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As 20 Maiores Músicas de Trap Brasileiro de Todos os Tempos

Se você acha que o trap é só aquele som pesado de Atlanta, prepare-se: o Brasil já mostrou ao mundo que sabe fazer trap, sim senhor, e com muito estilo! De letras afiadas a batidas viciantes, o trap brasileiro conquistou milhões de fãs e é hoje um dos gêneros mais ouvidos do país. Entre polêmicas, virais e histórias de superação, reunimos as 20 maiores músicas de trap brasileiro de todos os tempos. Aperte o cinto, aumente o volume e embarque nessa viagem sonora!

Começando pelo hino que ajudou a desenhar os contornos do trap nacional, “Plaqtudum” de Recayd Mob explodiu em 2018 e virou sinônimo de ostentação, gírias e muita referência às ruas. O som virou trilha de memes, festas e até de quem começou a usar boné de lado só pra entrar no clima. Não dá pra falar de trap no Brasil sem mencionar a Recayd – e essa faixa é o passaporte para o universo do gênero.

Logo depois, outro gigante chegou: “Amor de Fim de Noite” do Matuê, que mostrou como o trap pode misturar romance e aquelas batidas que grudam na cabeça. Matuê é uma das maiores estrelas da cena, com uma sequência de hits que inclui ainda “Quer Voar”, single que bateu recordes de streams em 2021 e traz um flow tão viciante que fica difícil não cantar junto.

Falando em hits, Teto merece menção especial com “M4”, parceria com Matuê, que virou trilha de TikTok, rolê com os amigos e até da playlist da sua mãe (mesmo que ela não entenda nada do que estão falando). Outro clássico de Teto é “PayPal”, que colocou o nome do trapper no topo das paradas e mostrou que o Nordeste também é potência no trap.

E o que dizer de “Bala Love” do Jovem Dex? Essa música conquistou não só os fãs de trap, mas virou sensação até entre quem nunca tinha ouvido falar do estilo. Com refrão chiclete e produção impecável, Dex provou que a nova geração está mais do que pronta pra dominar o game.

Claro que não dá pra deixar de fora “Margiela” do Sidoka, verdadeira aula de criatividade lírica e beats envolventes. O mineiro trouxe um sotaque único e um jeito despojado que conquistou uma legião de fãs, consolidando seu espaço entre os grandes nomes do trap nacional.

BK’ é outro monstro do gênero, e “Castelos & Ruínas” é mais que uma música: é uma obra que marcou época, falando de vivências, luta e superação. O carioca já mostrou sua força também em “Poesia Acústica” (em diferentes volumes), sempre trazendo rimas inteligentes e beats pesados.

O Hungria Hip Hop, apesar de transitar entre rap e trap, também figura nessa lista com “Coração de Aço”, faixa que explora temas de superação e quebrou recordes de visualizações no YouTube. E falando em YouTube, “Sexta-feira” do Derek viralizou nas plataformas digitais, mostrando o poder das redes sociais para impulsionar novos talentos.

Kawe também não ficou atrás, com “MDS” e “Gigante”, músicas que dominaram as paradas e embalaram festas Brasil afora. Kawe tem aquele jeitão de falar das quebradas com estilo, misturando crítica social com muita energia.

No rol dos clássicos virais, “Olha a Explosão” do MC Kevinho, apesar de ser mais funk, teve versões em trap e ajudou a aproximar os dois gêneros, mostrando como o trap brasileiro é versátil e aberto a experimentações.

Outro nome que não pode faltar é a celebrada “Flack Jack” do Kyan, um verdadeiro banger que levantou multidões em shows e colocou o nome do artista entre os mais ouvidos do país. Kyan, aliás, representa muito bem a força do trap paulista, com letras ousadas e flow marcante.

A lista segue com “Leans” do Kant, que conquistou fãs pela originalidade e pelos feats de peso. Kant mistura referências gringas com o jeitinho brasileiro, criando hits que são verdadeiros “hinos das ruas”.

Raffa Moreira, o “Baby” do trap brasileiro, não poderia ficar de fora com “Bro”, faixa que ajudou a popularizar o uso do autotune e abriu portas para muita gente que veio depois.

Falando em inovação, MC Igu surpreendeu com “Timbaland”, música que mostra influências internacionais e produção refinada. Igu é um dos nomes mais respeitados da cena underground, sempre trazendo novidades e letras afiadas.

Outro hit que explodiu é “Tipo GTA” do Costa Gold, grupo que mistura rap, trap e funk com uma pegada única. A faixa virou trilha de festas e é presença constante em playlists de sucesso.

Só para não esquecer dos parças femininos, Tasha & Tracie chegaram com tudo em “Yin Yang”, mostrando que o trap também é espaço para mulheres talentosas e cheias de atitude. A dupla trouxe representatividade e muita qualidade para a cena.

E, claro, não podia faltar “Peça Chave” do Filipe Ret, que une trap, poesia e aquela vibe de vencer na vida. Ret é referência não só no trap, mas no hip hop nacional como um todo, com letras profundas e batidas pesadas.

Fechando a lista, “Tropa do Maicon” dos Menores Atos, que mistura elementos do trap com rock, mostrando que o trap brasileiro não tem medo de inovar e experimentar.

A cena do trap brasileiro é viva, pulsante e em constante evolução. Essas 20 músicas representam um pouco da criatividade, ousadia e talento que só o Brasil tem. Se você ainda não ouviu alguma delas, está na hora de atualizar a playlist e mergulhar nesse universo.

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