Quando pensamos no sertanejo, é impossível não imaginar multidões emocionadas, refrões que grudam igual chiclete e, claro, aquelas histórias de bastidores que mereciam virar filme. Os bastidores do universo sertanejo são quase tão lendários quanto os hits de sucesso. Quem nunca ficou curioso para saber o que realmente rolou na vida dos astros por trás dos palcos? Hoje, no Soundz, vamos desvendar algumas das histórias mais curiosas – e reais – dos famosos do sertanejo, daquelas que você vai querer contar no próximo churrasco.
Começamos com Zezé Di Camargo & Luciano, a dupla que virou até filme. Mas você sabia que, antes do lançamento do filme “2 Filhos de Francisco”, Zezé chegou a trabalhar carregando sacos de cimento para ajudar a família? O cantor já revelou em entrevistas que, durante a juventude, além de sonhar com o sucesso, precisava garantir o pão de cada dia. E Luciano, por sua vez, entrou para a dupla quase por acaso, após uma série de desencontros familiares. O início foi difícil, com shows em pequenas cidades, cachês quase simbólicos e muita persistência – teve até vez em que cantaram para só três pessoas em um bar, e olha que nenhuma delas sabia as letras!
Falando em persistência, Jorge & Mateus são outro caso de sucesso recheado de situações inusitadas. Antes da fama, Jorge chegou a ser garçom e já declarou que certa vez, enquanto trabalhava, teve que cantar “de surpresa” no aniversário de um cliente importante. O detalhe: na hora da música, ele esqueceu a letra e improvisou, arrancando risos (e gorjetas!). Já Mateus, que além de músico é engenheiro agrônomo, afirmava que o seu maior medo era errar o “pontinho” do microfone durante as primeiras apresentações. “O microfone parecia um monstro”, brinca ele em entrevistas. Ainda bem que o medo passou e deu lugar a uma das vozes mais marcantes do sertanejo moderno.
Não dá para falar de histórias curiosas sem citar Marília Mendonça, a eterna “Rainha da Sofrência”. Antes da fama colossal, Marília compôs inúmeros sucessos para outros grandes nomes, como Jorge & Mateus e Henrique & Juliano. O interessante é que, certa vez, ela revelou que uma de suas músicas mais famosas foi escrita literalmente em um guardanapo durante uma viagem de ônibus, por não ter papel à mão. E sobre seu hábito peculiar: Marília costumava pedir coxinha nos bastidores antes dos shows e fazia questão de experimentar as de cada cidade onde se apresentava. O resultado? Virou quase uma “consultora de coxinhas” entre os amigos!
Henrique & Juliano também têm sua coleção de causos. Sabia que, no início da carreira, a dupla fazia shows em troca de jantares? Isso mesmo! O cachê não era em dinheiro, mas em pratos típicos da região – de arroz com pequi a galinhada. Eles contam que, graças a esses shows “remunerados em comida”, puderam conhecer sabores de todo o Brasil e, claro, conquistar fãs fiéis. E falando em fãs, existe uma história divertida: em um dos primeiros grandes shows da dupla, um fã mais animado invadiu o palco e, ao tentar abraçar Henrique, acabou derrubando o microfone – não deu nem tempo de pedir autógrafo, só ficou a lembrança (e o tombo).
Outro nome que não pode faltar é Gusttavo Lima, o “Embaixador”. Antes de arrebatar multidões, Gusttavo já tentou a carreira musical em duplas com os próprios irmãos, mas foi só na carreira solo que deslanchou. Uma curiosidade é que, no comecinho, o cantor morava em uma casa simples, sem água encanada, e usava uma garrafa PET para tomar banho. Uma história de superação que ele conta com orgulho, mostrando que o glamour veio mesmo depois de muita luta. E para quem pensa que ele só brilha nos palcos, Gusttavo já é famoso por comandar churrascos épicos nos bastidores dos shows – dizem que só entra quem aguenta um bom modão e costela na brasa!
Se falamos de curiosidades sertanejas, não podemos deixar de lembrar de Chitãozinho & Xororó. A dupla, que já soma mais de 50 anos de carreira, começou se apresentando em festivais de rádio ainda crianças, quando Xororó mal alcançava o microfone. O nome artístico? Foi “batizado” por um radialista, porque os nomes originais, José e Durval, não tinham o mesmo apelo. E, cá entre nós, quem imaginaria que a dupla, que ajudou a popularizar o sertanejo no Brasil, quase desistiu da carreira por falta de apoio no início dos anos 1970? Ainda bem que persistiram, né?
Essas são apenas algumas das curiosidades que fazem do sertanejo um gênero tão apaixonante: são histórias de superação, episódios cômicos, improvisos criativos e aquele jeitinho brasileiro de transformar qualquer situação em música – ou, no mínimo, em um bom “causo” para contar.
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