Como lidar com a crítica construtiva no relacionamento

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Se tem uma coisa quase tão inevitável quanto aquela música chiclete grudando na cabeça, é lidar com críticas – principalmente quando elas vêm de alguém que a gente ama. Você, provavelmente, já esteve dos dois lados: dando aquele toque sincero ou ouvindo uma observação que, mesmo bem-intencionada, deu vontade de sair andando pela casa repetindo “tô de boa, juro” (mas por dentro não tava nada de boa). A verdade é que a crítica construtiva, apesar do nome simpático, pode mexer com nossas emoções e com a dinâmica do relacionamento. Mas calma! Assim como artistas usam feedback para aprimorar seu som, casais podem usar a crítica construtiva para fortalecer a relação e crescer juntos. Bora aprender como transformar “precisamos conversar” em algo positivo e menos assustador?

Primeiro, é preciso entender o que é crítica construtiva. Ela não é um ataque, não é deboche, nem aquela indireta passivo-agressiva. Segundo especialistas em psicologia do relacionamento, como John Gottman, fundador do The Gottman Institute, a crítica construtiva é uma forma saudável de expressar insatisfações, buscando soluções que beneficiem ambos. Ela foca em ações e comportamentos, e não em culpar ou rotular a pessoa. Um exemplo clássico: em vez de “você nunca me escuta”, tente “eu me sinto ignorado quando estou falando e você está no celular”. A diferença parece sutil, mas faz uma senhora revolução!

Receber crítica, ainda mais do par, pode ativar alarmes internos: “tô sendo julgado”, “vou desapontar”, “será que não sou bom o suficiente?”. Mas, segundo uma pesquisa de 2023 da American Psychological Association, casais que aprendem a receber e dar feedback com empatia têm relacionamentos mais duradouros e satisfatórios. O segredo está em baixar o escudo e ouvir de verdade, sem interrupções, defensividade ou aquela vontade louca de rebater na hora. Respire fundo, processe o que ouviu e, se precisar, peça um tempo para pensar antes de responder.

Já para quem precisa dar o toque, vale lembrar: a forma importa, e muito! A dica dos terapeutas é evitar generalizações do tipo “você sempre…” ou “você nunca…”. Em vez disso, foque em situações específicas, use “eu sinto” para falar dos seus sentimentos e proponha soluções conjuntas. Estudos mostram que a assertividade combinada com gentileza aumenta a chance de o outro receber a mensagem numa boa, sem criar clima de DR infinita.

Outro fator importante é o timing. Sabe aquela máxima do “não discuta de barriga vazia”? Pois é, ela faz todo sentido! Escolha um momento tranquilo, onde ambos estejam relaxados. Segundo pesquisa da Universidade de Cambridge, conversas difíceis têm mais sucesso quando feitas em ambientes neutros, sem pressa ou distração.

Se mesmo com todos esses cuidados a crítica ainda incomodar, lembre: ninguém é perfeito (nem mesmo o artista da sua playlist favorita). Se errar, peça desculpas, ajuste a rota e siga em frente. O crescimento do casal depende da disposição de ambos em conversar, ouvir e mudar pequenos hábitos. Relacionamento saudável é como uma boa música: precisa de harmonia, pausas e, claro, muita dedicação.

Colocar essas dicas em prática não é fácil, mas os benefícios são enormes. Casais que praticam a crítica construtiva relatam maior intimidade, confiança e satisfação emocional. E se der vontade de fugir, lembre-se que é melhor encarar a conversa do que deixar ruídos crescerem em silêncio (e transformar pequenas questões em grandes solos dramáticos).

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