Música

Sertanejo Universitário: Os Novos Talentos da Música Brasileira

Se tem um gênero musical que continua conquistando multidões no Brasil, esse gênero é o sertanejo universitário. Ele não apenas renovou a tradição sertaneja, como também abriu espaço para novos talentos, sons e formatos de se fazer música. Em 2025, o cenário está mais vibrante do que nunca, com artistas jovens tomando conta das paradas, inovando e tornando o sertanejo universitário uma verdadeira febre nacional. E pode acreditar: nem só de modão vive essa geração!

O sertanejo universitário surgiu lá nos anos 2000, diretamente das repúblicas estudantis do interior de Minas, Goiás e Mato Grosso do Sul, embalado por festas, violões e muita cerveja gelada. Michel Teló, Jorge & Mateus e Luan Santana foram só os precursores dessa revolução musical. Hoje, a cena se diversificou e está mais democrática. Novos nomes surgem praticamente toda semana, e as redes sociais estão dando palco para quem tem talento e presença digital.

Dá para sentir o impacto olhando os números: segundo o relatório Pro-Música Brasil de 2024, o sertanejo foi o gênero mais tocado nas plataformas de streaming, representando cerca de 30% das execuções do ano passado. Mas quem são os responsáveis por manter essa chama acesa? Bora conhecer alguns dos novos talentos que estão colocando fogo no parquinho do sertanejo universitário!

Entre os destaques, não tem como deixar de citar a dupla Ana & Bianca, que conquistou uma legião de fãs ao misturar batidas eletrônicas com letras bem-humoradas sobre relacionamentos. O hit “Solteirou de Novo” ficou semanas no topo dos charts e virou trilha sonora de milhares de stories no Instagram. Outro nome em ascensão é Gabriel Nunes, o mineirinho que viralizou no TikTok com a canção “Amor de Repente” — prova de que o combo voz marcante + refrão chiclete nunca falha!

A força feminina também nunca esteve tão presente no sertanejo universitário. Além de Ana & Bianca, nomes como Júlia Rios e Luciana Castro estão quebrando barreiras e chamando atenção de um público cada vez mais diversificado. Júlia, por exemplo, já soma mais de 20 milhões de plays só no último semestre, e não se cansa de inovar: recentemente, lançou um EP colaborativo com rappers e DJs, mostrando que o sertanejo universitário pode, sim, flertar com outros estilos sem perder o sotaque.

E por falar em diversidade musical, o sertanejo universitário de hoje está mais aberto a fusões do que nunca. Tem gente misturando funk, pisadinha, pagode e até pop internacional. O resultado? Uma trilha sonora fresquinha, cheia de energia, pronta para embalar desde aquela resenha na varanda até o festival lotado em pleno domingo. As colaborações entre artistas também dispararam: o número de feats cresceu 40% nos últimos dois anos, segundo dados do Spotify Brasil.

O segredo do sucesso dessa nova geração? Autenticidade, carisma e aquela capacidade única de transformar a sofrência em meme (e meme em música chiclete). Os artistas estão cada vez mais conectados com o público, interagindo nas redes, criando trends e até mesmo compondo músicas sob encomenda, ao vivo, durante lives. O público, por sua vez, responde com engajamento acima da média: entre 2023 e 2024, o sertanejo universitário foi o gênero que mais gerou hashtags e desafios no Instagram e TikTok.

E a tendência é só crescer. Eventos como o VillaMix e o Festeja já estão apostando pesado nessas novas vozes, com line-ups recheados de estreantes. Segundo dados da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos), a presença de novos artistas sertanejos cresceu 25% nos grandes festivais entre 2023 e 2024. Ou seja, nunca foi tão fácil descobrir aquele hit do momento — ou quem sabe, o próximo grande nome do Brasil.

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