Você já reparou como alguns filmes simplesmente não envelhecem? Não importa quantos anos passem, algumas obras do cinema mundial continuam fascinando plateias, gerando debates acalorados e inspirando memes – sim, até clássicos merecem um gif digno! Mas o que faz um filme ser considerado um “clássico”? Talvez seja o impacto na cultura pop, a influência sobre gerações inteiras de diretores ou aquele plot twist que até hoje deixa todo mundo embasbacado. Seja qual for o motivo, uma coisa é certa: os maiores clássicos do cinema mundial merecem nosso respeito, nossa pipoca e, claro, aquele espaço especial na lista de favoritos.
Começando pelo começo, impossível não citar “E o Vento Levou” (1939), dirigido por Victor Fleming. Uma das produções mais ambiciosas de Hollywood, o filme ganhou oito Oscars e ficou marcado por sua grandiosidade, trilha sonora inesquecível e, claro, as frases icônicas de Scarlett O’Hara. Da mesma época, surge “Casa Blanca” (1942), com Humphrey Bogart e Ingrid Bergman. Se você nunca ouviu alguém dizer “Toca de novo, Sam”, talvez precise repensar suas amizades (ou pelo menos assistir ao filme!).
Pulando algumas décadas, chegamos ao mestre Alfred Hitchcock e o seu “Psicose” (1960), responsável por mudar para sempre o conceito de suspense no cinema. O famoso chuveiro nunca mais foi o mesmo depois daquela trilha sonora, hein? E falando em trilha sonora, não tem como esquecer de “O Poderoso Chefão” (1972), dirigido por Francis Ford Coppola. Com atuações de Marlon Brando, Al Pacino e uma sequência de cenas memoráveis, o filme consolidou-se como referência máxima do gênero máfia. A propósito: quantos de nós já tentaram imitar a voz do Don Corleone em alguma reunião de família?
Claro que não podemos deixar de lado o cinema europeu, que também deu sua contribuição de peso. “La Dolce Vita” (1960), de Federico Fellini, trouxe uma visão ousada e crítica sobre a alta sociedade italiana, enquanto “O Sétimo Selo” (1957), de Ingmar Bergman, redefiniu os limites da arte cinematográfica ao colocar um cavaleiro para jogar xadrez com a Morte – fala sério, originalidade é pouco! E para quem gosta de suspirar, “Bonequinha de Luxo” (1961), com Audrey Hepburn, continua sendo referência de estilo e charme.
O cinema oriental também tem clássicos de peso. “Os Sete Samurais” (1954), do genial Akira Kurosawa, influenciou o gênero de ação e aventura em todo o mundo – inclusive, foi inspiração direta para “Sete Homens e um Destino”. Já “A Viagem de Chihiro” (2001), de Hayao Miyazaki, não é apenas um clássico moderno da animação japonesa, mas também o primeiro (e até hoje único) anime a conquistar o Oscar de Melhor Animação, conquistando públicos de todas as idades com sua criatividade e profundidade.
Não dá para esquecer dos blockbusters de Hollywood que mudaram o rumo da sétima arte. “Star Wars: Uma Nova Esperança” (1977) não só inaugurou uma galáxia inteira de fãs como também revolucionou os efeitos especiais; “Tubarão” (1975), de Steven Spielberg, foi o responsável por fazer muita gente pensar duas vezes antes de dar um mergulho no mar; e “Forrest Gump: O Contador de Histórias” (1994) nos ensinou que a vida é mesmo como uma caixa de chocolates: cheia de surpresas.
Se o assunto é representatividade, “Pulp Fiction: Tempo de Violência” (1994), de Quentin Tarantino, trouxe uma narrativa fragmentada, diálogos afiados e uma trilha sonora que grudou na cabeça de todo mundo. Outro destaque, “Cidade de Deus” (2002), dirigido por Fernando Meirelles, mostrou que o cinema brasileiro pode, sim, brilhar no mundo inteiro, recebendo quatro indicações ao Oscar e uma legião de fãs internacionais.
Chegando nos anos 2000, “O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei” (2003) marcou história ao levar 11 Oscars para casa, igualando-se a “Ben-Hur” e “Titanic” como os maiores vencedores da premiação. E como falar de clássicos sem citar “Titanic” (1997)? O romance trágico de Jack e Rose fez multidões chorarem, bateu recordes de bilheteria e até hoje é lembrado pelos memes com a Rose e sua “generosidade” na porta flutuante.
Os maiores clássicos do cinema mundial transcendem gerações, estilos e fronteiras. Seja no suspense, no romance, na ação ou na comédia, essas obras comprovam que boas histórias nunca saem de moda. Então, se você ficou animado para (re)descobrir esses filmes, aumente a trilha sonora da sua maratona com as playlists do Soundz (https://soundz.com.br), a plataforma de streaming de música grátis onde você pode escutar músicas, criar suas playlists e ainda se informar com uma revista digital completíssima sobre cinema, cultura pop, variedades e muito mais. Afinal, todo grande filme pede uma boa trilha sonora – e quem sabe, uma pitada de Soundz para embalar sua sessão!
