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As 7 vezes em que o VAR mudou o resultado de um jogo

Se você é fã de futebol — e até se só assiste os lances mais polêmicos depois nas redes sociais só pra não ficar por fora das tretas — certamente já viu o VAR entrar em ação e virar o protagonista do jogo. O Árbitro de Vídeo chegou para ficar e, desde que foi implementado, já mudou o rumo de partidas decisivas, coroou heróis improváveis e fez torcedor perder o fôlego (e a voz, e o cabelo…). Prepare-se: vamos relembrar juntas as sete vezes em que o VAR mudou o resultado de uma partida de futebol, com lances tão controversos que se tivessem trilha sonora poderiam ser dignos de Oscar. Spoiler: tem de tudo, de Copa do Mundo a final de Libertadores!

Começamos com a Copa do Mundo de 2018, quando o VAR foi usado oficialmente pela primeira vez em um Mundial da FIFA. Tudo começou logo na fase de grupos, com França x Austrália. O atacante Griezmann caiu na área, o árbitro Andrés Cunha nem piscou, mas o VAR recomendou a revisão. Após ver as imagens, o juiz marcou pênalti, Griezmann converteu e a França venceu por 2 a 1 — e depois ainda levou o título! Ou seja, o VAR já chegou mostrando serviço e mudando a história do futebol.

Seguimos para a final da Libertadores de 2019 entre Flamengo e River Plate, aquele jogo histórico em Lima, Peru. O River vencia por 1 a 0 até os 43 do segundo tempo, quando Gabigol empatou. Logo depois, no último suspiro, Gabigol marcou de novo, mas o lance gerou dúvidas sobre impedimento. O VAR analisou, confirmou o gol e o Flamengo virou. Imagina só discordar do VAR até hoje? O Mengão agradece!

Teve também emoção na Premier League em 2019. No clássico entre Manchester City e Tottenham pela segunda rodada, Gabriel Jesus marcou nos acréscimos, os torcedores do City já estavam pulando de alegria… até que o VAR flagrou toque de mão de Laporte na jogada. Gol anulado, placar ficou empatado e Guardiola ficou pistola. As câmeras flagraram tudo: do êxtase à frustração em segundos. O VAR é emocionalmente instável, convenhamos.

Outra polêmica gigante rolou na Champions League 2018/2019 nas oitavas de final entre PSG e Manchester United. No último minuto, o VAR revisou toque de mão de Kimpembe dentro da área. Pênalti marcado, Rashford bateu com personalidade, gol, United classificado pelo critério de gols fora. O PSG ficou de fora e os memes explodiram no Twitter. O VAR virou protagonista europeu.

Voltando ao Brasil, em 2022, Corinthians x Atlético-GO, semifinal da Copa do Brasil. O Corinthians precisava reverter a vantagem do adversário e se lançou ao ataque. No segundo tempo, o árbitro anulou gol de Yuri Alberto por impedimento, mas o VAR revisou, comprovou que estava em posição legal e o gol foi validado. O Timão venceu e avançou à final, para alegria da Fiel — e desespero dos atleticanos.

Não dá pra esquecer da Copa América de 2019, semifinal entre Brasil e Argentina no Mineirão. A Argentina reclamou MUITO de dois lances dentro da área brasileira, pedindo pênalti, mas o VAR ignorou. O VAR também não recomendou revisão em possível falta no início do segundo gol brasileiro. O resultado? Brasil 2×0, e o VAR virou motivo para discussão até hoje entre argentinos e brasileiros. É rivalidade que chama, né?

Fechando a lista, voltamos ao Mundial de Clubes 2021, Chelsea x Palmeiras na final. O jogo terminou empatado no tempo normal. Na prorrogação, Luan bloqueou um chute com o braço dentro da área, o árbitro nem viu, mas o VAR chamou, pênalti para o Chelsea. Havertz converteu, Chelsea campeão. O Verdão chorou, os rivais fizeram piada — e o VAR, mais uma vez, mudou o destino de uma final.

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