Imóveis

O mercado imobiliário em 2025: tendências globais

Se você piscou, perdeu: o mercado imobiliário global em 2025 já não é mais aquele velho conhecido dos anos 2010 e 2020. Com o avanço tecnológico, mudanças demográficas aceleradas e transformações sociais pós-pandemia, o setor imobiliário está vivendo uma verdadeira revolução digna de trilha sonora de ficção científica – e, acredite, nenhuma casa mal-assombrada foi tão surpreendente quanto as novas tendências que surgiram.

Primeiro, vamos falar da digitalização. Comprar imóveis presencialmente? Só se for em um episódio vintage de TV. Em 2025, cerca de 80% das transações imobiliárias globais já contam desde a visita virtual 3D hiper-realista até a assinatura do contrato com blockchain. Plataformas digitais ganharam a confiança dos compradores, eliminando intermediários e burocracias. Nos Estados Unidos e na União Europeia, por exemplo, já é comum encontrar startups imobiliárias que utilizam inteligência artificial para sugerir imóveis baseados em padrões de comportamento digital, histórico de busca e até preferências musicais (sério, quem diria que seu gosto por jazz ajudaria na escolha do seu próximo loft?).

Outro fenômeno que conquistou o mundo foi o co-living. Não, não é um novo aplicativo de carona, mas um modelo em que jovens profissionais e nômades digitais compartilham espaços urbanos hiperconectados, com contratos flexíveis e áreas comuns que parecem lounges futuristas. Em cidades como Berlim, Londres e São Paulo, o co-living abocanhou cerca de 15% dos contratos residenciais de 2024, segundo o relatório Global Real Estate Outlook, da CBRE. E, para quem achou que isso seria só moda de jovem, a terceira idade também aderiu ao co-living sênior, priorizando conexões sociais e acesso facilitado a saúde.

Falando em tecnologia, as construtechs (startups de construção) aceleraram a adoção de impressoras 3D para levantar casas inteiras em menos de uma semana. No México, projetos-piloto levantaram bairros completos com impressoras 3D, reduzindo custos em até 40% e entregando moradias sustentáveis e energeticamente eficientes. Aliás, sustentabilidade não é mais diferencial, é obrigação: em 2025, mais de 70% dos novos edifícios na União Europeia seguem padrões net zero, utilizando energia solar, captação de água da chuva e até jardins verticais automatizados. Quem pensou em “ecologia de telhado” acertou em cheio.

No Brasil, a valorização dos imóveis em cidades médias ultrapassou as capitais, resultado direto do “êxodo urbano invertido” pós-pandemia. O IBGE registrou, em 2024, que cidades como Franca (SP) e Joinville (SC) cresceram mais de 8% em população, alimentando um boom imobiliário regional. Com o home office consolidado (sim, ainda estamos de pijama em 80% das reuniões), a busca por qualidade de vida e imóveis maiores fez o preço do metro quadrado nas periferias e regiões metropolitanas disparar – um movimento semelhante ao observado em países como Canadá, Austrália e Japão.

E para quem acha que luxo é só para milionários, 2025 trouxe o fenômeno do “luxo acessível”. Grandes construtoras lançaram linhas de apartamentos compactos, mas com infraestrutura de resort: coworkings, spas, áreas gourmet e até estúdios de podcast já fazem parte do “combo” básico. Segundo a Deloitte, 30% dos lançamentos imobiliários na América Latina em 2024 já foram pensados para esse segmento.

A mobilidade urbana também entrou no jogo. Cidades inteligentes estão investindo pesado em transporte automatizado e acessibilidade. Em Xangai e Dubai, por exemplo, bairros inteiros são projetados para deslocamentos autônomos – bicicletas elétricas compartilhadas, veículos inteligentes sem motorista e aplicativos que integram todos os meios de transporte em tempo real. E, sim, imóveis próximos a hubs de transporte valorizam até 20% mais do que os tradicionais.

Em resumo, o mercado imobiliário de 2025 é um verdadeiro remix de inovação, sustentabilidade e novas formas de viver – tudo para acompanhar as mudanças de comportamento e as exigências de uma população cada vez mais conectada e consciente. Se a sua playlist precisa de atualização, imagina sua casa?

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