Música

As músicas que embalaram as redes sociais

Se redes sociais fossem festas, as músicas seriam, sem dúvida, as estrelas da pista de dança. E não é nenhum segredo: várias canções se tornaram verdadeiros hinos digitais, embalando trends, dancinhas, memes e até desabafos no feed. Mas, afinal, quais são as músicas que embalaram as redes sociais nos últimos anos e por que elas grudam na nossa cabeça feito chiclete? Prepare-se para uma viagem sonora repleta de nostalgia, curiosidades e, claro, muita informação útil para você brilhar nas conversas (e nas playlists).

Desde o surgimento do TikTok, lá em 2016, jamais vimos uma plataforma tão poderosa para viralizar músicas. O fenômeno é tão forte que uma música pode sair do completo anonimato para o topo das paradas globais em questão de dias. Um exemplo clássico é “Dance Monkey”, da australiana Tones and I. Lançada em 2019, ela explodiu em challenges, acumulando bilhões de visualizações e streams. Não à toa, virou praticamente trilha sonora oficial dos stories da vida.

Mas não só de pop internacional vivem as redes. O Brasil também tem seus hits marcantes. “Envolver”, da Anitta, por exemplo, quebrou barreiras em 2022 ao ser a música mais tocada do mundo no Spotify durante alguns dias — tudo graças a uma coreografia viralizada no TikTok. Falando em coreografia, quem nunca tentou (e falhou) reproduzir o passinho de “Lovezinho”, da Treyce, ou foi bombardeado por vídeos ao som de “Desenrola, Bate, Joga de Ladin”, de L7nnon e Os Hawaianos?

E a febre dos memes musicais? “Coffin Dance” (Astronomia, de Tony Igy e Vicetone) virou trilha sonora de memes sobre situações trágicas, mas sempre com uma dose saudável de humor. Aquele vídeo dos caixões dançantes é impossível de esquecer! Outro fenômeno foi “Savage Love”, do Jason Derulo com Jawsh 685, que grudou na cabeça do mundo inteiro com seu refrão chiclete e viralizou por coreografias que iam do engraçado ao fofo.

Os anos de 2023 e 2024 trouxeram novas tendências. “Flowers”, da Miley Cyrus, não só dominou as paradas como virou símbolo de amor-próprio nas redes. Já “Cupid”, do grupo coreano FIFTY FIFTY, mostrou que o K-pop segue conquistando corações e algoritmos, com challenges apaixonados e vídeos de fãs disputando quem faz a melhor versão.

E falando em Brasil, difícil não lembrar de “Tá OK”, do Dennis DJ com Kevin O Chris, que virou fundo musical quase obrigatório para reels, stories e até propagandas. O funk, inclusive, se consolidou como trilha de uma geração digital hiperconectada, mostrando a força dos ritmos nacionais nas plataformas.

Por trás desse fenômeno, existe uma lógica interessante: músicas com refrãos marcantes, batidas animadas e letras fáceis de decorar têm mais chances de viralizar. Mas não pense que só as músicas atuais brilham: clássicos como “September” do Earth, Wind & Fire ou até “Macarena” ressurgem volta e meia, embalando novos memes e trends para uma geração que nem era nascida quando elas fizeram sucesso pela primeira vez.

Além de embalar trends e vídeos engraçados, as músicas que viralizam nas redes sociais desempenham um papel importante no cenário musical global. Muitas vezes, artistas desconhecidos ganham projeção internacional, gravadoras apostam em faixas pensadas para viralizar, e playlists são constantemente atualizadas para acompanhar as novidades do momento.

E aí, já se pegou cantarolando alguma dessas músicas só porque ouviu em um vídeo? A verdade é que as músicas que embalam as redes sociais têm o poder de unir gerações, culturas e até idiomas – afinal, se até a sua avó já fez trend de dancinha, é porque o negócio é sério.

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