Música

Os momentos mais emocionantes da história da música

Se você já sentiu um frio na barriga ouvindo aquela música que marcou um momento especial, prepare-se: a história da música está repleta de episódios tão emocionantes quanto o solo de guitarra de “Stairway to Heaven” ou o coro de “Hey Jude” ao vivo! Hoje, embarque com a Soundz em uma viagem pelos 31 momentos mais arrebatadores já vividos no universo musical. Prepare o coração, os fones e, por via das dúvidas, um lencinho.

Começamos em 1969, quando Jimi Hendrix incendiou (literalmente!) o palco do Woodstock com sua interpretação psicodélica do hino americano. Neste mesmo festival, mais de 400 mil pessoas desafiaram a chuva e lama para assistir lendas como Janis Joplin e The Who, provando que a música tem poder de unir multidões. Quem ainda não se emociona ao ver os vídeos da plateia em êxtase?

Pulando para 1985, avançamos até o icônico Live Aid. Transmitido para quase 2 bilhões de pessoas, o evento reuniu artistas como Queen, U2 e David Bowie em prol do combate à fome na Etiópia. A performance de Freddie Mercury no estádio de Wembley é unanimemente considerada um dos ápices da música ao vivo. Dizem que até hoje, se você prestar atenção, consegue ouvir o “Ay-Oh!” ecoando por Londres.

Já nos anos 90, impossível esquecer o tributo de Eric Clapton a seu filho em “Tears in Heaven”, em 1992, durante o MTV Unplugged. O silêncio respeitoso da plateia contrastava com as lágrimas escorrendo, mostrando como a música pode ser, ao mesmo tempo, consolo e catarse.

Falando em MTV, o encontro “Unplugged” do Nirvana em 1993 marcou uma geração – e não só pelo suéter surrado do Kurt Cobain. A versão de “Where Did You Sleep Last Night” é tida como uma das mais pungentes e emocionais já gravadas, com uma sinceridade tão crua que arrepia até quem nunca ouviu grunge na vida.

Não podemos ignorar os grandes marcos brasileiros, claro! Em 1985, o Rock in Rio estreou com shows históricos de Queen, AC/DC e Iron Maiden. Em 2001, foi a vez de Sandy & Junior emocionarem multidões, mostrando que a música brasileira é feita de diversidade e paixão.

Indo ainda mais longe, em 1964, a primeira aparição dos Beatles no Ed Sullivan Show foi assistida por 73 milhões de americanos – cerca de 34% da população dos EUA na época! Dizem que naquela noite, o crime em Nova York praticamente zerou. Coincidência? O poder da Beatlemania é de arrepiar até investigador de polícia.

O atentado terrorista de 11 de setembro de 2001 também encontrou na música um lenitivo. Logo após a tragédia, Paul McCartney organizou o “Concert for New York City”, reunindo lendas como The Rolling Stones, Elton John e Jay-Z, numa catarse coletiva para uma cidade ferida.

No campo das surpresas, quem não lembra quando Beyoncé revelou sua gravidez no VMA de 2011? O momento virou meme, notícia e referência pop instantânea, além de gerar alguns dos gifs mais compartilhados da internet. Música e emoção, sempre de mãos dadas.

Outro instante inesquecível foi a apresentação de “Redemption Song”, de Bob Marley, em 1980, no Zimbabwe, no dia da independência do país. Um hino de liberdade cantado para quem acabava de conquistá-la – impossível não se arrepiar.

O Grammy de 1998 trouxe Céline Dion interpretando “My Heart Will Go On”, poucos meses após o lançamento de Titanic – metade dos espectadores chorou de emoção, a outra metade de inveja da voz da cantora canadense.

E por falar em emoção, impossível não citar a última apresentação pública de Elis Regina, em 1982, no programa “Fantástico”. Quem revisita os registros percebe uma intensidade única, uma energia que parece transbordar para além das câmeras.

No Super Bowl de 2016, Lady Gaga cantou o hino nacional americano com tanta emoção que até os jogadores esqueceram que estavam prestes a se enfrentar. Já em 2007, a chuva inesperada durante o show de Prince, também no Super Bowl, fez de “Purple Rain” um espetáculo ainda mais épico – dizem que até os anjos choraram naquele solo final.

A emoção não para por aí: em 2019, Billie Eilish conquistou o Grammy nas quatro principais categorias, tornando-se a artista mais jovem a realizar tal feito. A reação emocionada da cantora virou símbolo da nova geração e inspiração para milhões de jovens criativos ao redor do mundo.

Em 2023, Taylor Swift foi a primeira artista a lotar o Maracanã por três noites seguidas, trazendo fãs de todo o Brasil e mostrando que o poder da música de reunir é atemporal. As redes sociais foram tomadas por vídeos, lágrimas e, claro, muitos looks inspirados na loirinha.

A música emociona também por dar voz a quem nunca teve. Em 1986, a música “We Are The World”, escrita por Michael Jackson e Lionel Richie, reuniu mais de 40 estrelas para arrecadar fundos para a África, mostrando que solidariedade e arte são irmãs de sangue.

No universo do rap, não dá para ignorar a histórica batalha entre Eminem e seus adversários em 8 Mile, filme de 2002. A catarse do público, a energia das rimas afiadas: quem não se empolgou assistindo Eminem virar o jogo no último minuto?

No pop internacional, a volta de Adele aos palcos em 2015, após problemas vocais, foi um dos momentos mais aguardados da década. Quando as primeiras notas de “Hello” ecoaram, foi impossível não sentir aquele nó na garganta.

No Brasil, a gravação de “Chega de Saudade”, por João Gilberto, em 1958, foi um divisor de águas. O nascimento oficial da Bossa Nova emocionou plateias no mundo inteiro e virou símbolo da invenção brasileira.

Em 1997, Elton John reescreveu “Candle in the Wind” para homenagear a princesa Diana, emocionando um planeta inteiro durante o funeral transmitido para bilhões de pessoas. Milhões choraram em frente à TV, mostrando que a música pode transformar dor em beleza.

A apresentação de Luciano Pavarotti, Placido Domingo e José Carreras como “Os Três Tenores”, na Copa do Mundo de 1990, levou a ópera a estádios e lares de todos os cantos, derrubando barreiras e emocionando multidões.

Em 2008, Amy Winehouse subiu ao palco do Grammy, após lutas públicas com a dependência química, e arrebatou cinco prêmios em uma noite – um misto de talento e vulnerabilidade que tocou fãs do mundo inteiro.

Voltando à internet, não podemos esquecer do “Gangnam Style” de PSY, que viralizou em 2012 e se tornou o primeiro vídeo a alcançar um bilhão de visualizações no YouTube. Mais do que hit, um fenômeno que fez pessoas do mundo todo dançarem juntas, mesmo que ninguém soubesse exatamente o que estava cantando.

Em 2009, Susan Boyle surpreendeu o planeta ao cantar “I Dreamed a Dream” no Britain’s Got Talent. A reação boquiaberta de jurados e plateia viralizou e provou: nunca subestime o poder transformador da música (nem julgue um livro pela capa!).

No rap nacional, o show dos Racionais MC’s no Theatro Municipal de São Paulo, em 2019, foi histórico. Uma celebração da cultura periférica no coração da elite paulistana, marcada por lágrimas, orgulho e versos poderosos.

E para fechar a lista, um momento do agora: a crescente popularidade das lives durante a pandemia de COVID-19 em 2020-2021, reunindo artistas como Marília Mendonça, Gusttavo Lima e Alok. Milhões, isolados em casa, encontraram no ao vivo digital um alívio, uma companhia, e talvez, um pouco de esperança em meio ao caos.

Esses são apenas alguns dos muitos momentos onde a música foi protagonista das emoções humanas – seja no palco, na TV, ou nas telas do seu celular. Porque, no fim das contas, a música é a trilha sonora dos nossos sentimentos, e, convenhamos, ninguém quer viver um filme mudo, certo?

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