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Arrochas Clássicos Que Todo Brasileiro Conhece

Arrochas Clássicos Que Todo Brasileiro Conhece

Imagine a seguinte cena: o céu nublado, um copo de cerveja gelada na mão e aquele som que bate no fundo do peito, fazendo todo mundo cantar junto, sofrendo e sorrindo ao mesmo tempo. Pois é, estamos falando de arrocha, esse ritmo que conquistou o Brasil desde os anos 2000 e que, até hoje, faz parte da trilha sonora da vida de muitos brasileiros. Se você já ouviu frases como “eu não presto, mas eu te amo” ou “me diz o que é que eu faço pra te ter de novo”, parabéns: você já sentiu na pele o poder do arrocha clássico!

Para começar, vale lembrar que o arrocha nasceu na Bahia, mais precisamente na Região Metropolitana de Salvador, no início dos anos 2000. Ele mistura influências do brega, do sertanejo e até da música romântica internacional, criando um clima único de sofrência e paixão. Nomes como Pablo, Tayrone Cigano, Silvano Salles e Nara Costta são verdadeiras lendas do gênero, cravando sucessos que todo brasileiro, de Norte a Sul, já cantarolou pelo menos uma vez na vida (nem que seja aquele amigo que diz que não gosta, mas na primeira nota já solta um “aaah, essa eu conheço!”).

Entre os clássicos, impossível não citar Pablo, o rei do arrocha, com hits como “Porque Homem Não Chora” e “Bilu Bilu”. O cara praticamente inventou o verbo “arrochar” em qualquer mesa de boteco do país! Outro gigante é Silvano Salles, com aquela voz marcante e músicas como “Apaixonado” e “Coração de Papel”, perfeitas para mandar no karaokê e testar até onde vai seu limite de emoção. Tayrone Cigano, por sua vez, trouxe canções como “Volte Amor” e “Alô Porteiro”, que já foram trilha sonora de muita reconciliação (ou tentativa dela) por aí.

E não podemos esquecer das bandas e artistas que ajudaram a popularizar o ritmo, como Asas Livres, que fez multidões suspirarem com “Tarde Demais”, e Nara Costta, pioneira entre as mulheres do arrocha, que mostrou que sofrência também é lugar de voz feminina. O arrocha, inclusive, não para de se reinventar: hoje, artistas como Unha Pintada e Devinho Novaes seguem arrastando multidões e mostrando que o estilo segue firme, forte — e cada vez mais presente nas playlists de todo tipo de festa, aniversário, casamento, término e até festa de formatura (sim, já rolou!).

O segredo do arrocha clássico talvez esteja justamente na simplicidade das letras, que falam sobre amor, traição, saudade e superação, usando frases diretas e melodias que grudam na mente. É difícil resistir ao refrão pegajoso e ao ritmo envolvente. Não importa se você é fã de sertanejo universitário, pagode, rock ou funk: em algum momento, um arrocha clássico vai fazer você bater no peito e lembrar daquela pessoa especial (ou nem tão especial assim, mas que rendeu boas histórias para contar).

Além do mais, a influência do arrocha já ultrapassou barreiras. Artistas de outros gêneros já gravaram versões de grandes sucessos do arrocha, como Wesley Safadão, Marília Mendonça e até Simone & Simaria. O ritmo, que começou tímido nos barzinhos da Bahia, ganhou o Brasil e hoje está na boca do povo, sendo um dos estilos mais ouvidos nas plataformas digitais de música.

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