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Como Investir em Startups e Empreendimentos de Sucesso

Se você já se pegou pensando como seria incrível investir em um novo “unicórnio” brasileiro antes de todo mundo – tipo Nubank, QuintoAndar ou iFood – saiba que esse universo de startups e empreendimentos de sucesso está mais acessível do que parece. E engana-se quem acha que é preciso ser um magnata do Vale do Silício para participar desse jogo; hoje, investir em startups é possível até mesmo para quem está começando na vida dos investimentos ou quer diversificar a carteira com um pouco mais de emoção. E, convenhamos, emoção é o que não falta nesse mercado!

Antes de sair distribuindo cheques, vale entender o básico: uma startup nada mais é do que uma empresa jovem, inovadora, geralmente centrada em tecnologia, que busca crescer rápido e escalar soluções para problemas reais. O Brasil hoje já conta com mais de 15 mil startups ativas, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) de 2024. E o investimento nessas empresas bateu recorde nos últimos anos, alcançando cerca de US$ 2,9 bilhões em 2023 apenas em rodadas de Venture Capital, de acordo com a plataforma Distrito.

Mas afinal, como começar a investir? O caminho mais tradicional é o chamado investimento-anjo. Aqui, pessoas físicas aportam capital nas fases iniciais de uma startup em troca de uma participação acionária. Segundo a Anjos do Brasil, nos últimos cinco anos o investimento-anjo no país cresceu mais de 15% ao ano. Um anjo não só traz dinheiro, mas também experiência, networking e até conselhos estratégicos – é algo quase paternal, mas com menos troca de fraldas e mais gráficos no Excel.

Outra opção são as plataformas de equity crowdfunding, que vêm quebrando barreiras e permitindo que investidores a partir de valores como R$ 1.000 tenham acesso a oportunidades antes restritas a grandes fundos. Plataformas como StartMeUp, EqSeed e Kria já movimentaram mais de R$ 270 milhões em investimentos coletivos no Brasil desde 2016, e a tendência é de expansão. O legal dessa modalidade é a possibilidade de “fatiar” o risco e investir em várias startups de uma vez, criando uma carteira diversificada (e, quem sabe, aumentando suas chances de surfar na próxima onda bilionária!).

Claro, investir em startups não é para os fracos de coração. Os riscos são altos: estima-se que a cada 10 startups, 9 não sobrevivem após cinco anos, segundo estudo da Fundação Dom Cabral. Por outro lado, se acertar na mosca, os retornos podem ser exponenciais. Lembre-se de analisar o time, o mercado, o produto e, se possível, conversar com outros investidores antes de tomar qualquer decisão – afinal, ninguém quer ser o último a saber que o foguete não decolou.

Além dos investimentos diretos, fundos de Venture Capital abertos ao público estão se tornando cada vez mais comuns no Brasil e podem ser uma alternativa interessante para quem prefere delegar a especialistas a seleção das melhores startups. Fundos como monashees, Canary e Kaszek Ventures são referências no setor e já investiram em empresas que hoje são líderes de mercado.

E se engana quem pensa que startups só nascem em laboratórios de tecnologia; já há investimentos rolando em áreas como saúde, educação, sustentabilidade, mobilidade e até agronegócio digital. De olho nas tendências de 2025, setores como IA generativa, biotecnologia, soluções para cidades inteligentes e finanças descentralizadas (DeFi) estão em alta e prometem novas oportunidades para quem busca inovação.

Por fim, lembre-se: investir em startups vai além de buscar retornos financeiros turbinados. É também sobre apoiar ideias que podem transformar o mundo, contribuir para o ecossistema empreendedor brasileiro e, de quebra, aprender bastante no processo. Esteja preparado para encarar altos e baixos, diversifique seus investimentos e, claro, mantenha o bom humor – porque nem só de gráficos vive um investidor.

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