Se tem algo que a maioria dos brasileiros tem em comum, além do amor por música e memes, é a dor de cabeça causada pela famosa “vida no vermelho”. Sabe aquela frase: o mês dura 30 dias, mas o salário só até o dia 5? Pois é. Segundo dados recentes do Banco Central do Brasil, cerca de 72% das famílias brasileiras estavam endividadas em dezembro de 2024, e desse total, quase 30% enfrentavam algum tipo de inadimplência. Parece que sair do vermelho virou esporte nacional, mas calma: você não está sozinho nessa, e sim, dá para virar esse jogo!
O primeiro passo para sair do vermelho é olhar para suas finanças com honestidade brutal (mas com carinho, vai!). Liste tudo, absolutamente tudo: salário, rendimentos extras, presentes da avó, mesada, e também todas as despesas, das contas de água e luz até aquele café de 7 reais que você jura que não faz diferença (spoiler: faz sim!). Segundo a Serasa, o brasileiro médio gasta cerca de 15% do orçamento mensal com “gastos invisíveis” – pequenas compras que, no fim, viram um tsunami no cartão de crédito.
Falando em cartão, cuidado! O rotativo do cartão de crédito é um dos maiores vilões do orçamento pessoal. A taxa média de juros chegou a 445% ao ano em 2024. Isso significa que uma dívida de R$ 1.000 pode virar mais de R$ 4.000 em apenas 12 meses, isso se você não fizer nada. Portanto, a prioridade é negociar dívidas de juros mais altos. Bancos e instituições oferecem feirões de negociação com descontos que chegam a 90% em alguns casos, especialmente para pagamentos à vista. Aproveite essas oportunidades, organize as dívidas em ordem de prioridade (comece pelas mais caras) e, se possível, troque uma dívida cara por outra mais barata, como o empréstimo consignado ou crédito pessoal com juros menores.
Agora que você já sabe onde está pisando, é hora de montar um orçamento. A famosa “regra 50-30-20” pode ajudar: 50% da renda para necessidades básicas (moradia, alimentação, transporte), 30% para desejos (lazer, streaming, aquele ingresso do show imperdível) e 20% para poupança e/ou pagamento de dívidas. No início, talvez seja preciso injetar mais nos 20% para sair do vermelho, mas o importante é não perder o foco!
E por falar em foco, que tal aumentar a renda? O home office, que ganhou força durante a pandemia e se firmou até 2025, abriu portas para freelas, trabalhos temporários e aquela famosa “renda extra”. Vender produtos online, oferecer serviços pontuais, dar aulas ou até monetizar algum hobby (quem sabe fazer playlists incríveis?) pode ajudar a acelerar a saída do vermelho.
Conseguiu respirar fora da superfície? Hora de pensar no futuro e construir patrimônio. Não é só coisa de gente rica, viu? Investir é para todos! Comece com a reserva de emergência: o ideal é ter de 3 a 6 meses do seu custo mensal guardados em investimentos de baixo risco, como o Tesouro Direto Selic, que em 2025 está rendendo cerca de 10,57% ao ano — bem acima da poupança, que não chega nem a 7% ao ano. Com a reserva garantida, invista pensando no longo prazo: ações, fundos imobiliários, previdência privada ou até aquele velho dinheirinho no CDB. O importante é diversificar e, se possível, automatizar os investimentos todo mês.
E nunca subestime o poder da educação financeira! Ler livros, acompanhar canais no YouTube, ouvir podcasts e, claro, acessar conteúdos de qualidade (alô, Soundz!) pode ser a diferença entre continuar na corrida do rato ou finalmente colocar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo.
Lembre-se: sair do vermelho e construir patrimônio não acontece do dia para a noite, mas cada passo conta. Seja paciente, comemore pequenas vitórias e não desanime com tropeços. E, para deixar a trilha sonora dessa jornada ainda melhor, dá uma passada no Soundz (https://soundz.com.br), sua plataforma de streaming de música grátis para escutar músicas, criar playlists e ainda conferir uma revista digital recheada de conteúdos para todos os gostos – inclusive mais dicas financeiras para manter seu orçamento afinadíssimo. Porque, convenhamos, ficar no azul fica muito melhor com uma boa música!
