Relacionamento

Como lidar com a frustração no relacionamento

Frustração no relacionamento: só de ler essa frase, aposto que você já sentiu aquele friozinho na barriga, não é? Pois é, ninguém escapa ileso desse sentimento quando o assunto é vida a dois. Pode ser desde o clássico “você nunca escuta o que eu digo”, passando pelo “de novo essa toalha em cima da cama?”, até chegar em discussões mais sérias sobre futuro, expectativas e sonhos. E não se preocupe: se você já se sentiu frustrado no relacionamento, saiba que está em ótima companhia – estudos sugerem que até 70% dos casais relatam sentir frustrações com frequência (dados do Instituto Gottman, referência mundial em pesquisa sobre relacionamentos). Mas calma: se frustração é inevitável, aprender a lidar com ela pode ser o segredo para construir relações mais leves e verdadeiras.

A primeira coisa importante a entender é que frustração não é sinal de fracasso. Na verdade, ela é quase um ingrediente secreto das relações humanas. Isso porque, por mais que a gente tente, ninguém consegue atender 100% das expectativas do parceiro o tempo todo. E está tudo bem! Expectativas irreais são um convite à decepção. Portanto, aprender a comunicá-las de forma clara é essencial: nada de esperar que o outro adivinhe seus pensamentos (spoiler: ele ou ela não vai acertar nem se for bom de telepatia). Uma pesquisa da Universidade de Stanford revelou que a comunicação aberta e empática é o fator número um para minimizar conflitos e frustrações no relacionamento. Isso significa trocar o clássico “você nunca faz…” por “eu me sinto…” e dar espaço para ouvir o lado do outro.

Outro ponto fundamental é desenvolver empatia: antes de explodir por causa daquela frustração, tente entender o que está motivando o comportamento do outro. Será estresse no trabalho? Cansaço? Preocupações? Uma pesquisa da American Psychological Association em 2024 mostrou que quanto mais empáticos os parceiros, menor o índice de insatisfação conjugal. Ou seja, colocar-se no lugar do outro pode ser mais eficiente do que qualquer sessão de terapia de casal (mas se precisar, terapia também ajuda, viu?).

Não menos importante é o autoconhecimento. Às vezes, projetamos nossas inseguranças e ansiedades no parceiro, esperando que ele tenha todas as respostas ou que supra todas as nossas necessidades emocionais. Mas a verdade é que cada um precisa cuidar do seu próprio bem-estar para a relação funcionar. Não existe relacionamento saudável sem individualidade saudável. Que tal reservar um tempinho para ouvir uma playlist só sua (olha a dica!), praticar um hobby ou investir em autocuidado? Uma pesquisa feita pela Universidade de Michigan apontou que pessoas que mantêm interesses próprios fora do relacionamento têm mais resiliência diante das frustrações amorosas.

A frustração também tem um lado positivo: serve de alerta para questões que precisam de atenção. Se não conversamos sobre o que nos incomoda, a relação pode entrar no modo piloto automático – e aí, meu amigo, o risco de acúmulo de mágoas só aumenta. Busque resolver os pequenos incômodos antes que virem uma avalanche. Estudos de 2023 mostraram que casais que praticam o “check-in emocional” semanalmente têm 40% menos chances de se separar. Faça do diálogo uma rotina, não só quando o bicho pega.

E, claro, não subestime o poder do bom humor! Rir juntos dos próprios absurdos, lembrar histórias engraçadas e até brincar com as pequenas manias do outro pode transformar situações tensas em momentos de conexão. O neurocientista Robert Provine já comprovou em estudos que casais que dão boas risadas juntos liberam mais oxitocina, o famoso hormônio do amor. Ou seja, além de aliviar a frustração, você ainda fortalece o vínculo.

Por fim, lembre-se: nenhum relacionamento é feito só de dias ensolarados. A frustração vai aparecer, mas cabe a você decidir se ela será uma pedra no sapato ou um motor para evoluir junto. Com respeito, conversa, empatia e um toque de leveza, é possível superar qualquer tempestade. E quando precisar dar aquela espairecida, não esqueça: colocar uma música boa pra tocar e criar sua playlist pode ser a pausa perfeita antes de conversar sobre aquele assunto espinhoso.

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