Música

Os artistas que mais se destacam em iniciativas de responsabilidade social

Você já percebeu como a música pode ser muito mais do que apenas trilha sonora para aquela faxina de sábado ou para animar a galera no churrasco? Pois é, alguns artistas decidiram ir além do microfone e dos palcos para fazer a diferença no mundo real – e não só nos palcos virtuais do Soundz, claro. Seja ajudando comunidades carentes, defendendo causas ambientais ou levantando a voz por grupos marginalizados, vários nomes estrelados da música têm deixado seu legado nas ondas da responsabilidade social. E, olha, tem gente que leva isso a sério, viu? Prepare seu coração, porque a seguir você vai descobrir os artistas que são verdadeiros heróis fora dos holofotes!

Vamos começar com a rainha Beyoncé, que poderia muito bem ser batizada de “Queen B de Beneficência”. Ao longo dos anos, ela e sua família criaram a BeyGOOD Foundation, que já destinou milhões de dólares para bolsas de estudo, apoio a pequenas empresas em comunidades negras, auxílio a vítimas de desastres naturais e iniciativas de empoderamento feminino. Em 2020, a fundação distribuiu cerca de 6 milhões de dólares para pessoas afetadas pela pandemia de COVID-19 nos Estados Unidos. E não para por aí: Beyoncé também apoia campanhas de saúde mental e direitos civis. Se solidariedade fosse Grammy, ela já teria uma estante dedicada só pra isso.

Outro gigante nesse universo é Bono Vox, o vocalista do U2. Bono é praticamente sinônimo de ativismo global. Ele ajudou a fundar a DATA (Debt, AIDS, Trade, Africa), que defende o perdão de dívidas e o combate à AIDS no continente africano. Sua ONG ONE já arrecadou bilhões de dólares para a luta contra doenças evitáveis e a pobreza extrema. E se você acha que ele faz só discurso bonito, saiba que Bono já foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz várias vezes. Ou seja, o cara consegue ser rockstar e “pacifista profissional” ao mesmo tempo!

No Brasil, ninguém pode deixar de mencionar Emicida. O rapper paulistano sempre usou a rima como ferramenta de transformação social. Emicida fundou o Laboratório Fantasma, um selo musical e marca de roupas que investe em inclusão social, diversidade e cultura periférica. Durante a pandemia de COVID-19, organizou doações de cestas básicas e kits de higiene para comunidades vulneráveis, além de promover debates sobre racismo e desigualdade social. Ele não só canta sobre transformação, mas também arregaça as mangas e faz acontecer.

Falando em popstars globais, Lady Gaga não é só conhecida por seus figurinos extravagantes e hits chicletes. Sua fundação, Born This Way, combate o bullying, promove saúde mental e incentiva jovens a desenvolverem sua autoestima e liderança. Gaga também fez doações milionárias para vítimas de desastres naturais e participou de campanhas para combater o HIV/AIDS no mundo todo. Ela mostra que empatia nunca sai de moda – nem mesmo com vestidos feitos de carne.

No time das celebridades conscientes, Rihanna merece um capítulo à parte. A diva de Barbados fundou em 2012 a Clara Lionel Foundation, com foco em educação, saúde e resposta a emergências em comunidades ao redor do globo. Durante os últimos anos, a fundação distribuiu centenas de milhões de dólares em bolsas de estudo, projetos de saúde materna e ajuda humanitária, inclusive para vítimas de catástrofes no Caribe e nos EUA. Rihanna também é engajada em questões de justiça racial e igualdade de gênero. Ela não só brilha nos palcos, mas também ilumina vidas ao redor do mundo.

E não podemos esquecer de Lin-Manuel Miranda, criador de “Hamilton” e “In the Heights”. Miranda é um ativista ferrenho pelas comunidades latinas e porto-riquenhas, e já arrecadou dezenas de milhões de dólares para a reconstrução de Porto Rico após o furacão Maria. Ele também defende causas de imigração, educação e acesso à cultura para jovens de regiões menos favorecidas.

Mais recentemente, Billie Eilish, que nem chegou aos 25 anos, já mostrou que compromisso social não tem idade. A cantora apoia movimentos ambientais, participa de campanhas de veganismo e combate à crise climática. Em 2022, realizou a “Overheated”, uma série de eventos para discutir sustentabilidade no setor de entretenimento, além de incluir práticas ecológicas em suas turnês.

Vale mencionar ainda nomes como Drake, que bancou as despesas de universitários em Toronto e investe em projetos sociais no Canadá; Taylor Swift, que doa milhões para educação, auxílio a vítimas de desastres e movimentos pela igualdade de direitos; e a brasileira Anitta, que utiliza sua plataforma para abordar temas como racismo, LGBTfobia e desigualdade social, além de apoiar ONGs e projetos comunitários no Brasil.

Esses artistas mostram que talento e fama podem – e devem – ser usados para criar pontes e transformar realidades. Para quem acha que responsabilidade social é papo careta, fica a dica: está mais na moda do que nunca! Afinal, o verdadeiro hit é ajudar quem precisa, e esse não sai das paradas de sucesso do coração de ninguém.

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