Música

O Melhor do Sertanejo dos Anos 2000 Para Matar a Saudade

Se bater aquela nostalgia do sertanejo dos anos 2000, respire fundo, ajeite o chapéu (mesmo que seja imaginário) e embarque com a gente nessa viagem sonora, porque esse período marcou época e moldou o que conhecemos hoje como o “novo sertanejo”. Antes de Gusttavo Lima e Marília Mendonça bombarem no topo das paradas, uma legião de talentos já fazia multidões cantarem junto, dançarem agarradinhos e, claro, sofrerem de amor — porque sertanejo bom é aquele que toca o coração até de quem jura que “não gosta”.

A virada do milênio foi um prato cheio para quem ama o gênero. A explosão do sertanejo universitário e a reviravolta das duplas clássicas deram o tom da década. Lembra da febre “Evidências”? Chitãozinho & Xororó nunca saíram de moda, mas foi mesmo nos anos 2000 que hits como “Sinônimos” (com participação do Zé Ramalho) voltaram a colocar a dupla no topo das rádios. Zezé Di Camargo & Luciano estavam lá também, sempre lançando baladas românticas e melodramáticas que faziam qualquer um pegar o telefone, ligar para o ex, e pedir pra voltar.

Mas os anos 2000 são mesmo lembrados como o grande boom dos jovens sertanejos. Jorge & Mateus surgiram em 2005 e, de lá pra cá, nunca mais deixaram de ser trilha sonora de festas, churrascos e corações apaixonados — “Pode Chorar”, “De Tanto Te Querer” e “Voa Beija-Flor” são apenas alguns dos hinos eternizados nessa fase. Fernando & Sorocaba também chegaram arrebentando em 2007, trazendo um sertanejo com pegada pop e letras que grudam igual chiclete (“Madri”, alguém lembra?). Antes deles, César Menotti & Fabiano já tinham emplacado “Leilão”, representando a força do sertanejo mineiro e mostrando que o amor pode até ser leiloado, mas nunca vendido barato.

Sem falar de Victor & Leo, que revolucionaram as rádios e playlists com “Fada” e “Borboletas”, conquistando até quem jurava que sertanejo era só coisa de quem nasceu no interior. João Bosco & Vinícius, com “Sorte É Ter Você”, “Chora, Me Liga” e outros hits, trouxeram ainda mais dinamismo e modernidade ao gênero, abrindo espaço para as misturas de pop, country e até um pagodinho de leve.

Ficou com saudade dos clássicos dançantes? Calma! Edson & Hudson estavam com tudo, misturando guitarra e sanfona em músicas como “Azul” e “Foi Deus”. Rio Negro & Solimões também não deixaram o forró de fora, embalando festas com “Frio da Solidão” e “Na Sola da Bota”. E claro, o eterno Leonardo, após a separação com Leandro, seguiu carreira solo e não deixou de embalar multidões com “Pense em Mim” e “Temporal de Amor”, provando que o sertanejo raiz também tinha vez entre as novidades da década.

Os anos 2000 ainda reservaram espaço para duplas e artistas que talvez não estejam mais no topo hoje, mas são eternos no coração de quem viveu a época: Guilherme & Santiago, Gian & Giovani, Daniel (já em carreira solo), Paula Fernandes começando a despontar, e até Luan Santana, que lançou seu primeiro grande sucesso em 2009 com “Meteoro”. O que todos esses nomes têm em comum? Conseguiram transformar o sertanejo em fenômeno nacional, misturando tradição, romantismo, sofrência e aquela pitada de alegria que só um bom modão sabe entregar.

Se você está aí querendo reviver cada refrão, aquela moda antiga ou o chiclete dos anos 2000, a boa notícia é que toda essa trilha sonora de saudade está a um play de distância. Na plataforma Soundz (https://soundz.com.br) você encontra o melhor do sertanejo dos anos 2000, pode ouvir músicas de graça, criar playlists com seus hits favoritos e ainda curtir uma revista digital completinha sobre música e muitos outros assuntos. Dá até para chamar os amigos, compartilhar nas redes sociais e ver quem ainda sabe de cor cada letra dessas canções que marcaram época. Bora matar a saudade e fazer do seu dia um verdadeiro festival sertanejo? Aperte o play no Soundz (https://soundz.com.br) e prepare-se para cantar, sofrer, dançar e relembrar o melhor dos anos 2000!

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