O Que Toda Mãe Precisa Saber Sobre Choro de Bebê

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Se você é mãe de primeira viagem – ou está se preparando para ser – provavelmente já se pegou imaginando como será o som do choro do seu bebê. E, olha, se engana quem pensa que é só um chorinho: às vezes, parece uma orquestra de emoções, instrumentos desconhecidos e uma plateia (você!) sem manual de instruções. Mas calma, porque entender o choro do bebê é possível, e não precisa ser um drama digno de novela das oito. Bora desvendar esse mistério juntos?

O choro do bebê é a primeira linguagem que ele aprende. Isso mesmo: é através do choro que os recém-nascidos comunicam tudo – desde “estou com fome” até “hei, troque minha fralda, por favor!”. E não, ele não nasceu com a intenção de te manipular, apesar de, às vezes, parecer um mestre do drama. Segundo a Academia Americana de Pediatria, bebês choram, em média, de uma a três horas por dia nas primeiras semanas de vida. Aos poucos, eles aprendem a se comunicar de outras formas, mas o choro ainda será seu principal canal de comunicação por um bom tempo.

Mas o que cada tipo de choro significa? Embora para o ouvido destreinado todos pareçam iguais, estudos mostram que existem, sim, padrões. O choro de fome geralmente começa suave e vai se intensificando, quase como um “alô, o serviço aí tá meio lento!”. Já o choro de sono costuma vir acompanhado de bocejos, esfregar de olhos e aquele olhar perdido de quem passou da hora de dormir. Se vier com puxões na orelha ou mais irritação, pode ser desconforto ou dor – e, nesse caso, vale ficar atento e procurar orientação médica se for persistente.

E tem mais: o famoso “choro de manha” (que muita gente adora rotular injustamente). Na verdade, os bebês não fazem “manha” nos primeiros meses de vida. Eles simplesmente estão dizendo “ei, preciso de colo, de aconchego, de alguém que me entenda”. Estudos da Universidade de Harvard mostraram que atender prontamente ao choro do bebê cria vínculos mais fortes e ajuda a regular o próprio estresse do pequeno. Nada de deixar chorar sozinho achando que vai criar independência, ok? Bebê não lê manual de autoajuda!

Outro ponto importante: cólica. Esse é o terror dos pais nas primeiras semanas. Normalmente aparece entre a segunda e a sexta semana de vida e pode causar choros intensos, geralmente no fim da tarde ou à noite. A recomendação dos especialistas é manter a calma (mesmo que difícil), fazer massagens suaves na barriga do bebê, conversar com o pediatra e, claro, buscar apoio. Afinal, cada bebê é único e o que funciona para um pode não funcionar para outro.

A saúde emocional das mães também entra na conversa. O som do choro pode ser estressante – não é só impressão sua! Estudos mostram que o cérebro das mães reage imediatamente ao choro do bebê, liberando hormônios relacionados ao cuidado, mas também ao estresse. Por isso, pedir ajuda, dividir tarefas e buscar momentos de autocuidado são atitudes essenciais. Cuidar da mãe é cuidar do bebê também.

E, falando em momentos para relaxar, que tal criar uma trilha sonora especial para acalmar o bebê (e você)? Músicas suaves, sons da natureza ou aquela playlist de clássicos do ninar podem ajudar a criar um ambiente mais tranquilo. Afinal, música acalma até as feras – e os bebês não ficam de fora! Se quiser sugestões de playlists e músicas relaxantes, já sabe: o Soundz (https://soundz.com.br) está aí para facilitar sua vida. Além de streaming de música grátis, você encontra uma revista digital recheada de dicas para pais e mães, curiosidades, entretenimento e muito mais. Então, respire fundo, coloque sua música favorita para tocar e lembre-se: choro de bebê é só mais uma nota dessa sinfonia chamada maternidade. Você não está sozinha – e pode contar com a gente para transformar cada chorinho em um aprendizado (e, quem sabe, em assunto de roda de conversa cheia de risadas no futuro).

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