Música

Os instrumentos musicais mais icônicos da história

Quando falamos em instrumentos musicais icônicos, é quase impossível não viajar pelo tempo e lembrar de sons que moldaram culturas, revoluções e até paixões platônicas por astros do rock (quem nunca?). Seja em uma sinfonia de Beethoven, num riff de guitarra nervoso do Led Zeppelin ou até no agudo assustador daquele apito que só a sua professora de educação física sabia usar, os instrumentos são parte fundamental da nossa história sonora.

Vamos começar com o piano, esse gigante de teclas brancas e pretas que não se contenta em ser apenas companhia de fundo para músicas de elevador. Inventado no início do século XVIII por Bartolomeo Cristofori, o piano revolucionou o mundo da música permitindo volume e expressão até então impossíveis. De Chopin a Elton John, passando por Ray Charles e Alicia Keys, o piano é sinônimo de versatilidade e emoção.

Pulando para as cordas, não há como ignorar a guitarra elétrica. Criada nos anos 1930, ganhou fama mesmo foi nas mãos de Chuck Berry, Jimi Hendrix, Eric Clapton e, claro, Jimmy Page. Com ela, nascia o rock como conhecemos, e os solos de guitarra tornaram-se verdadeiros gritos de liberdade. E quem nunca tentou aquela pose clássica com uma vassoura na frente do espelho?

Mas se a guitarra é rebeldia, o violino é puro drama – no melhor sentido da palavra. Surgido na Itália do século XVI, o violino é protagonista em orquestras e até mesmo em trilhas de filmes épicos. Paganini, considerado quase um rockstar do século XIX, conseguiu elevar o instrumento ao nível de lenda urbana, com histórias de pactos com o diabo e tudo!

E já que falamos em instrumentos de sopro, o saxofone merece destaque. Criado por Adolphe Sax em 1846, ele conquistou o jazz, o blues e até o pop. Basta ouvir um solo de John Coltrane, Stan Getz ou a introdução de “Careless Whisper” para entender o poder sedutor desse instrumento.

Não podemos esquecer da bateria, o coração pulsante de qualquer banda. Ela evoluiu desde os tambores tribais até se consolidar na formação moderna no início do século XX. De Ringo Starr a Neil Peart, bateristas levaram o instrumento para um novo patamar, tornando-se os verdadeiros maestros do ritmo (e dos memes de ‘só mais uma paradinha’).

E para quem gosta de algo mais ancestral, a harpa, com registros desde o Antigo Egito, encanta com seu som celestial. Ou então o sitar, da Índia, que ganhou o mundo com Ravi Shankar e encantou até George Harrison, dos Beatles.

A lista de instrumentos icônicos ainda passa pelo contrabaixo (aquele que todo mundo acha fácil até tentar tocar), o acordeão (que anima festas do interior ao som do forró e do tango), a flauta transversal (presente desde a Grécia Antiga e popularizada por Ian Anderson, do Jethro Tull), e até o sintetizador, que invadiu a música dos anos 80 e nunca mais saiu das paradas.

O mais fascinante é perceber como esses instrumentos não são apenas objetos: eles são portais para outras épocas, culturas e emoções. Cada som, cada nota, carrega séculos de histórias, inovações e muita, mas muita paixão.

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