O Top 25 de Solos de Guitarra que Marcaram o Rock

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Prepare-se para afinar os ouvidos e preparar os dedos para o air guitar: mergulhamos fundo nos riffs, bends, slides e tapping para trazer o top 25 solos de guitarra que marcaram o rock! Se você já se pegou tentando acompanhar com a boca aquelas notas impossíveis ou fingiu ser um dos grandes nomes do rock em frente ao espelho, senta aí e vem com a gente nessa viagem eletrizante. Afinal, quem nunca sonhou em ser um deus das seis cordas, que atire a primeira palheta.

Antes de mais nada, é importante dizer: solos de guitarra são como impressões digitais – nenhum é igual ao outro. Mas alguns marcaram época, atravessaram gerações e continuam inspirando guitarristas e fãs, seja nos palcos do mundo ou nos quartos de quem está começando na música. Selecionamos solos que não só desafiaram a técnica, mas também emocionaram multidões, e claro, botaram fogo nas paradas de sucesso. Aperte o cinto (e o pedal de distorção), porque o show vai começar!

Vamos lá, começando com o solo que talvez mais tenha sido tocado (e proibido!) em lojas de instrumentos musicais ao redor do globo: “Stairway to Heaven”, do Led Zeppelin. Jimmy Page criou uma peça de arte com notas que parecem falar por si mesmas, levando o ouvinte numa verdadeira viagem espiritual. É praticamente impossível não se arrepiar com cada frase desse solo. Logo em seguida, temos Dave Gilmour com o solo de “Comfortably Numb” do Pink Floyd, considerado um dos mais emocionantes já gravados. O feeling de Gilmour é de outro planeta, e cada nota é carregada de emoção como se fosse uma lágrima escorrendo pela escala pentatônica.

Falando em solos impossíveis de ignorar, “Eruption” do Van Halen redefiniu o que era ser guitarrista nos anos 80. Eddie Van Halen apresentou técnicas como o tapping em uma velocidade alucinante, fazendo muita gente questionar se ele não tinha mais de dez dedos nas mãos. Se você nunca ouviu, pare tudo e corra ouvir (depois volta aqui, claro). Outro clássico é “Sweet Child O’ Mine”, do Guns N’ Roses. Slash trouxe para o rock um solo tão marcante quanto o riff inicial da música, misturando melodia, velocidade e muita atitude.

Jimi Hendrix não poderia faltar, certo? O solo de “All Along the Watchtower” é pura criatividade. Hendrix brinca com a guitarra, distorce, torce, espreme cada nota e nos entrega um solo cheio de alma. Já “November Rain”, também do Guns N’ Roses, mostra que um solo não precisa ser rápido para ser inesquecível. Slash novamente nos brinda com um solo que é praticamente uma música dentro de outra música, perfeito para embalar corações apaixonados e solitários de plantão.

Falando em velocidade, não dá para ignorar o solo de “Highway Star”, do Deep Purple. Ritchie Blackmore mistura rock e música clássica de um jeito tão único que até Bach daria uma balançadinha de cabeça. Já “Bohemian Rhapsody” do Queen, traz Brian May mostrando como se faz um solo com personalidade, usando sua guitarra Red Special e um timbre inconfundível.

Eric Clapton também esbanja talento em “Layla”, com um solo cheio de sentimento e aquele timbre cristalino que parece transformar lágrimas em notas musicais. Mark Knopfler, com toda sua elegância, criou em “Sultans of Swing” do Dire Straits um solo limpo, ágil e cheio de swing – sem picaretagem, só dedos mágicos mesmo.

Para não dizer que esquecemos dos reis do metal, Kirk Hammett estoura tudo com seu solo em “Master of Puppets” do Metallica, um verdadeiro teste para quem acha que consegue tocar rápido. Tony Iommi do Black Sabbath também deixa sua marca em “Paranoid”, solo curto, direto e inesquecível, como um bom café brasileiro.

E quem não se arrepia com o solo de “Hotel California”, dos Eagles? Joe Walsh e Don Felder duelam com guitarras em harmonia, criando uma obra-prima que você, certamente, já tentou tocar (ou pelo menos cantarolar o solo). Steve Vai, sempre inovador, fez história em “For the Love of God”, com técnica de sobra e emoção à flor da pele.

Angus Young, símbolo da energia em pessoa, arrebenta no solo de “Back in Black”, do AC/DC – perfeito para quem gosta de solos cheios de pegada e atitude. David Gilmour aparece de novo com “Time”, mostrando que ele reina absoluto quando o assunto é solos que “falam” com o ouvinte.

Brian May retorna com “Brighton Rock”, do Queen, onde solos, delays e criatividade se misturam em um verdadeiro laboratório sonoro. E não podemos esquecer de Dimebag Darrell, do Pantera, com “Floods”. O solo é tão épico que parece que a guitarra está chorando de verdade, tamanha intensidade.

Steve Howe, do Yes, esbanja virtuosismo em “Starship Trooper”. Já Gary Moore emociona multidões com “Still Got The Blues”, onde cada nota é um suspiro.

Zakk Wylde mostra toda sua fúria em “No More Tears”, do Ozzy Osbourne, enquanto Randy Rhoads eleva o patamar dos solos em “Crazy Train”. Eddie Van Halen retorna com “Beat It”, clássico do Michael Jackson, provando que solos de rock e pop podem (e devem) andar de mãos dadas.

Alex Lifeson, do Rush, entrega um solo complexo e belo em “Limelight”. E para fechar com chave de ouro, Tom Morello, em “Like a Stone” do Audioslave, mostra que criatividade não tem limites, usando efeitos e técnicas fora do comum.

Ufa, que lista! Claro que muitos solos incríveis ficaram de fora, afinal, o mundo do rock é riquíssimo em solos de guitarra. Mas esses 25 são verdadeiros pilares, responsáveis por influenciar gerações, criar estilos e, claro, provocar muita tendinite nos guitarristas de plantão. Agora, se bateu aquela vontade de ouvir todos esses solos em sequência, já sabe: corre para o Soundz (https://soundz.com.br), a plataforma de streaming de música grátis onde você pode escutar músicas, criar playlists e, de quebra, conferir uma revista digital recheada de dicas, curiosidades e conteúdos de todos os tipos. Rock on e boa viagem sonora!

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