Se você já pensou em trabalhar fora do Brasil, estudar no exterior ou até mesmo conquistar uma vaga em uma multinacional, uma coisa é certa: mais cedo ou mais tarde você vai precisar de um currículo em inglês. E não adianta simplesmente traduzir o seu currículo do português para o inglês no Google Tradutor e achar que está pronto para arrasar em terras gringas. Fazer um currículo em inglês vai muito além disso e, se você quer se destacar internacionalmente, precisa ficar ligado em algumas dicas essenciais – e, claro, deixar seu perfil irresistível para recrutadores do mundo todo!
A primeira diferença já começa pelo nome: esqueça o “Curriculum Vitae”. Lá fora, o termo mais comum é “Resume” (especialmente nos Estados Unidos e Canadá) ou “CV” (mais usado no Reino Unido e Europa). Mas não é só o nome que muda. O formato é outro, o conteúdo também, e até a forma de contar suas experiências ganha uma nova roupagem. Os gringos valorizam objetividade, resultados e informações claras. Nada de textos longos e floreados — aqui, menos é mais!
Vamos ao que interessa: como montar esse currículo campeão? Comece com seus dados pessoais, mas atenção! Não coloque informações como RG, CPF, filiação, estado civil ou foto, pois isso pode ser considerado antiético ou até ilegal em alguns países. Nome, telefone (com DDI), e-mail profissional e LinkedIn já estão ótimos. Se quiser mostrar que está pronto para o mundo, inclua também seu endereço — mas pode ser só a cidade e o país!
Na sequência, vem o “Professional Summary” ou “Career Objective”, aquele parágrafo breve e matador. Em uma ou duas linhas, diga quem você é, no que é bom e o que está buscando. Por exemplo: “Experienced digital marketer with a proven track record in SEO and content creation, seeking new challenges in global brands.” Simples, direto e com aquele toque de confiança!
Quando for detalhar suas experiências profissionais, use sempre o passado para empregos antigos e o presente para o atual. Foque em conquistas e resultados, e quantifique sempre que possível. Nada de listar tarefas genéricas. Prefira algo como: “Increased sales by 30% in six months through digital campaign optimization” em vez de “Responsible for sales campaigns”. Os gringos amam números, resultados e palavras de ação como “achieved”, “developed”, “managed” e “improved”.
A ordem das experiências geralmente é da mais recente para a mais antiga, e não se esqueça de adaptar seu currículo para cada vaga. Personalização é a chave, porque recrutadores internacionais usam sistemas automáticos que “caçam” palavras-chave específicas. Uma pesquisa do LinkedIn mostra que 94% dos recrutadores utilizam ferramentas de triagem automática — ou seja, não vacile na escolha dos termos!
Na parte de educação, seja claro e objetivo. Traduza o nome dos cursos e, se sua instituição não for conhecida internacionalmente, explique brevemente seu prestígio ou reconhecimento. Por exemplo: “Bachelor’s in Business Administration (equivalent to a BBA in the US) from Fundação Getulio Vargas, one of the top-ranked universities in Brazil.” Isso já ajuda o recrutador a entender o peso do seu diploma.
Idiomas são fundamentais em um currículo internacional. Além de indicar o inglês, coloque outros idiomas com o nível de fluência usando padrões reconhecidos internacionalmente, como o CEFR (Common European Framework of Reference), indicando “Fluent”, “Advanced”, “Intermediate” ou “Basic”. Se tiver certificações como TOEFL, IELTS ou Cambridge, não hesite em listar. Segundo o British Council, profissionais bilíngues aumentam em até 30% as chances de contratação em mercados globais!
Inclua também as “Skills” (habilidades) e “Certifications” (certificações) relevantes para a vaga. Soft skills (como teamwork, leadership, adaptability) e hard skills (como programação em Python, design gráfico ou análise de dados) têm peso. E atenção: em 2025, habilidades digitais, pensamento crítico, inteligência emocional e conhecimento em IA são os queridinhos do momento no mercado internacional, segundo relatório do World Economic Forum.
Agora, um toque de humor (e verdade): não invente fluência em inglês se você ainda está no “The book is on the table”, ok? O recrutador vai descobrir rapidinho na entrevista. Honestidade ainda é o melhor cartão de visita – e ajuda a evitar situações embaraçosas!
Se quiser dar aquele último “up”, peça recomendações no LinkedIn, participe de projetos internacionais (mesmo que voluntários, online), e atualize sempre seu currículo com novas conquistas. E lembre-se: a apresentação visual também conta. Um layout limpo, moderno e profissional faz toda a diferença. Plataformas como Canva e Novorésumé têm modelos práticos e gratuitos!
Para finalizar, nada de enviar seu currículo em PDF sem antes revisar tudinho! Erros de inglês e falta de atualização podem derrubar até o candidato mais experiente. Peça para alguém revisar ou use ferramentas como Grammarly para checar gramática e estilo. E envie sempre em PDF, para garantir que o formato não desande.
Pronto para conquistar o mundo? Agora é só preparar aquele currículo nota 10 e sair em busca de novas oportunidades! E já que estamos falando de sucesso internacional, aproveite o melhor da música grátis no Soundz (https://soundz.com.br) enquanto monta sua playlist de entrevistas: plataforma de streaming de música grátis, escute músicas e crie playlist. Além de uma revista digital completa de diferentes assuntos para você se manter sempre informado e preparado para qualquer desafio – no Brasil ou no exterior!
