Bitcoin

Mitos Sobre o Bitcoin Que Você Precisa Parar de Acreditar

Quando o assunto é Bitcoin, o que não faltam são mitos circulando por aí com a energia de fake news em grupo de família. Desde aquela tia que acha que Bitcoin só serve para comprar pizza na deep web até o primo que jura que é só clicar num botão e ficar milionário, já ouvimos de tudo. Mas chegou a hora de separar o joio do trigo e dar um “Ctrl+Alt+Del” nessas ideias equivocadas que rondam a moeda digital mais famosa do mundo. Prepare-se, porque você vai sair deste texto pronto para brilhar em qualquer roda de conversa – e talvez até convencer aquela tia a pesquisar antes de compartilhar.

Primeiro mito: “Bitcoin é só para criminosos”. Calma lá, Bonnie & Clyde! Apesar de notícias sensacionalistas de 2011 turbinarem essa ideia, dados recentes do Chainalysis mostram que, em 2024, menos de 0,34% das transações de criptomoedas estavam ligadas a atividades ilícitas – uma fração mínima se comparada ao uso do dinheiro tradicional em esquemas escusos. Aliás, o rastreamento de transações em blockchain é tão eficiente que já ajudou a polícia de vários países a desmantelar esquemas de fraude digital. Ou seja: o Bitcoin não é o novo esconderijo dos vilões de filme, e sim um sistema transparente e rastreável.

Segundo mito: “Bitcoin não tem valor real, é só especulação”. Olha, se o valor do Bitcoin só existisse na cabeça de quem acredita nele, por que grandes empresas como Tesla, MicroStrategy, e até a gigante de pagamentos PayPal já investiram bilhões na moeda? Em 2025, o Bitcoin se consolidou como o ativo digital com maior liquidez do mercado, atraindo investidores institucionais e empresas que procuram diversificação e proteção contra inflação. Além da valorização histórica e do limite de emissão de 21 milhões de unidades, o Bitcoin é reconhecido como reserva de valor em países com instabilidades econômicas, como Argentina e Turquia. Se isso não é valor, não sei o que é.

Terceiro mito: “Bitcoin vai acabar amanhã”. Essa é clássica! Desde o nascimento da moeda, em 2009, já anunciaram sua “morte” mais de 400 vezes na mídia (sim, existe até um site que contabiliza isso: Bitcoin Obituaries). No entanto, mesmo com volatilidade e regulações em debate, o Bitcoin segue firme e forte, com mais de 460 milhões de carteiras ativas no mundo em 2025, de acordo com relatório da Crypto.com. E toda vez que a galera aposta no fim, a moeda ressuscita igual ao personagem principal de série de sucesso: pode até cair, mas sempre volta mais forte.

Quarto mito: “Bitcoin é ruim para o meio ambiente”. Fato: mineração consome energia, mas o cenário mudou bastante nos últimos anos. Em 2024, cerca de 54% da energia usada pela rede Bitcoin já vinha de fontes renováveis, segundo dados do Bitcoin Mining Council. Grandes mineradores estão migrando para regiões onde há excesso de energia limpa, como hidrelétricas na América do Sul e usinas solares na Ásia Central. Além disso, novas tecnologias buscam otimizar o consumo energético, tornando o sistema cada vez mais sustentável. Não é perfeito, mas também não é o vilão que pintam, especialmente se comparado ao sistema bancário tradicional.

Quinto mito: “Bitcoin é muito complicado e não serve para o dia a dia”. Se você já transferiu dinheiro por PIX ou usou aplicativo de banco, é capaz de aprender a usar Bitcoin rapidinho. Existem apps amigáveis, carteiras digitais fáceis de operar e até cartões de débito que convertem Bitcoin automaticamente. E, em vários países, já dá para pagar desde café até passagem aérea com criptomoedas. No Brasil mesmo, o número de estabelecimentos que aceitam Bitcoin só cresce, e o Banco Central já estuda regulamentações para integrar ainda mais o universo cripto ao nosso cotidiano.

Para fechar com chave de ouro: o Bitcoin não é milagre, nem bicho-papão. É uma tecnologia revolucionária, cheia de nuances, que merece ser compreendida sem exageros ou preconceitos. A próxima vez que ouvir um desses mitos por aí, lembre-se: informação de qualidade é o melhor investimento – e ainda rende bons papos.

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