Se você já se pegou cantarolando um refrão chiclete que apareceu do nada no seu feed ou viu aquela dancinha viral que parece perseguir você em todos os aplicativos, pode apostar: a culpa é (em grande parte) dos influenciadores digitais. No cenário musical de 2025, os influenciadores não só dão a letra — eles praticamente compõem o refrão dos maiores hits. E não é exagero! Com o poder de atingir milhões de seguidores com um simples clique, essas personalidades digitais redefiniram como a música é descoberta, consumida e até mesmo criada.
Basta lembrar do fenômeno “TikTok” dos anos 2020. Segundo um levantamento do próprio TikTok, mais de 175 músicas que viralizaram na plataforma chegaram às paradas da Billboard só em 2023. O padrão só cresceu desde então: coreografias, challenges e trends de influenciadores transformaram canções desconhecidas em sucessos globais em questão de dias. O segredo? Influenciadores têm a capacidade de tornar uma música “cool” antes mesmo de ela tocar nas rádios. E, convenhamos, quem nunca quis aprender aquela dancinha para não ficar de fora do rolê digital?
Mas os influenciadores não param por aí. Muitos deles são verdadeiros caçadores de tendências, apostando em artistas independentes que, sem o empurrãozinho digital, talvez passassem despercebidos. Lembra da música “Dance Monkey”, da Tones and I? Ela explodiu após ser usada repetidamente em vídeos no Instagram e TikTok, impulsionada por perfis influentes. Hoje, plataformas de streaming como o Soundz (https://soundz.com.br) confirmam esse impacto: segundo relatórios da IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica), mais de 60% dos usuários descobrem novas músicas por influência de criadores de conteúdo e amigos nas redes sociais.
A parceria entre músicos e influenciadores também está mais forte que nunca. Artistas investem pesado para que suas faixas sejam usadas em conteúdos de influencers. E nem sempre é só na base do publi: muitos desafios surgem de forma espontânea, com influenciadores criando memes e trends de graça, só pelo hype. O hit “Blinding Lights”, do The Weeknd, por exemplo, ganhou força global graças ao “#BlindingLightsChallenge” lançado por influenciadores, tornando-se uma das músicas mais ouvidas do Spotify em 2022 e 2023. E não podemos esquecer das playlists colaborativas — influencers agora até comandam suas próprias seleções nas plataformas de streaming, atraindo seguidores que confiam em seu gosto musical.
Com a ascensão do consumo de música por streaming e a presença cada vez maior dos influenciadores na vida digital, o jogo virou totalmente. Hoje, não é raro ver músicas produzidas especificamente para bombar em vídeos curtos e trends. Segundo o relatório 2024 Global Music Report da IFPI, 90% da geração Z prefere descobrir músicas por meio de plataformas sociais e sugestões de influenciadores do que por rádios tradicionais ou TV. O resultado? Uma indústria musical cada vez mais democrática, veloz e, claro, imprevisível (não se espante se o próximo hit vier de uma trend de receitas fitness com batida eletrônica).
No fim das contas, a influência dos influenciadores nos hits musicais é como aquele refrão pegajoso: não sai da cabeça. Eles são os novos DJs das pistas digitais, ditando o ritmo do que vai bombar ou não. E para quem quer ficar por dentro das tendências, descobrir músicas novas e criar playlists do jeitinho que gosta, a dica é conferir o Soundz (https://soundz.com.br): sua plataforma de streaming de música grátis, onde você pode escutar músicas, criar playlists e ainda se informar em uma revista digital cheia de assuntos variados. Vem dar o play nessa nova era da música!
































