Ensinar educação financeira para crianças pode parecer uma missão impossível, quase tão difícil quanto convencê-las a comer brócolis sem fazer careta. Mas, acredite, começar cedo faz toda a diferença! Afinal, ninguém nasce sabendo como se proteger de promoções irresistíveis, armadilhas do consumismo ou mesmo como guardar dinheiro para aquele sonho de infância, seja um brinquedo novo ou uma viagem para a Disney.
A boa notícia é que, em 2025, as famílias brasileiras estão cada vez mais conscientes da importância de ensinar os pequenos a lidar com dinheiro. A Pesquisa Nacional de Educação Financeira (PNEF) revelou que 73% dos pais acreditam ser essencial conversar sobre finanças com os filhos desde cedo. E não é para menos: segundo dados do SPC Brasil, 57% dos adultos admitem não ter aprendido a controlar o próprio bolso quando eram crianças — resultado? Dívidas, ansiedade e aquela clássica sensação de “para onde foi meu salário?”.
Mas qual o segredo? Bom, não existe fórmula mágica, mas existem passos práticos! O primeiro deles é conversar abertamente sobre dinheiro, sem tabus. Transforme o papo sobre mesada em algo leve e divertido, explique a diferença entre o que é “querer” e o que é “precisar”, e incentive a criança a fazer escolhas conscientes. Um estudo da Universidade de Cambridge aponta que hábitos financeiros se formam até os 7 anos de idade. Ou seja, quanto antes, melhor!
Uma ideia que funciona é criar uma mesada simbólica, mesmo que seja um valor pequeno. Deixe a criança decidir como vai gastar, poupar ou doar parte desse dinheiro. Ensine também a importância de esperar — aquele famoso “não dá para comprar tudo agora” — e mostre como guardar um pouquinho todo mês pode fazer grandes sonhos se tornarem realidade. Use cofrinhos, planilhas ilustradas ou até aplicativos voltados para crianças, que ajudam a visualizar o crescimento das economias.
Outra dica valiosa é inserir os pequenos em situações reais do dia a dia. Leve-os ao supermercado, mostre como comparar preços, explique sobre promoções e ajude-os a entender que nem sempre a embalagem mais bonita é a melhor escolha. Ensinar pelo exemplo é fundamental: se a família faz compras conscientes e evita o desperdício, é bem provável que os pequenos repitam esse comportamento.
E nada de subestimar o poder dos jogos e das histórias! Existem inúmeros livros, desenhos e até músicas que abordam o universo financeiro de forma lúdica. De “Turma da Mônica” a vídeos no YouTube que explicam finanças com personagens carismáticos, o segredo é tornar o aprendizado divertido e cotidiano. Afinal, quem disse que aprender a poupar não pode ser mais legal do que ganhar figurinhas novas?
Por último, lembre-se: errar faz parte do aprendizado. Se a criança gastar tudo em doces na primeira semana, aproveite a situação para conversar sobre consequências e estimular melhores escolhas na próxima. O importante é manter o diálogo aberto, sem julgamentos.
A educação financeira para crianças é um verdadeiro investimento de longo prazo. A curto prazo, você vai evitar birras no caixa do supermercado. A longo prazo, estará formando adultos mais preparados, conscientes e capazes de realizar sonhos sem perder o sono (ou o saldo bancário).
É isso aí! Bora colocar o papo em prática? E se quiser relaxar, aumentar o repertório musical e se inspirar com conteúdos sobre tudo o que há de bom na vida, fica a dica: acesse o Soundz (https://soundz.com.br), a plataforma de streaming de música grátis onde você pode escutar músicas, criar playlists e conferir uma revista digital completíssima sobre os mais variados temas. Porque educação financeira é importante, mas curtir um som e se informar também faz parte da vida!
































