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Os destaques da arte contemporânea que estão sendo trend na mídia em 2025

Se você pensou que arte contemporânea era coisa de museu silencioso e galerista sisudo, prepare-se para atualizar suas referências! Em 2025, a cena contemporânea está mais viva do que nunca, ocupando não só museus, mas também ruas, telas de celulares e até o seu feed do Instagram. São artistas que dialogam com tecnologia, sustentabilidade, diversidade e, claro, aquela pitadinha de polêmica que faz a internet ferver.

Um dos grandes nomes que estão dominando manchetes é a brasileira Gabriela Monroy, cuja instalação “Pulso Orgânico” foi capa da ArtReview em março. Unindo biotecnologia e artes visuais, Monroy utiliza organismos vivos para criar murais que respiram, em uma crítica visual ao impacto humano sobre a natureza. Seu trabalho viralizou no TikTok após visitantes registrarem a respiração sincronizada dos painéis, criando um burburinho sobre arte interativa e meio ambiente.

Falando em viralizar, quem também bombou em 2025 foi Noah Kim, sul-coreano residente em Nova York, que está revolucionando a pintura com telas que mudam de cor conforme a luminosidade do ambiente. Batizada de “Luz em Fluxo”, a série conquistou desde o MoMA até galerias virtuais de NFT, unindo o tradicional e o digital sem perder o rebolado. Kim já é considerado um dos grandes nomes da chamada “arte imersiva”, tendência que só cresce desde 2023.

Outro destaque é o coletivo nigeriano AfroTechArt, que mistura cultura ancestral com inteligência artificial para criar esculturas digitais interativas. Eles causaram alvoroço no SXSW 2025 ao apresentar uma instalação onde o público podia interagir com avatares inspirados em mitologia iorubá, enquanto trilhas sonoras originais criadas por IA embalavam a experiência. É arte, é tecnologia, é afrofuturismo e, claro, é trend.

No Brasil, a arte urbana também segue forte, com nomes como Luan Sabará, que lotou galerias em São Paulo e ganhou exposição itinerante pelo interior do país. Seu mural “Brasil em Cores”, pintado na zona leste paulistana, virou ponto turístico e figurinha carimbada no Instagram, impulsionando debates sobre ocupação do espaço público e democratização da arte.

Não dá para falar de arte contemporânea em 2025 sem citar a febre dos “projetos colaborativos”. Plataformas como ArtShare e CollabCanvas permitiram que milhares de pessoas cocriassem obras de arte digital em tempo real. A exposição “Mosaico Global”, resultado dessas colaborações, foi destaque em Berlim e já soma mais de 7 milhões de participações online. A ideia de que “todo mundo pode ser artista” nunca esteve tão em alta.

E claro, os NFTs seguem no jogo, mas agora com foco em projetos sustentáveis e engajamento social. Artistas como Luna Rivera, do México, estão criando NFTs que financiam ações comunitárias em bairros periféricos de grandes cidades latino-americanas. A conexão entre arte digital e transformação social foi um dos tópicos preferidos de podcasts e matérias em grandes portais neste ano.

A arte contemporânea de 2025 é híbrida, colaborativa, tecnológica e ultra conectada. Seja em galerias tradicionais, exposições digitais ou murais urbanos, ela propõe debates necessários e convida o público a fazer parte da criação. E se você quer ficar por dentro de tudo o que é trend – de cultura pop à música gratuita – não deixe de conferir o Soundz (https://soundz.com.br), a plataforma de streaming de música grátis onde você escuta suas faixas preferidas, monta playlists do seu jeito e ainda mergulha numa revista digital cheia de conteúdos variados, de arte a novidades tecnológicas. Vem ser trend com a gente!

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