Emagrecimento

O Que Comi Para Perder 10kg em 2 Meses

Quando o papo é perder peso, todo mundo parece ter uma receita diferente – literalmente. Mas que tal saber, de maneira realista, o que realmente funciona na vida real para mandar embora 10kg em dois meses? Sim, é possível, mas não, não tem poção mágica nem dieta da lua. O segredo está em entender o que comer, quanto comer e como manter a sanidade no processo. E, claro, dar umas risadas no caminho porque, né, ninguém aqui quer virar monge do jejum intermitente sem motivo. Então pega o caderninho porque vem aí um relato detalhado do que rolou no cardápio durante esses 60 dias vitoriosos!

Primeiro, é bom lembrar: cada pessoa tem seu metabolismo, suas vontades, suas rotinas, mas alguns princípios são universais. Perder peso é, basicamente, gastar mais calorias do que consome. O truque é fazer isso sem passar fome (nem virar um zumbi mal-humorado). O que comi para perder 10kg em dois meses foi resultado de planejamento, escolhas inteligentes e um pouco de criatividade na cozinha – porque ninguém merece viver só de frango com batata-doce!

A base da transformação foi uma alimentação balanceada, com o famoso déficit calórico: consumindo cerca de 1500 calorias por dia, valor que pode variar conforme peso, altura, sexo e nível de atividade física. Usei o app de contagem de calorias (existem vários grátis, vale testar!) para não perder a linha.

No café da manhã, nada de jejum maluco. O foco foi proteína e fibras para começar o dia saciado. Um clássico: ovos mexidos com espinafre, mais uma fatia de pão integral. Em dias de pressa, iogurte natural desnatado com chia e morango salvou a pátria. Lembrando: proteína ajuda a manter a massa muscular e segura a fome ao longo do dia, enquanto as fibras dão aquela força na digestão.

Para o almoço, a regra era o prato colorido. Metade do prato de salada crua – alface, tomate, cenoura ralada e o que mais estivesse disponível – temperada com azeite extra virgem (aquele fio generoso, mas sem exagero). Uma porção moderada de arroz integral (colher de servir, não a concha da vó!), feijão, peito de frango grelhado ou peixe, e legumes cozidos. A cada três dias, variava a proteína: carne magra ou ovo cozido entravam no lugar do frango. O segredo foi apostar em sabores diferentes com temperos naturais, como cúrcuma, alho, cebola e limão.

Os lanches entre as refeições foram essenciais para não atacar a geladeira no fim do dia. Frutas frescas (maçã, banana, pera), um punhado de castanhas ou amêndoas (10 unidades, nada de virar esquilo!), ou ainda um iogurte light. Evitei barrinhas industrializadas porque muitas são cheias de açúcar disfarçado.

No jantar, mantive a simplicidade: sopas leves de legumes batidas (abóbora com gengibre virou minha paixão), omelete com folhas ou uma salada reforçada com frango desfiado ou atum. Evitei carboidratos pesados à noite, já que a atividade física do dia já tinha passado.

Agora, o ponto polêmico: cortei o açúcar refinado quase 100%. Doces? Só nos finais de semana, em pequenas porções, para não virar a “louca do brigadeiro” de abstinência. Isso ajudou muito a controlar picos de glicose e aquela fome doida no fim do dia. Refrigerantes e sucos industrializados? Adeus. O reinado foi da água com gás, limão e chá gelado sem açúcar – refrescância com zero culpa!

E claro, sem esquecer do acompanhamento de um nutricionista, que ajustou as quantidades conforme fui evoluindo. Exercícios físicos aeróbicos (caminhada rápida, bicicleta) pelo menos 4 vezes na semana também deram aquela turbinada no resultado, mas o foco maior sempre foi a alimentação.

Perder 10kg em dois meses não foi só uma vitória na balança, mas um upgrade na disposição, autoestima e até no sono. O segredo? Constância, escolhas inteligentes e não transformar a comida em inimiga. E se bater aquela vontade de desistir, coloca uma playlist animada no Soundz ( https://soundz.com.br ) e vai dar uma caminhada: garanto que o combo música boa + endorfina ajuda a não escorregar na dieta!

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