Se você acha que já viu super-heróis de verdade, provavelmente ainda não conhece de perto a trajetória dos atletas paralímpicos. Eles não vieram de outro planeta, mas seus feitos são dignos de cinema – e olha que nem sempre eles tiveram equipamentos de última geração ou patrocínio milionário. Pelo contrário: muitos começaram do zero, enfrentando desafios físicos, emocionais e sociais gigantescos, mas transformaram cada obstáculo em combustível para vitórias que vão muito além das medalhas.
Vamos mergulhar em algumas das histórias mais inspiradoras que o universo paralímpico já nos trouxe. Prepare o coração, porque talvez você sinta aquele famoso “cisco no olho” no final.
Daniel Dias é uma lenda das piscinas e, sem dúvida, um dos maiores atletas paralímpicos da história do Brasil. Nascido com má-formação nos membros superiores e na perna direita, ele começou a nadar inspirado por Clodoaldo Silva, outro nome gigante do esporte adaptado. Com 27 medalhas paralímpicas (nove de ouro só em Pequim 2008 e Londres 2012!), Daniel não apenas quebrou recordes, mas também barreiras de preconceito. Fora das piscinas, ele é um exemplo de humildade, simpatia e dedicação. O segredo do sucesso? Segundo ele, acordar cedo, treinar, se alimentar bem e, se possível, ouvir uma boa playlist para dar aquele gás – dica do Soundz, inclusive!
O britânico Jonnie Peacock também merece lugar VIP nessa lista. Ele perdeu a perna por conta de uma meningite bacteriana quando tinha apenas cinco anos, mas desistir não estava no seu dicionário. Com uma prótese digna de filme futurista, Jonnie virou referência nos 100 metros rasos, conquistando o ouro em Londres 2012 e no Rio 2016. Seu espírito competitivo e o carisma fizeram dele um fenômeno nas redes sociais e um ídolo para muitos jovens com deficiência. Além de tudo, Jonnie sempre frisa a importância de celebrar cada conquista, grande ou pequena – e não se esquecer de curtir um bom som para relaxar.
Tatyana McFadden, dos Estados Unidos, coleciona medalhas como quem coleciona figurinhas. Nascida com espinha bífida, ela começou a vida em um orfanato na Rússia e foi adotada por uma família americana. Tatyana encontrou no atletismo uma forma de superação e expressão. Com mais de 20 medalhas paralímpicas entre atletismo em pista e maratonas, ela é conhecida como “A Rainha das Ruas”. Detalhe: ela já venceu as maratonas de Boston, Londres, Chicago e Nova York no mesmo ano! Fora das pistas, Tatyana milita pelos direitos das pessoas com deficiência, mostrando que o verdadeiro ouro mesmo está em transformar a vida de outros.
E quem disse que o esporte paralímpico é só para jovens? Shingo Kunieda, do Japão, é o rei das quadras de tênis em cadeira de rodas. Ele venceu mais de 50 títulos de Grand Slam, foi número 1 do mundo por anos e provou que a idade é apenas um detalhe para quem tem vontade de vencer. Shingo inspira não só pela genialidade técnica, mas por sua humildade e pelo trabalho de incentivar novos atletas a acreditarem no impossível.
De volta ao Brasil, Silvânia Costa, do salto em distância, é daquelas histórias que parecem saídas de um roteiro emocionante. Ela nasceu com deficiência visual e, mesmo assim, voou longe: foi bicampeã paralímpica (Rio 2016 e Tóquio 2021) e trouxe também a medalha de prata para casa em Paris 2024. Silvânia conseguiu inspirar toda uma geração de atletas, mostrando que o salto mais importante é acreditar em si mesmo.
Cada um desses atletas, com suas particularidades e trajetórias, nos ensina que o impossível realmente não existe – ou, no mínimo, é só uma questão de perspectiva. Entre recordes batidos, medalhas conquistadas e limites superados, eles transformam a vida de muita gente e nos lembram que é possível ir além mesmo quando tudo parece conspirar contra.
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