Música

As músicas que marcaram gerações

Quem nunca ouviu aquela música que, de repente, faz a mente viajar no tempo, trazendo lembranças de um verão inesquecível, da infância, ou até mesmo daquele amor platônico que só existia nas playlists do coração? A verdade é que algumas canções transcendem as barreiras do tempo e se tornam verdadeiros hinos de gerações, eternizando sentimentos, estilos e até transformando a cultura pop. Quando falamos em músicas que marcaram gerações, estamos falando de trilhas sonoras que uniram pais e filhos, embalaram festas épicas e serviram de pano de fundo para revoluções sociais.

Começando lá pelos anos 1960, impossível não citar “Hey Jude” dos Beatles, lançada em 1968. Essa canção não só ficou semanas no topo das paradas, como também virou símbolo de uma era de transformações sociais, e, convenhamos, até hoje não existe karaokê que resista ao refrão magistral de Paul McCartney e John Lennon. Outro hino da época é “(I Can’t Get No) Satisfaction” dos Rolling Stones, uma música que resume perfeitamente o espírito rebelde da juventude daquela década. Falando em rebeldia, “Respect”, na voz poderosa de Aretha Franklin, não só marcou a luta por direitos civis como ainda embala playlists com sua energia contagiante.

Avançando para os anos 1970, o mundo viu nascer clássicos como “Staying Alive” dos Bee Gees, que transformou a disco music em fenômeno global e fez até o John Travolta arriscar aquele passinho icônico no filme “Os Embalos de Sábado à Noite”. Nesse mesmo clima setentista, “Bohemian Rhapsody” do Queen misturou rock, ópera e pura genialidade em seis minutos de puro delírio musical — e, sim, se você acha que entende de música, precisa saber cantar pelo menos metade dessa letra de olhos fechados.

Os anos 1980 foram a década da ousadia: sintetizadores, cabelos cheios de laquê e clipes que mudaram o jeito de consumir música. “Billie Jean” de Michael Jackson não só quebrou recordes, mas também revolucionou a MTV – afinal, quem nunca tentou imitar o moonwalk na sala de casa? E, claro, “Like a Virgin” da Madonna, que se tornou um manifesto pop e ajudou a definir a ousadia feminina no cenário musical. Não dá para esquecer do rock nacional, com “Tempo Perdido” da Legião Urbana, trilha oficial de qualquer adolescente brasileiro apaixonado e filósofo existencial de chuveiro.

A década de 1990 trouxe o grunge de “Smells Like Teen Spirit” do Nirvana, dando voz a uma geração desencantada e eternizando Kurt Cobain como ícone. Quer dançar até agora? Toca “Wannabe” das Spice Girls e sinta o poder do girl power que invadiu o mundo. O axé brasileiro também fez história com “Eva” do Banda Eva e “Segura o Tchan” do É o Tchan, provando que o verão, no Brasil, sempre tem trilha sonora.

O novo milênio chegou ao som de “Oops!… I Did It Again” da Britney Spears, “Shape of You” do Ed Sheeran e “Despacito” de Luis Fonsi, que bateu recordes históricos e, praticamente, obrigou todo mundo a tentar dançar reggaeton, mesmo sem saber a letra. Nos últimos anos, hits como “Blinding Lights” do The Weeknd voltaram a trazer aquela vibe retrô, mostrando que tudo se reinventa – até mesmo na música.

Não importa a sua idade, existe sempre uma música que marcou a sua geração e segue viva, seja no rádio, no streaming ou naquela playlist nostálgica. E se você quiser ouvir esses clássicos (e muitos outros), criar suas próprias playlists e até descobrir novidades, dá um pulo no Soundz (https://soundz.com.br). É uma plataforma gratuita de streaming de música, cheia de funcionalidades para quem ama som e, de quebra, oferece uma revista digital completa, recheada de variedades. Porque música boa nunca sai de moda – e, cá entre nós, merece ser compartilhada!

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