Você já parou para pensar no poder que a música tem dentro de um negócio? Pois é, ela não serve só para esconder aquele silêncio constrangedor na sala de espera ou camuflar o barulho de pratos no restaurante lotado. A escolha da trilha sonora certa pode aumentar as vendas, melhorar a experiência dos clientes e até impulsionar a produtividade dos funcionários. Mas cuidado: nem tudo são flores (ou notas musicais afinadas). Muitos estabelecimentos cometem erros clássicos ao selecionar músicas para seus ambientes, o que pode transformar o clima do lugar em uma verdadeira sinfonia de gafes. Quer saber quais são os deslizes mais comuns e como evitá-los? Vem comigo!
Primeiro erro de ouro: escolher músicas que você gosta, mas que não têm nada a ver com o perfil do seu público. Sabe aquele dono de padaria que curte heavy metal e resolve transformar o café da manhã dos clientes em um mini festival? O resultado pode ser mais assustador do que o solo de guitarra do Iron Maiden às sete da manhã. Segundo uma pesquisa do Nielsen Music, 75% das pessoas afirmam que a música ambiente influencia em sua permanência e consumo em estabelecimentos comerciais. Portanto, alinhar a playlist ao gosto do cliente (e não ao do proprietário) é fundamental.
Outro deslize frequente: ignorar o volume. Música alta demais pode afastar clientes sensíveis a ruídos, enquanto um som baixo, quase inaudível, pode passar despercebido ou até incomodar por criar um ambiente sem energia. Segundo a OMS, volumes acima de 70 decibéis podem causar desconforto e até prejudicar a audição. O ideal é manter a música entre 50 e 60 decibéis em ambientes como restaurantes, lojas e escritórios.
Falando em escritórios, outro erro é esquecer que cada setor pode precisar de um clima diferente. Enquanto o time de vendas pode se beneficiar de músicas animadas para motivar, áreas de concentração, como financeiro ou recursos humanos, pedem sons mais suaves e instrumentais. Estudos da Universidade de Maryland mostraram que músicas com letras podem atrapalhar tarefas que exigem raciocínio lógico. Já viu: escolher aquela playlist pop cheia de refrões chicletes na área do RH pode transformar o relatório de folha de pagamento em um karaokê involuntário.
Também não dá para esquecer da questão legal. Muitas pessoas acham que playlists de plataformas tradicionais podem ser usadas em ambientes comerciais, mas isso pode render uma dor de cabeça jurídica. Conforme a Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), o uso de músicas em estabelecimentos comerciais exige licenciamento específico. Ignorar isso pode resultar em multas pesadas e processos. Por isso, sempre opte por plataformas que oferecem soluções para negócios, com todas as licenças necessárias — nada de playlist pirata, hein?
E o erro campeão: repetir a mesma playlist até cansar. Estudos psicológicos provam que ouvir as mesmas músicas repetidamente pode causar irritação tanto em clientes quanto em funcionários. Renovar a trilha sonora regularmente mantém o ambiente dinâmico e agradável, além de mostrar que o negócio está antenado nas tendências.
Por fim, um cuidado especial para datas comemorativas. Colocar músicas natalinas em outubro ou forçar trilhas temáticas fora de época pode gerar desconforto e até constrangimento. Programe sua trilha para criar experiências memoráveis e relevantes – nada de Jingle Bells em pleno Carnaval, combinado?
Se você ficou com vontade de transformar o clima do seu negócio com uma seleção musical de respeito, fica a dica: o Soundz (https://soundz.com.br) é a plataforma de streaming de música grátis perfeita para você escutar músicas, criar playlists personalizadas e ainda se informar com uma revista digital completa sobre diferentes assuntos. Não deixe a trilha sonora do seu negócio desafinar: explore o universo musical do Soundz e faça seu ambiente vibrar na frequência certa!
