Se você é daqueles que já pensou em largar tudo para seguir uma banda em turnê, ou se pelo menos já desejou estar no meio de uma multidão enlouquecida por música ao vivo, este artigo é para você! Vamos embarcar juntos em uma viagem pelos festivais de música mais inesquecíveis da história. Prepare-se: nostalgia, curiosidades e até aquele ataque de FOMO (medo de ter perdido algo) estão garantidos. E se, no final, bater a vontade de ouvir um som, a gente dá a dica perfeita para resolver isso rapidinho!
Quando falamos em festivais lendários, é impossível não começar por Woodstock. No lendário verão de 1969, cerca de 400 mil pessoas desafiaram chuva, lama (muita lama!) e trânsito quilométrico para assistir a três dias de pura celebração à música e à paz. O line-up? Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who, Santana, entre outros nomes que ajudaram a definir o rock e a contracultura. O festival se tornou um símbolo de uma geração – e, cá entre nós, até hoje é referência quando o assunto é evento inesquecível.
Avançando no tempo, chegamos ao Live Aid, de 1985, que conseguiu o feito de unir dois continentes em um só espetáculo. Realizado simultaneamente em Londres e Filadélfia, o evento buscava arrecadar fundos para combater a fome na Etiópia. Com performances marcantes de Queen (sim, o famoso “Radio Ga Ga” e “We Are The Champions” que Freddie Mercury eternizou), U2, David Bowie, Madonna, Elton John e tantos outros, o festival foi assistido por cerca de 1,5 bilhão de pessoas em 150 países. Quer falar em impacto global? Está aí o exemplo!
O festival brasileiro Rock in Rio também merece seu lugar no pódio dos inesquecíveis. Iniciado em 1985, o evento já levou ao público nomes como Queen, AC/DC, Guns N’ Roses, Beyoncé, Rihanna, Iron Maiden e muitos artistas nacionais. Quem sobreviveu à lama do Rock in Rio 1, viu a energia da Cidade do Rock e testemunhou o Brasil entrar de vez na rota dos megaeventos musicais. Desde então, o festival se espalhou para Lisboa, Madri e Las Vegas, mas o DNA do evento segue verde e amarelo.
Outro marco que não dá para esquecer é o Glastonbury Festival, no Reino Unido. Fundado em 1970, o Glastonbury se tornou sinônimo de diversidade musical e experiências únicas (alguém falou em campos cobertos de barracas e gente fantasiada de tudo quanto é coisa?). Por lá já passaram nomes como The Rolling Stones, Radiohead, Beyoncé, Adele, Paul McCartney e Kendrick Lamar. O festival conquista não apenas pelo line-up, mas pela vibe de comunidade, arte e sustentabilidade. E, falando sério, quem nunca quis se perder (ou se encontrar) nos campos de Pilton?
Nos Estados Unidos, além de Woodstock, o Coachella desponta como um dos festivais mais badalados do século XXI. Desde 1999, o evento reúne milhares de fãs no deserto da Califórnia, em Indio. O diferencial? Além dos shows de arrepiar (Beyoncé em 2018, com direito a reunião do Destiny’s Child, quebrou a internet), o Coachella se destaca pelo visual, instalações de arte, moda e aquele clima hipster que virou tendência mundial. Quem nunca ouviu alguém dizendo “um dia ainda vou ao Coachella”?
O Lollapalooza também faz história desde 1991, quando Perry Farrell, do Jane’s Addiction, resolveu criar um festival itinerante para marcar a despedida da banda. O evento se transformou rapidamente em símbolo da cultura alternativa, revelando bandas como Pearl Jam, Nine Inch Nails e Rage Against the Machine. Hoje, o Lolla roda o mundo, com edições em São Paulo, Argentina, Chile, Alemanha, França e mais.
E para quem curte eletrônica, Tomorrowland é daqueles sonhos de consumo. Criado na Bélgica em 2005, o festival ganhou fama mundial pelas produções grandiosas, com palcos que parecem saídos de um conto de fadas futurista. DJs como Tiësto, Armin van Buuren, David Guetta e Martin Garrix já comandaram o som para plateias de mais de 400 mil pessoas, que viajam de todos os cantos do planeta para viver essa experiência única.
Não podemos esquecer de outros festivais marcantes como o Montreux Jazz Festival na Suíça, que desde 1967 eleva o jazz (e muitos outros estilos) a outro patamar; o Reading & Leeds, na Inglaterra, tradição do rock britânico; e o Roskilde, na Dinamarca, que desde 1971 mistura música, ativismo e cultura para criar um dos festivais mais respeitados da Europa.
Claro, a lista poderia seguir com Burning Man, Primavera Sound, Fuji Rock, South by Southwest e tantos outros. O que todos esses eventos têm em comum? Eles transformaram multidões em tribos, deram palco para momentos históricos da música e, principalmente, criaram memórias inesquecíveis para quem teve (ou teria) a sorte de estar lá.
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