Se existe uma década que mudou para sempre os caminhos da música mundial, sem dúvidas foram os incríveis anos 60. E, dentro desse turbilhão criativo, o soul internacional brilhou como nunca! Prepare-se para embarcar em uma viagem pelo tempo com as músicas de soul mais marcantes desse período. Spoiler: você vai querer levantar da cadeira e arriscar uns passos de dança (ou pelo menos bater palminha no ritmo)!
O soul nasceu da mistura de gospel, rhythm and blues e jazz, trazendo uma energia cheia de emoção e groove. A Motown Records, fundada em Detroit, foi praticamente a fábrica de hits do gênero – pense num lugar onde Stevie Wonder, Marvin Gaye, The Supremes e The Temptations tomavam café juntos! Não era à toa que a gravadora era chamada de “Hitsville USA”.
Uma das rainhas eternas do soul, Aretha Franklin, chegou chegando na cena com “Respect” em 1967. Essa música, que virou hino de empoderamento, levou Aretha ao topo das paradas e, de quebra, rendeu à diva dois Grammys. A canção, originalmente gravada por Otis Redding (outro gênio do soul), ganhou uma nova vida na voz poderosa de Aretha e até hoje arrepia multidões.
Falando em Otis Redding, impossível não citar “(Sittin’ On) The Dock of the Bay”. Lançada em 1968, pouco depois de sua trágica morte, a faixa virou um clássico instantâneo. O assobio no final da música é daqueles detalhes que grudam na memória e mostram como o soul pode ser sofisticado mesmo em sua simplicidade.
Quem também fez história foi Sam Cooke com “A Change Is Gonna Come”. Lançada em 1964, essa canção atravessou gerações como símbolo de luta por direitos civis nos Estados Unidos. O poder emocional da voz de Cooke aliada à letra cheia de esperança faz dela uma das mais importantes do gênero.
Claro que não dá para esquecer Ray Charles, o mestre que fez do piano sua voz. “What’d I Say”, lançada em 1959 e explodindo nos anos 60, foi pioneira ao misturar gospel com ritmos seculares – uma ousadia e tanto para a época! Ray mostrou que o soul poderia ser sensual, divertido e inovador.
Outra estrela que marcou a década foi Stevie Wonder. Com apenas 13 anos, ele já estava nas paradas com “Fingertips”. Mas foi em 1966, com “Uptight (Everything’s Alright)”, que Stevie mostrou ao mundo que sua genialidade estava só começando. A música é puro alto-astral e virou trilha sonora de festas e rádios pelo planeta.
The Temptations, com “My Girl” (1965), trouxeram o romantismo soul que conquista corações até hoje. Quem nunca se pegou cantarolando aquele “I’ve got sunshine on a cloudy day…” pode atirar a primeira flor! E olha que essa era apenas uma das inúmeras pérolas produzidas pelo grupo.
No embalo da Motown, The Supremes também dominaram as paradas. “You Can’t Hurry Love” (1966) foi só um dos muitos sucessos do trio liderado por Diana Ross. O refrão chiclete e os arranjos harmônicos mostravam como o soul podia ser sofisticado e popular ao mesmo tempo.
E, claro, James Brown não podia faltar! O “Padrinho do Soul” acelerou os corações com “I Got You (I Feel Good)”, de 1965. A canção é energia pura e, convenhamos, é impossível ouvir sem querer arriscar um passinho clássico do JB.
Wilson Pickett também embalou multidões com “In the Midnight Hour” (1965), enquanto Booker T. & the MG’s instrumentalizaram o groove com “Green Onions” (1962), mostrando que o soul também pode conquistar sem precisar de palavras.
Essas músicas não só embalaram festas e rádios, mas também ajudaram a transformar mentalidades, inspirando movimentos sociais e artísticos. Os anos 60 foram, sem dúvida, um laboratório de inovação sonora e uma explosão de criatividade.
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