Música

“Como Fazer Passinhos de Axé em Casa”

Se você viveu no Brasil nos anos 90 ou simplesmente ama um bom flashback musical, provavelmente já dançou – ou pelo menos tentou dançar – aquele axé raiz que embalava as tardes de domingo e fazia todo mundo levantar do sofá. Mas será que é possível aprender os passinhos de axé em casa, mesmo que você não tenha gingado tanto quanto as dançarinas do “É o Tchan”? A resposta é sim, e a experiência pode ser tão divertida quanto nostálgica. Preparado para transformar sua sala de estar em trio elétrico? Vem comigo que aqui no Soundz a gente vai te mostrar como tirar o pé do chão, literalmente!

Primeiro, uma rápida passada pela história: o axé surgiu em Salvador, Bahia, na década de 1980, misturando lambada, frevo, reggae e ritmos africanos. O sucesso nacional veio nos anos 90, e os passinhos coreografados viraram febre, embasando hits como “Dança da Cordinha”, “Dança do Bumbum” e “Onda, Onda”. A boa notícia é que os movimentos são democráticos: você só precisa de disposição e espaço para balançar os quadris.

Antes de começar, vista roupas confortáveis. Não, não precisa de abadá, mas uma bermuda e camiseta já ajudam. Separe também uma garrafinha d’água – dançar axé é puro cardio, meu amigo.

O segredo do axé está na repetição e na alegria. Os passinhos costumam ser simples, altamente marcados e lúdicos. Um clássico, por exemplo, é o famoso “vai e vem” dos braços (quem nunca fez aquela coreografia de “Segure o Tchan” está mentindo!). Tente assim: coloque uma música animada, como “Dança da Mãozinha”, e repita o movimento de abrir e fechar os braços enquanto flexiona levemente os joelhos. O truque é sorrir de orelha a orelha – isso faz parte do estilo!

Outro movimento típico é a “dança da corda”: imagine que você está puxando uma corda para os lados, alternando os braços enquanto desloca o corpo para a direita e para a esquerda. Treine na frente do espelho, esse é o seu novo melhor amigo para aprimorar a coreografia. E não se preocupe se parecer desengonçado no começo – todo mundo passa por essa fase!

A “dança do bumbum” é quase um ritual do axé. Para esse, afaste os pés na largura dos ombros, flexione os joelhos e movimente o quadril de um lado para o outro. Se quiser avançar, tente sincronizar os movimentos com os braços, imitando o que vê nos videoclipes ou tutoriais da internet. Dica: há centenas de vídeos no YouTube que ensinam o básico e os mais avançados, caso queira impressionar no próximo churrasco de família.

Uma vantagem de aprender em casa é poder pausar e repetir quantas vezes quiser – sem plateia julgadora e com a liberdade de errar à vontade. Se quiser variar, crie pequenas sequências juntando dois ou três passinhos. Por exemplo, comece com o “vai e vem”, depois puxe para a “corda” e finalize com o “bumbum”. É simples, divertido e, quem sabe, você até inventa sua própria coreografia viral.

Dançar axé faz bem para a saúde física e mental. Segundo estudos, atividades rítmicas como essa melhoram a coordenação motora, liberam endorfinas e ajudam a combater o estresse. Fora que, convenhamos, poucas coisas são mais alegres do que cantar e dançar os clássicos do axé na sala de casa.

O mais importante é curtir o momento! Chame os amigos, a família, os pets (que vão adorar correr entre as pernas), e não se esqueça de montar aquela playlist poderosa para animar o ambiente. E falando em playlists: no Soundz (https://soundz.com.br) você encontra uma plataforma de streaming de música grátis, pode ouvir seus axés favoritos, criar playlists personalizadas e, de quebra, conferir uma revista digital recheada de dicas, curiosidades e novidades de vários assuntos. Bora dançar e deixar o axé invadir sua casa!

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