Se tem uma coisa que a cena do trap brasileiro sabe fazer é entregar clipes que explodem a mente, viralizam nas redes e deixam a internet em estado de choque. Do luxo ostentação aos visuais psicodélicos, passando por narrativas de superação e até polêmicas que rendem assunto por semanas, os videoclipes do trap nacional são, cada vez mais, produções cinematográficas de respeito. Em pleno 2025, a galera já nem espera só por uma música nova, mas sim por um lançamento audiovisual que vai movimentar os trends do TikTok e virar meme no X (o antigo Twitter, pra quem ainda insiste no nome antigo).
Você pode até não curtir trap, mas é impossível ignorar o impacto que nomes como Matuê, Filipe Ret, Teto, Baco Exu do Blues e Djonga têm causado. E quanto mais ousados os clipes, maior é a chance de viralizar. Quer prova? Pense no hit “Kenny G” do Matuê, lançado em 2020 e ainda sendo citado como referência estética e produção audiovisual. O clipe, dirigido por Tiago Eva, já soma mais de 300 milhões de visualizações no YouTube e colocou o Ceará no mapa do trap mundial com seus takes futuristas e aquela pegada de filme de ação. E não para por aí: “Groupies”, também do Matuê, trouxe referências a videogames e cultura pop, com efeitos especiais de encher os olhos e uma edição frenética que fez todo mundo querer dar replay só pra captar todos os detalhes.
Falando em inovação, é impossível não mencionar “Fendi” do Teto. O clipe, lançado em 2021, foi gravado em um verdadeiro cenário de luxo, com carros esportivos, joias e um ritmo que não deixa ninguém parado. A estética é pensada nos mínimos detalhes, misturando elementos do street com o glam, e não à toa o vídeo passou dos 100 milhões de views rapidinho. Teto, inclusive, virou sinônimo de clipe bem produzido e já teve até meme dizendo que “cada lançamento é um episódio de série gringa”.
Quer polêmica? A lista tem também. “Bro” do Veigh causou rebuliço com sua estética dark e narrativa intensa. O clipe coloca o artista em situações tensas, mesclando cenas de ação com momentos de vulnerabilidade. O resultado foi um verdadeiro furacão nas redes, com direito a debates acalorados sobre a mensagem da música e o estilo de vida retratado ali. O impacto foi tanto que o clipe entrou para os mais assistidos do trap em 2024, consolidando Veigh como uma das vozes mais autênticas da cena.
E não dá pra falar de trap sem lembrar do Baco Exu do Blues, que sempre entrega videoclipes conceituais e cheios de significado. “Te Amo Disgraça”, por exemplo, é um marco audiovisual: narrativa cinematográfica, fotografia impecável, roteiro que mistura romance, dor e redenção, tudo embalado por um som que é pura poesia marginal. O clipe recebeu prêmios e foi selecionado para festivais de cinema, levando o trap brasileiro para além dos limites da música.
Outro destaque é o Djonga, que em “Leal” apostou em um clipe que mistura protesto social, estética urbana e referências à história negra. O vídeo colecionou reações emocionadas e discussões profundas, mostrando que o trap brasileiro sabe ser divertido, mas também pode ser potente ferramenta de transformação social.
E para fechar, impossível não citar as superproduções colaborativas, como “Ak47” do Recayd Mob, que juntou uma galera pesada em um clipe digno de Hollywood. Gravado em galpões, com direção de arte impecável, carros tunados e aquela energia de festa clandestina, o vídeo virou meme, trend, e ajudou a popularizar ainda mais o trap nacional.
O segredo do sucesso? A mistura de autenticidade, ousadia e uma dose generosa de criatividade. Os clipes bombásticos do trap brasileiro são verdadeiros eventos culturais, antecipados por fãs e analisados em detalhes por críticos, youtubers e até por quem só quer curtir uma produção de respeito.
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