Criptomoedas

Usei R$100 em Criptomoedas: Veja no Que Deu!

Você já se pegou pensando: “E se eu colocasse cem reais em criptomoedas, será que virava milionário ou só mais um meme do Zap?” Pois bem, eu me coloquei no papel de cobaia, respirei fundo e investi meu suado dinheirinho em diferentes moedas digitais. Prepare-se para um relato sem firulas de quem foi do céu ao inferno (e voltou com memes na bagagem) nesse universo cripto que parece tão promissor quanto misterioso em pleno 2025.

Antes de tudo, importante ressaltar: criptomoeda não é cassino, embora a emoção às vezes seja parecida. Os R$ 100 foram distribuídos de forma democrática: R$ 40 em Bitcoin (o velho e bom BTC), R$ 30 em Ethereum (ETH) e mais dois tiros de R$ 15 em Solana (SOL) e em alguma promissora “shitcoin” que estava bombando no Twitter – só para manter o clima esportivo.

Logo de cara, já veio o primeiro choque: taxas. Para comprar Bitcoin em plataformas brasileiras, paguei cerca de 2% só para converter meu dinheiro real em moeda digital. Senti a facada, mas segui firme: afinal, todo investimento tem seu preço.

O primeiro mês foi pura adrenalina: Bitcoin subiu 8%, Ethereum disparou 12% e Solana fez aquele zigue-zague clássico, chegando a subir 20% num dia só para despencar 18% na sequência. E a tal shitcoin? Deu tela azul: valorizou 70% em uma madrugada e, no dia seguinte, derreteu 50%. O famoso “vai ou racha”.

Acompanhando as notícias, vi que 2025 foi marcado pela maior adoção de criptomoedas no Brasil até então. Mais de 10 milhões de brasileiros já tinham alguma moeda digital, segundo dados da Receita Federal. Corretoras nacionais passaram a ser auditadas por órgãos internacionais, trazendo um pouco mais de segurança para o investidor de primeira viagem – ainda que golpes e pirâmides continuassem pipocando em grupos de WhatsApp, como sempre.

A experiência de ver o saldo subir e descer foi uma verdadeira montanha-russa emocional. Quando Bitcoin bateu R$ 400 mil, cheguei a sonhar acordado: “É agora que eu largo tudo e viro influencer de cripto!” Mas bastou uma notícia sobre regulação nos Estados Unidos para o valor derreter e me lembrar que riqueza fácil só existe em grupo de pirâmide.

Após seis meses de altos e baixos, fiz as contas: os R$ 100 viraram R$ 117, com variações diárias que variaram de R$ 80 a R$ 140. A lição? Criptomoedas são como um show de rock: todo mundo quer estar na grade, mas só os corajosos aguentam o empurra-empurra. Para quem pensa em investir, o segredo é estudar, diversificar e, acima de tudo, não ir com sede demais ao pote.

No fim das contas, o saldo foi positivo e a experiência valeu não só pelo retorno financeiro, mas pela compreensão de que cripto vai além dos memes e promessas mirabolantes. Hoje, plataformas brasileiras oferecem cada vez mais informação e ferramentas para quem quer começar – mas sempre com os dois pés atrás e olho vivo nas notícias.

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