Música

As Melhores Danças do Funk Proibidão

Quando o assunto é ritmo, energia e ousadia, poucas manifestações culturais brasileiras conseguem bater o funk proibidão. Afinal, estamos falando de um estilo musical que nasceu nas comunidades cariocas e rapidamente conquistou o país inteiro – inclusive com suas danças icônicas, cheias de atitude e sensualidade. E se você acha que já viu de tudo por aí, prepare-se: as melhores danças do funk proibidão são verdadeiros espetáculos à parte, misturando gingado, criatividade e, claro, aquela pitada de polêmica que só o funk sabe proporcionar.

É impossível falar de funk proibidão sem citar os passinhos que dominam bailes e redes sociais. Desde o famoso quadradinho, que virou febre no final da década de 2010 e segue firme até hoje em 2025, até coreografias mais ousadas que desafiam a gravidade (e, às vezes, as regras do bom senso), o funk proibidão nunca para de inovar. O segredo está na mistura: parte do charme dessas danças é justamente a combinação de movimentos tradicionais do funk com elementos de street dance, break, samba e até mesmo do forró. Não à toa, muitos coreógrafos brasileiros vêm ganhando destaque internacional graças a tutoriais viralizados no TikTok, Instagram e YouTube.

O “quadradinho de oito”, por exemplo, já virou patrimônio cultural não-oficial do funk. Ele exige coordenação, força nos músculos e muito carão – afinal, quem faz quadradinho sem encarar a plateia não está fazendo direito! Outro destaque é o “passinho do menor”, uma mistura de rebolado com movimentos de pernas rápidos, ideal para quem quer impressionar na pista. Já o “passinho do romano” leva a diversão para outro nível, com giros rápidos e agachamentos que desafiam até quem está em dia com a academia.

Não podemos esquecer das coreografias coletivas, que ganharam força nos bailes e nas plataformas digitais. Em 2024, por exemplo, o “passinho do truque” explodiu nos trends, com milhares de vídeos mostrando duplas e trios encaixando movimentos sincronizados em batidas aceleradas e refrões pegajosos. A força do proibidão está em sua coletividade: quanto mais gente dançando junto, mais vibrante fica a energia da festa.

Mas, claro, o funk proibidão também é sinônimo de representatividade feminina. As mulheres sempre foram protagonistas, trazendo sensualidade e domínio corporal para as pistas. Movimentos como o “rebolado invertido” e o “agachadinho” já viralizaram em diversos festivais e são constantemente reinventados por dançarinas profissionais e amadoras. Não é exagero dizer que muitas tendências do funk proibidão começam com elas e depois são abraçadas pelo público em geral.

E não pense que as melhores danças do proibidão ficam restritas ao Rio de Janeiro. Atualmente, vemos coreografias embaladas por MCs paulistas, mineiros e até do Norte e Nordeste do país, cada um colocando seu tempero regional nessas danças explosivas. Isso sem falar nos desafios lançados nas redes sociais, que quebram barreiras e fazem todo mundo – do estudante ao empresário, do artista ao motorista de aplicativo – se arriscar no passinho para ganhar curtidas e views.

Por trás de toda essa movimentação, existe também um trabalho de bastidores incrível. Muitos dançarinos e coreógrafos passaram a se profissionalizar, oferecendo aulas online, workshops presenciais e até montando grupos de dança que se apresentam em grandes eventos. Em 2023, por exemplo, o Festival Funk Brasil contou com apresentações coreografadas que misturavam elementos do proibidão com danças clássicas, mostrando que, no Brasil, qualquer tradição pode ser remixada com muito suingue.

O mais legal? Essa energia contagiante está mais democrática do que nunca. Não importa se você sabe dançar ou se, na verdade, tem dois pés esquerdos: o importante é sentir o som, se deixar levar pela batida e entrar na brincadeira. Afinal, no funk proibidão, ninguém julga – a regra é se divertir e expressar sua identidade. Aposto que, depois de ler tudo isso, você já está se mexendo na cadeira, imaginando a próxima festa!

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