Quando você ouve a palavra “hacker”, o que vem à sua cabeça? Alguém de capuz digitando enlouquecidamente em um porão escuro enquanto linhas de código verdes brilham na tela? Hollywood adora esse estereótipo, mas a verdade é bem mais colorida (e talvez menos dramática). Os hackers estão entre nós e podem ser mocinhos, vilões ou até aquele colega de trabalho que sabe desbloquear a impressora só olhando feio pra ela. Em 2025, entender os diferentes tipos de hackers é quase tão importante quanto saber trocar a senha do Wi-Fi. Então, bora conhecer os cinco tipos de hackers que você precisa ficar de olho (ou convidar para o churrasco, dependendo da vibe).
Primeiro, temos os hackers de chapéu branco, os “white hats”. Eles são os super-heróis do universo digital, trabalhando para empresas e órgãos governamentais. Eles usam suas habilidades para testar sistemas, encontrar falhas e ajudar a fortalecer a segurança. Em 2024, uma pesquisa da (ISC)² apontou que o número de profissionais de cibersegurança no mundo cresceu para mais de 5,5 milhões, e boa parte deles atua como “white hats”. São eles que fazem testes de invasão, identificando vulnerabilidades antes que os vilões apareçam. Se você já foi salvo de um bug catastrófico, agradeça a um chapéu branco.
Agora, do lado sombrio da força, temos os hackers de chapéu preto, os “black hats”. Esses são os que adoram aventuras ilegais: invadem sistemas, roubam dados, espalham vírus e malwares. De acordo com um relatório da Cybersecurity Ventures, ataques de ransomware custaram mais de US$ 10,5 trilhões globalmente em 2024, e os culpados são quase sempre black hats. Eles não têm limite para criatividade (ou para a falta de escrúpulos). São os famosos vilões dos filmes, mas, na vida real, causam prejuízos sérios.
No meio do caminho, encontram-se os hackers de chapéu cinza, os “gray hats”. Eles são como aquele anti-herói dos quadrinhos: às vezes fazem o bem, às vezes se metem em encrenca. Costumam invadir sistemas sem autorização, mas nem sempre com más intenções. Alguns apenas querem apontar vulnerabilidades e pedir uma recompensa, outros procuram fama ou diversão. É uma área cinzenta mesmo, quase um limbo digital. Em 2023, casos de gray hats foram notícia quando um grupo expôs falhas em grandes redes sociais e exigiu melhorias – tudo pelo bem maior (ou pelo pix, quem sabe?).
Agora, se você acha que hacker é só adulto profissional, prepare-se para os script kiddies. São os “hackers mirins” que usam ferramentas prontas, encontradas na internet, para bagunçar sistemas. Eles geralmente não entendem profundamente o que estão fazendo, mas podem causar dor de cabeça igualzinho aos profissionais. Em 2024, um levantamento da Kaspersky revelou que 20% dos ataques de negação de serviço (DDoS) partiram de ferramentas usadas por script kiddies. Eles querem chamar atenção, se divertir ou, quem sabe, impressionar o crush dizendo que “hackearam o sistema”.
Por último, mas nem de longe menos importante, conheça os hacktivistas. Eles usam seu conhecimento para promover causas ideológicas ou políticas, invadindo sites, vazando informações e organizando campanhas digitais. Os hacktivistas podem ser temidos ou admirados, dependendo do ponto de vista. O grupo Anonymous, por exemplo, já foi notícia mundial inúmeras vezes – inclusive em 2024, quando protagonizou ações contra empresas e governos em defesa de direitos civis. Eles são como protestantes digitais, misturando tecnologia e militância.
No fim das contas, hackers são parte do ecossistema digital moderno. Alguns salvam o dia, outros criam pesadelos. Saber identificá-los te ajuda a navegar melhor nesse mundo conectado e, de quebra, evita que você caia em ciladas online. E aí, qual tipo de hacker você acha mais interessante? Já teve alguma experiência (boa ou ruim) com eles? Conta pra gente!
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