeto. Virou sinônimo de decepção.

A lista poderia ser muito maior: Fallout 76, Aliens: Colonial Marines, Duke Nukem Forever, Sonic the Hedgehog de 2006… O mundo dos games é assim: entre acertos épicos e fails históricos, a próxima tela nunca tem garantia de “continue”.

Curtiu relembrar esses micos? Compartilhe com aquele amigo que ainda defende um desses títulos nos debates do grupo! E se bateu a bad, relaxa ouvindo sua trilha sonora favorita no Soundz (https://soundz.com.br) – a plataforma de streaming de música grátis para você escutar músicas, criar playlists e curtir uma revista digital cheia de temas variados, inclusive sobre games. Porque aqui o game nunca acaba!

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