Música

As Vozes Femininas Mais Icônicas da História da Música

Quando falamos de vozes poderosas, inconfundíveis e que atravessaram gerações, é impossível não pensar nas vozes femininas que moldaram – e continuam moldando – a história da música. Das notas mais agudas ao grave aveludado, essas artistas transformaram canções em hinos, ditaram tendências e provaram que a música, como diria aquela propaganda antiga, é a alma da festa (e da vida!). Prepare-se para um passeio pelas cordas vocais que fizeram e fazem história, com curiosidades, números e aquele toque de bom humor que é a nossa cara aqui no Soundz.

Começamos com a incomparável Aretha Franklin. A Rainha do Soul não ganhou esse título à toa! Com um timbre potente, ela eternizou clássicos como “Respect” e “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” – hinos de empoderamento que ecoam até hoje. Aretha colecionou 18 Grammys, vendeu mais de 75 milhões de discos e foi a primeira mulher a entrar no Rock and Roll Hall of Fame, em 1987. Dá licença, né?

Avançando algumas décadas, impossível não falar de Whitney Houston, dona de uma extensão vocal absurda (segura um dó agudo aí!) e recordista de sucessos. Whitney foi listada pelo Guinness Book como a artista mais premiada de todos os tempos, com mais de 400 prêmios. “I Will Always Love You” ficou 14 semanas no topo da Billboard Hot 100 e, vamos combinar, quem nunca arriscou cantar esse refrão no chuveiro que atire a primeira escova!

E o que dizer de Madonna? Embora seu timbre não seja o mais técnico, ninguém pode negar o impacto cultural da Rainha do Pop. Madonna vendeu mais de 300 milhões de discos e reinventou padrões estéticos e musicais. Hits como “Like a Virgin”, “Vogue” e “Hung Up” são obrigatórios em qualquer playlist de festa. Ela também é recordista como a artista solo mais bem-sucedida das paradas britânicas.

Dando um pulo lá para trás no tempo, vale lembrar de Billie Holiday, uma das maiores intérpretes do jazz. Billie transformou sofrimento em arte e foi a voz de protesto com “Strange Fruit”. Com sua forma única de frasear e interpretar, ela influenciou praticamente todo mundo que veio depois, de Amy Winehouse a Adele.

Falando em diva britânica, Adele é o exemplo moderno de voz potente e letras que fazem qualquer um buscar o lenço mais próximo. Seu álbum “21” vendeu mais de 31 milhões de cópias, virou trilha sonora de términos pelo mundo e rendeu a ela recordes no Grammy. Adele prova que, às vezes, menos é mais – o que ela faz com um piano e emoção, poucos conseguem.

No universo do R&B, Beyoncé é presença obrigatória. Ela começou no Destiny’s Child e consolidou uma carreira solo de dar inveja a qualquer um: são mais de 200 milhões de discos vendidos, 32 Grammys e uma performance vocal e de palco que beira o sobre-humano. “Single Ladies”, “Halo” e “Formation” são só alguns dos hits que mostram o alcance e a versatilidade da Queen B.

Mas não podemos falar de vozes marcantes sem citar Celine Dion, dona de uma potência vocal capaz de derrubar taças (e corações). Sua interpretação de “My Heart Will Go On” fez Titanic ser ainda mais épico, e ela vendeu mais de 250 milhões de álbuns mundo afora. Se você nunca tentou alcançar as notas de Celine, está vivendo errado!

Lembrando das raízes brasileiras, não dá para esquecer Elis Regina. Considerada por muitos a maior cantora do Brasil, Elis tinha uma entrega emocional única e uma técnica impecável. Clássicos como “O Bêbado e a Equilibrista” e “Como Nossos Pais” atravessam gerações e seguem relevantes, mostrando que o Brasil também tem suas rainhas.

E já que estamos no Brasil, Gal Costa merece destaque. Com sua voz doce e ousada, foi peça-chave no tropicalismo e eternizou músicas como “Baby” e “Meu Nome é Gal”. Sua carreira, que foi de shows intimistas a festivais cheios, é prova do seu talento e versatilidade.

Lady Gaga, por sua vez, mostrou ao mundo que extravagância e talento vocal podem andar juntos. Dona de um timbre poderoso e versátil, ela navegou pelo pop, jazz e até trilhas de cinema, como em “Shallow”, vencedora do Oscar. Gaga já vendeu mais de 170 milhões de discos e redefiniu o que é ser uma popstar nos anos 2000 para cá.

É claro que não dá para listar todas as vozes femininas icônicas da história em um único artigo, mas o mais incrível é perceber o quanto essas artistas mudaram a indústria, influenciaram gerações e abriram caminho para tantas outras vozes brilharem. De diferentes estilos, épocas e sotaques, elas provam que música boa não tem prazo de validade – pelo contrário, só melhora com o tempo!

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