Se você achou que o pop internacional havia atingido o seu ápice na década passada, 2023 veio para provar que a criatividade e o poder de reinvenção dos grandes nomes desse gênero não têm limites! Prepare-se para embarcar em uma viagem musical que vai desde os refrões chicletes que grudam na cabeça até letras introspectivas e produções inovadoras que dominaram as paradas e as playlists do mundo inteiro no ano passado. Está pronto para descobrir, relembrar e debater os 15 maiores álbuns de pop internacional de 2023? Aperte o play mental e venha com a gente!
Começando com tudo, Taylor Swift continuou ditando as regras do universo pop com “Midnights (3am Edition)”, versão expandida do disco lançado originalmente em 2022, mas que em 2023 ganhou novas faixas e bateu recordes de streaming. A loirinha mostrou que sua capacidade de se reinventar é quase tão infinita quanto sua lista de hits. “Lavender Haze” e “Karma” dominaram rádios, festas e até corações partidos.
Em seguida, Miley Cyrus nos presenteou com “Endless Summer Vacation”, álbum que carrega o hino “Flowers” (quem nunca gritou o refrão no banho está mentindo!). Miley consolidou sua fase madura, misturando pop solar com pitadas de nostalgia e um tempero de autoconfiança que só ela sabe dar.
Falando em reinvenção, Dua Lipa lançou “Radical Optimism”, cativando fãs com uma nova sonoridade oitentista, refrões irresistíveis e muita dança no TikTok. Músicas como “Houdini” mostraram que a britânica não tem medo de inovar e, de quebra, colocar todo mundo pra se mexer.
A volta triunfante do Sam Smith com “Gloria” também não passou despercebida. Com uma mistura de baladas emocionantes e faixas dançantes, Sam explorou temas de liberdade, identidade e aceitação, tornando o álbum uma celebração pop inclusiva. O single “Unholy”, parceria com Kim Petras, além de viralizar, entrou para a história como a primeira música de artistas transgênero a alcançar o topo da Billboard Hot 100.
Lizzo, sempre poderosa, chegou com “Special”, trazendo mensagens de autoestima e empoderamento, além de hits como “About Damn Time”. O álbum não só figurou nas paradas como dominou trends e playlists motivacionais pelo mundo afora.
Beyoncé, que já havia nos surpreendido em 2022 com “Renaissance”, manteve o ritmo em 2023 com a versão deluxe e a turnê mundial. O disco, que mistura house, disco e pop, além de resgatar a cultura ballroom, se manteve entre os mais ouvidos e discutidos, reafirmando o status de Queen B.
Harry Styles continuou seu reinado pop com o prolongamento da era “Harry’s House”, que mesmo tendo sido lançado em 2022, se manteve nas paradas e ganhou notoriedade em 2023 graças à turnê mundial e à viralização de “As It Was” no TikTok. Sim, ele ainda é o Dono da Porta da Casa.
Billie Eilish, nunca ficando para trás, lançou o EP “Guitar Songs” que, apesar de curto, trouxe reflexões profundas embaladas na sonoridade única da artista. “TV” e “The 30th” foram elogiadas pela crítica e adoradas pelos fãs que curtem um pop mais melancólico.
SZA virou o jogo com “SOS”, que mistura R&B, pop e rap em uma explosão de autenticidade e vulnerabilidade. Músicas como “Kill Bill” ficaram entre as mais tocadas do ano, e o álbum mostrou que ela é uma das vozes mais versáteis do pop atual.
Rita Ora apareceu com “You & I”, álbum que, se não bateu recordes absolutos, garantiu espaço nas playlists dançantes e comprovou a versatilidade da cantora com parcerias e baladas cheias de energia.
Pink lançou “Trustfall”, seu nono disco de estúdio, e provou que continua relevante, com faixas que misturam pop clássico, rock e baladas emotivas. O título do álbum, aliás, resume bem a vibe: confiar e se jogar — seja na pista de dança ou nos próprios sentimentos.
Ava Max, a rainha dos refrões pop, lançou “Diamonds & Dancefloors”, trazendo influências dos anos 2000 e mantendo seu lugar entre os favoritos do pessoal que ama uma batida contagiante pra dançar.
Shakira voltou com tudo em 2023. O álbum “Las Mujeres Ya No Lloran” foi um marco, impulsionado pelo impacto viral de “Bzrp Music Sessions #53” (aquela indireta sutil pra ex, lembram?), consolidando um retorno triunfante ao pop global — e mostrando que colombiano também samba no mundo pop.
Ed Sheeran, o ruivinho mais amado do planeta, lançou “- (Subtract)” e mais uma vez mostrou que sabe equilibrar faixas intimistas com sucessos pop-radiofônicos. Os fãs agradeceram e os charts também!
Entre os novatos que conquistaram espaço, Olivia Rodrigo lançou “GUTS”, segundo álbum da carreira que reafirmou sua posição como uma das maiores vozes da geração Z. “Vampire” e “bad idea right?” viraram hinos instantâneos sobre corações partidos e confusões amorosas.
Fechando a lista, Rosalía seguiu inovadora com o EP “RR”, parceria com Rauw Alejandro, e com o sucesso prolongado de “MOTOMAMI”. A espanhola misturou pop, reggaeton e experimentalismo, criando um som único que ecoou nos quatro cantos do planeta.
Esses 15 álbuns não só embalaram trilhas sonoras de festas, maratonas de séries e momentos de fossa, como também mostraram que o pop internacional está mais vivo e diverso do que nunca. E aí, qual foi o seu favorito de 2023? Já ouviu todos? Quer ouvir? Corre lá no Soundz (https://soundz.com.br), a plataforma de streaming de música grátis onde você pode escutar esses e muitos outros álbuns, criar playlists personalizadas e, de quebra, conferir uma revista digital completíssima sobre música, cultura pop e tudo que está bombando. Tá esperando o quê? Vem pro Soundz e continue vivendo o melhor do pop internacional!
































