Música

Os Maiores Hits do Tecnobrega que Você Precisa Ouvir Agora

Se você já sentiu aquela vontade quase irresistível de sair dançando ao ouvir um teclado eletrônico arretado, com um beat contagiante e letras que falam direto ao coração, parabéns: você já foi picado pelo bichinho do tecnobrega! O ritmo nascido no Pará, que mistura guitarra elétrica, sintetizadores e muita emoção, conquistou o Brasil inteiro e ganhou o mundo. Mas, afinal, quais são os maiores hits do tecnobrega que você realmente precisa ouvir – tipo agora mesmo? Prepare-se para embarcar numa viagem sonora recheada de nostalgia, energia e, claro, muita sofrência apaixonada (porque, convenhamos, nada como tecnobrega para animar e, ao mesmo tempo, aquecer o coração).

Comecemos do começo: tecnobrega é música de festa, de aparelhagem, de multidão. O gênero explodiu nos anos 2000 nos bailes de Belém e rapidamente virou trilha sonora de casamentos, churrascos, ônibus, vizinhanças e playlists de todos os gostos. Se você acha que “Brega” é só coisa antiga, pode tirar o glitter da gaveta e preparar o passinho, porque muita coisa boa foi lançada recentemente também!

Vamos falar de “Príncipe Negro”, nome artístico que estourou com “Fazendo Amor no Paredão”. Esse hit, lançado em 2010, virou clássico instantâneo das aparelhagens e ainda ecoa até hoje nas playlists de quem curte um tecnobrega raiz. Para quem busca uma combinação perfeita de batida acelerada e refrão chiclete, “Fazendo Amor no Paredão” é simplesmente imbatível.

Se o assunto é viralizar, não tem como ignorar Gaby Amarantos, a “Beyoncé do Pará”, que jogou luz nacional sobre o tecnobrega com “Xirley”. Lançada em 2011, essa música foi trilha de novela, meme, coreografia de TikTok e elevou o gênero para outro patamar. Gaby misturou brega com pop, performance com carisma, e abriu portas para artistas do Brasil inteiro. E cá entre nós, quem nunca quis gritar “Xirleeeey” junto com ela, não viveu a era de ouro do tecnobrega.

Outro nome fundamental é Banda Uó, que, embora goiana, trouxe o tecnobrega para o sudeste com hits como “Shake de Amor” (2011), uma versão irreverente de “Whip My Hair” da Willow Smith que fez a galerinha indie se render ao ritmo paraense. Eles provaram que tecnobrega é democrático: serve pra todo mundo, em qualquer lugar e situação.

E se você gosta de um drama, precisa conhecer a história musical do Felipe Cordeiro, cantor e compositor que conseguiu dar um ar sofisticado ao tecnobrega sem perder a essência popular. “Legal e Ilegal” (2012) é uma verdadeira pérola do gênero, trazendo solos de guitarra e arranjos eletrônicos que mostram a riqueza desse som tão brasileiro.

Não dá pra deixar de mencionar a Banda Calypso, que, apesar de transitar entre vários ritmos, sempre foi uma das maiores embaixadoras do tecnobrega. Hits como “A Lua me Traiu” e “Temporal” embalaram multidões e mostram a força das guitarradas paraenses no cenário nacional. Joelma e Chimbinha provaram que o tecnobrega pode ser pop, internacional e dançante – tudo ao mesmo tempo.

Agora, se a sua vibe é um tecnobrega mais recente, prepare-se pra nova geração: nomes como Viviane Batidão, com o sucesso “Traficante do Amor” (2021), e DJ Maluquinho, que viralizou no YouTube com “Amor de Novela” (2023), têm arrastado milhões de plays e seguidores nas redes sociais. Eles trazem letras atuais, batidas eletrônicas e muita irreverência, provando que o tecnobrega não para de se reinventar.

O grande segredo do tecnobrega, talvez, seja essa capacidade de unir o povo, seja pela sofrência, pela dança ou pela pura vontade de celebrar a vida. Não importa se você é fã das antigas ou está chegando agora: tem espaço pra todo mundo nessa festa.

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