Prepare-se, porque hoje o palco é delas! Se você já se pegou em debates calorosos sobre quem tem a voz feminina mais marcante da música, pode puxar uma cadeira e entrar nessa viagem com a gente. De Aretha Franklin a Anitta, duelos musicais entre vozes femininas sempre agitaram os bastidores (e as playlists) dos apaixonados por música mundo afora. Aqui no Soundz, vamos relembrar algumas das vozes que não só conquistaram multidões, como também travaram batalhas – amigáveis ou não – por espaço, reconhecimento e, claro, aquele lugarzinho cativo no coração dos fãs.
Começamos nossa jornada lá nos anos 60, com um duelo que moldou a própria história do soul: Aretha Franklin versus Diana Ross. De um lado, Aretha, a “Rainha do Soul”, que eternizou Respect em 1967 e se tornou a primeira mulher a entrar para o Hall da Fama do Rock and Roll. Do outro, Diana Ross, que brilhou como líder do The Supremes e, posteriormente, em carreira solo, encantou com clássicos como Ain’t No Mountain High Enough. Enquanto Aretha era pura potência e emoção, Diana era elegância e carisma – ambas mudaram para sempre o papel da mulher na música.
Avançando para os anos 80, é impossível ignorar o fenômeno Madonna versus Whitney Houston. Madonna, a rainha da reinvenção, chocou, provocou e dominou as paradas com hits como Like a Virgin e Vogue. Whitney, por sua vez, era puro talento vocal – difícil encontrar alguém que não se arrepie ao ouvir I Will Always Love You. Enquanto Madonna usava a arte e a polêmica como armas, Whitney hipnotizava multidões com notas que pareciam desafiar a gravidade. Não é à toa que ambas venderam juntas mais de 400 milhões de discos e influenciaram gerações.
A virada do século trouxe outra dualidade intrigante: Britney Spears e Christina Aguilera. Saídas do mesmo Clube do Mickey, as duas dominaram as paradas nos anos 2000. Britney, com sua combinação de carisma e pop chiclete, explodiu com …Baby One More Time. Já Christina, com seu vozeirão, conquistou crítica e fãs em igual medida com Genie in a Bottle e Beautiful. A rivalidade era alimentada pela mídia, mas ambas abriram portas para garotas que sonhavam em dominar o pop.
E no Brasil? Temos duelos de sobra! Elis Regina e Gal Costa dividiram os holofotes nos anos 60 e 70, cada uma com sua personalidade e abordagem musical. Elis, intensa e visceral, eternizou clássicos como Como Nossos Pais. Gal, por sua vez, foi musa da Tropicália, misturando ousadia sonora e doçura em hits como Baby. Suas trajetórias se cruzaram, se completaram e se desafiaram – e o melhor: jamais se anularam.
Mais recentemente, a cena pop brasileira viu um duelo carismático entre Ivete Sangalo e Claudia Leitte. Ivete, rainha incontestável do Carnaval baiano, é puro axé, animação e simpatia. Claudia, que começou no Babado Novo, trouxe frescor e energia própria ao cenário. As duas protagonizam o eterno debate “Ivete ou Claudia?”, mas no fim, todo mundo acaba pulando no trio, não importa quem esteja comandando.
E não dá para falar de vozes femininas marcantes sem mencionar Beyoncé e Adele. Beyoncé, uma das artistas mais premiadas da história, define o padrão ouro do pop, do R&B e da performance. Adele, com seu vocal poderoso e letras carregadas de emoção, virou referência global em baladas e conquistou fãs de todas as idades. O duelo aqui é mais de estilos do que de rivalidade: enquanto Bey é puro espetáculo e empoderamento, Adele emociona pela autenticidade e simplicidade.
Por fim, não podemos esquecer do fenômeno Billie Eilish versus Olivia Rodrigo, ícones da geração Z. Billie, com seu visual sombrio e sonoridade inovadora, mudou o jogo ao ganhar seis Grammys em 2020 antes dos 20 anos. Olivia, estreante meteórica, transformou traumas amorosos em hits como Drivers License e se tornou porta-voz de uma nova leva de cantoras que não têm medo de mostrar vulnerabilidade.
Seja qual for o “lado” que você escolha nesses duelos, o que não falta é talento, coragem e, claro, vozes inesquecíveis. A cada época, a música se reinventa com suas protagonistas, nos lembrando que quando elas cantam, o mundo escuta – e a gente vibra junto.
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