O que comer em viagens de inverno: comidas típicas imperdíveis

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Viajar no inverno é como receber um convite especial para explorar sabores reconfortantes, pratos fumegantes e tradições culinárias que aquecem corpo e alma. Se você é da turma que não dispensa uma boa experiência gastronômica, prepare-se: chegou a hora de embarcar numa jornada deliciosa pelo que há de mais irresistível para comer em viagens de inverno. Seja você fã de sopas, chocolates ou pratos robustos, o frio só potencializa o prazer de saborear comidas típicas que são a cara da estação. E não, não é só fondue e chocolate quente (apesar de também serem imbatíveis!).

Comecemos pelo Brasil, onde o inverno é motivo de festa em cidades como Campos do Jordão e Gramado. Ali, a pedida clássica é o fondue suíço, servido em versões de queijo, carne e chocolate, sempre acompanhado de bons vinhos e rodeado de risadas entre amigos. Mas tem mais: a sopa de capeletti, tradição italiana que virou paixão gaúcha, é praticamente um abraço em forma de prato. E se passar pelas Minas Gerais, não deixe de experimentar o caldo de feijão com torresmo: simples, barato e perfeito para espantar o frio.

Na Europa, o inverno é levado a sério e a culinária responde à altura. Em Portugal, o caldo verde é presença obrigatória. Feito com couve, batata e linguiça, esse prato é o equivalente a um cobertor gastronômico. Na França, o cassoulet – um cozido robusto de feijão branco, carnes de porco e pato – reina absoluto nas mesas durante os meses gelados. E quem resiste à sopa de cebola gratinada, com aquele queijo borbulhante por cima? Afinal, a dieta pode esperar, mas o inverno não!

Indo para os alpes suíços, o raclette rouba a cena: queijo derretido servido sobre batatas e vegetais, acompanhado de picles e charcutaria. É impossível não sair de lá com o coração e o estômago quentinhos. Na Itália, o risoto alla milanese com ossobuco é aquele tipo de comida para comer devagar, apreciando cada garfada enquanto a neve cai lá fora.

Falando em neve, se você sonha com experiências nórdicas, prepare-se para o glögg na Suécia: um vinho quente com especiarias, frutas e até um toque de vodka, perfeito para acompanhar as famosas almôndegas suecas ou o gravlax, salmão curado servido com pão preto.

No Japão, o inverno pede nabe, um tipo de ensopado servido diretamente na panela, à mesa, onde todos cozinham juntos ingredientes como cogumelos, tofu, carne e legumes. Além de aquecer, o nabe aproxima as pessoas – e convenhamos, compartilhar comida é sempre uma boa ideia.

Vale lembrar dos Estados Unidos e seu chili: carne picante, feijão, tomate e um “quê” de pimenta que faz o frio parecer até mais distante. E no Canadá, não dá para ignorar a poutine: batatas fritas cobertas com queijo coalho e muito molho, uma verdadeira bomba calórica que faz qualquer um querer enfrentar o inverno canadense.

Para adoçar sua viagem, o inverno pede sobremesas quentes. Imagine-se em Viena saboreando um apfelstrudel recém-saído do forno, ou na Bélgica comendo waffles cobertos de chocolate derretido. No Brasil, que tal trocar o sorvete por um arroz-doce quentinho com canela?

Por fim, seja qual for seu destino, não subestime o poder de um bom chocolate quente. Em Bariloche, na Argentina, ou em Zurique, na Suíça, cada gole é uma experiência em si – com direito a marshmallows, chantilly ou até mesmo um toque de licor, para os mais animados.

O segredo é se jogar nos sabores locais e aproveitar cada momento: porque viajar no inverno, além de ver paisagens de tirar o fôlego, é também a chance de experimentar pratos que você não encontra em outras estações. Agora que você já sabe o que comer, só falta montar a playlist perfeita para essa jornada – e isso, claro, você encontra no Soundz (https://soundz.com.br), sua plataforma de streaming de música grátis, onde dá para escutar músicas, criar playlists e ainda ficar por dentro de uma revista digital completa, com dicas de viagem, cultura, gastronomia e muito mais. O inverno nunca foi tão saboroso!

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